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(https://www.sabermais.am.gov.br/planos-de-aula/a-travessia-do-atlantico-o-traficonegreiro-52206)
O processo histórico conhecido como Diáspora Africana, foi resultado do tráfico transatlântico de milhões de africanos escravizados para as Américas, que também contribuiu para o processo de formação da sociedade colonial na América Portuguesa. Esse fenômeno marcou profundamente tanto as culturas africanas como as luso-americanas.
Estudos recentes buscam comprovar que os números de chegada desses africanos superam, em muito, as estimativas anteriores relatadas pelos historiadores. Com destaque para o Cais do Valongo, situado na zona portuário da cidade do Rio de Janeiro, considerado o principal porto de chegada de africanos escravizados nas Américas, tombado como Patrimônio Mundial da UNESCO em 2017 e, mais recentemente, como Patrimônio Histórico e Cultural Afro-Brasileiro por lei sancionada em 2025. Deve-se considerar e apreender para uma melhor interpretação sobre esses acontecimentos históricos o fato:
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(https://catalisecritica.wordpress.com/wp-content/uploads/2014/07/img-20140710 wa0023.jpg)
Baseando-se nesse contexto histórico, pode-se concluir que o conflito central retratado no livro reflete o:
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Para se entender a formação da história do Egito Antigo, torna-se fundamental compreender a importância do rio Nilo para o desenvolvimento de sua civilização milenar. Assim como ocorreu em outras regiões espalhadas pelo mundo, onde os recursos hídricos foram fundamentais para a formação de inúmeras civilizações, na imensa região desértica egípcia não foi diferente. As cheias anuais do Nilo se, por um lado, promoviam enchentes ameaçadoras, por outro lado, fertilizavam as margens, permitindo a prática de uma agricultura irrigada bastante produtiva e organizada, essencial para o desenvolvimento de sua economia e de sua estabilidade política durante milênios. Com base no texto e nos conhecimentos sobre a história do Egito Antigo, pode-se afirmar que a agricultura irrigada egípcia:
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Leia o texto a seguir:
Belém: saiba mais sobre a cidade palco da COP30
Nomeada Belém em 1616, a cidade que receberá a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) de 10 a 21 de novembro já foi chamada Mairi. O lugar era o território do povo Tupinambá, guardião de conhecimentos capazes de fazer frente ao desafio global que hoje reunirá líderes de todo o mundo em busca de solução.
Segundo o historiador Michel Pinho, a história do território começou há milhares de anos. Essa região da Amazônia, ao contrário do que foi ensinado por muito tempo, é densamente povoada há 11 mil anos. Existem pesquisadores, como [o arqueólogo] Marcos Magalhães, do Museu Emílio Goeldi, que comprovam uma intensa ocupação ao longo dos rios, lagos e igarapés.
Entre essas ocupações, estava Mairi, ou o território de Maíra, entidade responsável pela origem do mundo e provedora dos segredos ancestrais sobre a mandioca, o açaí e tantas outras culturas ancestrais.
Nós atribuímos a outros povos fora da Amazônia esse grau de desenvolvimento tecnológico e social, como é o caso dos maias, aztecas, incas, egípcios, mas os tupinambás também tinham pleno conhecimento e domínio da natureza. Você tem toda uma costa que hoje é o estado do Pará, partindo de Belém, ocupada por uma população que tem um profundo conhecimento em relação à pesca, em relação à cerâmica, em relação ao plantio, destaca Michel Pinho.
Os estudos arqueológicos da região apontam que esses grupos eram grandes e adensados, podendo ultrapassar mil indivíduos em áreas de cerca de 2,5 hectares segundo descreve Márcio Souza, no livro História da Amazônia.
Os tupinambás colocavam a questão Mairi como um ajuntamento, como um grupo de pessoas. E no nosso caso, esse ajuntamento é plenamente explicável pelo fato de ele estar entre dois espaços geográficos fundamentais, que é o Rio Guamá e a Baía do Guajará. Então, você tem locomoção, você tem proteção e também tem alimentação, explica o historiador Michel Pinho.
Por muitos anos após a chegada de colonizadores no Brasil, os tupinambás resistiram em Mairi, até a disputa entre franceses e portugueses por terras na região levar Francisco Caldeira Castelo Branco e uma tropa com mais de 100 soldados para fundar uma cidade e construir o forte que fosse capaz de barrar a ocupação do território por outras nações europeias.
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