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Os processos de globalização e de transnacionalização focalizaram as potencialidades de um novo tipo de conflito, no qual, devido as altas taxas de urbanização durante o final do século XX nos países do Sul Global, as cidades produzem novas centralidades e marginalidades. A atualidade da conflitualidade urbana na América Latina está representada no relatório Citzen Security do Instituto Igarapé, o qual aponta que, dos 20 países mais homicidas do mundo, 17 estão localizados na América Latina, assim como 43 das 50 cidades mais violentas. A região também observa um crescimento de suas taxas de homicídios em 3,7% por ano, três vezes o crescimento populacional de 1,1%. Cabe ressaltar ainda a vulnerabilidade de certos grupos sociais.
Rodrigues, Guilherme Ribeiro Faria. As cidades como novos lócus dos conflitos contemporâneos: uma análise da violência urbana na América Latina. Disponível em: https://www.aacademica.org/maria.del.carmen.villarreal.villamar/33.pdf#page=39. Acesso em: 14 jul. 2024.Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta os fatores que contribuíram para a inserção da violência no processo de construção dos Estados e identidades nacionais dos países da América Latina.
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A segunda edição da pesquisa “Racismo e Violência contra Quilombos no Brasil” identifica 32 assassinatos registrados nos quilombos entre 2018 e 2022 e evidencia o agravamento das desigualdades e violências historicamente praticadas contra as comunidades quilombolas. Os casos de feminicídio, nove do total apresentado, por exemplo, foram registrados em quilombos que estavam em diferentes fases do processo de titulação, inclusive em quilombos titulados.
Racismo e Violência contra Quilombos no Brasil: 2018-2022. Disponível em: https://terradedireitos.org.br/racismoeviolencia/uploads/Ficha%20web%20Racismo%20e%20Viol%C3%AAncia%20-%20Portugu%C3%AAs.pdf. Acesso em 14 jul. 2024. Adaptado.
Que medidas podem ser apontadas para combater o racismo e a violência contra mulheres quilombolas no Brasi?
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O Censo 2022 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), trouxe dados atualizados do panorama da população indígena no país. Os indígenas no Brasil somam mais de 1,69 milhão de pessoas. Mesmo com esse aumento populacional, em relação a 2010 que era pouco mais de 890 mil, e com seus direitos reconhecidos pela Constituição Federal de 1988, os povos indígenas ainda continuam a batalha pela demarcação de suas legítimas terras, além dos desafios diante da possibilidade do respeito à diferença e reais necessidades para sua continuidade humana e social.
Para a população indígena brasileira, a condição da terra representa
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Um professor de Geografia deve desenvolver uma proposta didática para se trabalhar as habilidades sugeridas para os estudantes do sétimo ano do Ensino Fundamental II, com a temática “Fluxos econômicos e populacionais na formação socioeconômica e territorial do Brasil”, apresentando como resultado arranjos espaciais de São Lourenço da Mata com características culturais, econômicas e sociais distintas. Ele deverá ressaltar em sua proposta a importância de os estudantes analisarem a influência da temática para o desenvolvimento do município a partir da compreensão dos conflitos e tensões históricas e contemporâneas.
Que metodologias esse professor poderá utilizar para que seus estudantes alcancem o desenvolvimento das habilidades esperadas?
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Em 2023, o Cemadem registrou 1.341 eventos extremos no país, dos quais 81% ocorreram nas regiões Sul e Sudeste. Os eventos extremos são causados pelas mudanças climáticas e pelo desequilíbrio ambiental, desencadeando desastres naturais de grandes proporções.

Foto: Shana Reis. Disponível em https://www.tempo.com/noticias/actualidade/81-dos-eventos-extremos-observados-pelo-cemaden-em-2023-aconteceram-no-sul-e-sudeste-do-brasil.html . Acesso em 11 jul.2024
O desastre natural apresentado na foto tem origem e consequência, respectivamente:
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A escola lida com culturas, seja no interior da sala de aula, seja nos demais espaços escolares, e a geografia escolar é uma das mediações pelas quais o encontro e o confronto entre culturas acontecem. Nesse sentido, ensinar geografia é abrir espaço na sala de aula para o trabalho com os diferentes saberes dos agentes do processo de ensino, alunos e professores (CAVALCANTI, 2012). Nesse contexto, a Topofilia pode-se traduzir como base teórica de um trabalho pedagógico em geografia.
SILVA FILHO, Jeovanes Lisboa da; LIMA, Maria das Graças Chalega. Topofilia aplicado à educação como estratégia para a sustentabilidade ambiental: experiência na escola municipal Dom Expedito Lopes em Lajeado (PE).
Disponível em: https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/ 553165/2/colet%C3%A2nea%20PR%C3%81TICAS%20PEDAG%C3%93GICAS%20DA%20GEOGRAFIA.pdf. Acesso em: 19 jul.2024. Adaptado.
A Topofilia pode ser utilizada como ferramenta de um trabalho pedagógico em Geografia porque
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A foto a seguir apresenta uma área inundada pelas chuvas ocorridas em 2022 na Região Metropolitana de Recife/PE.

Foto: Clauber Cleber Caetano/PR. Disponível em: https://www.folhape.com.br/noticias/chuvas-intensas-serao-mais-frequentes-o-que-fazer-para-evitar-novos/229237/. Acesso em: 10 jul.2024.
Além da ocorrência da enchente, outro fator associado que acentua a questão de vulnerabilidade socioambiental é
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Surgida na última década do século XX, tem se configurado como uma importante metodologia participativa para o engajamento político e social de comunidades tradicionais e grupos sociais fragilizados social e economicamente. Na luta pelo território e sua defesa, configura-se como instrumento de produção de conhecimento e mobilização. Tal potencial tem fomentado a incorporação desta metodologia em processos formativos, devido as suas contribuições reais à Geografia Escolar (Gomes, 2017). Essa metodologia é, de certo modo, muito importante para a identidade cultural brasileira.
LUCENA DA SILVA, A.; KEURY ALMEIDA GALDINO, L. Ensino de Geografia. Boletim Paulista de Geografia, v. 1, n. 106, p. 63–77, 2022. Disponível em: https://publicacoes.agb.org.br/boletim-paulista/article/view/2240. Acesso em: 19 jul. 2024. Adaptado.
De que metodologia cartográfica trata o enunciado?
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Leia a reportagem a seguir.
O Espaço Ciência da UFPE e o Observatório Nacional (RJ) lançam o projeto MagPlaneta, um experimento global para medir o campo magnético da Terra, e mesmo quem não é pesquisador de uma dessas instituições pode participar. Para isso, basta ter um celular com sensores de campo e GPS e baixar o aplicativo gratuito, o qual registra os resultados obtidos com suas medições.
O Espaço Ciência é um dos museus mais importantes no país voltado para a popularização da Ciência. A concepção do projeto surgiu da necessidade de ser uma instituição geradora de conhecimento e de aumentar sua visibilidade internacional. Sendo o campo magnético da Terra importante inclusive como escudo para partículas de alta energia, vindas principalmente do Sol, é fundamental que a população de uma forma geral conheça mais sobre essa importância. Até por isso está sendo montada uma exposição nesse tema”, afirma Fernando Machado, que é especialista em materiais magnéticos.
Os dados encaminhados pelos colaboradores da ação vão alimentar uma planilha vinculada ao aplicativo Google Earth. Além da mostra sobre geomagnetismo e medição do campo magnético da Terra, que foi citada pelo professor Fernando Machado e deve ser montada de maneira permanente no Espaço Ciência, os realizadores do projeto planejam utilizar os resultados do experimento para elaborar uma publicação.
As variações no campo magnético interferem em vários aspectos da vida humana. “Desde a navegação e o controle de aviões até a transmissão em TVs e celulares e distribuição de energia. Podem, inclusive, indicar a existência de minérios em algumas regiões”, explica o físico Fernando Machado, no material de divulgação do projeto. Universidade Federal de Pernambuco. Brasileiros podem participar do MagPlaneta, experimento global para medir o campo magnético da Terra.
Universidade Federal de Pernambuco. Brasileiros podem participar do MagPlaneta, experimento global para medir o campo magnético da Terra. Universidade Federal
de Pernambuco, 2022. Disponível em:https://www.ufpe.br/agencia/noticias/-
/asset_publisher/dlhi8nsrz4hK/content/brasileiros-podem-participar-do-
magplaneta-experimento-global-para-medir-o-campo-magnetico-da-terra/40615.
Acesso em: 28 jul. 2024. Adaptado.
Dentro de um projeto científico, o trecho em negrito corresponde
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Um dos desafios em ensinar a temática “Deriva Continental e Tetônica de placas” é que muitos alunos não conseguem aplicar e entender esses princípios. Nesse sentido, abordagens práticas que despertem a curiosidade e a motivação dos alunos em aprender são extremamente importantes. Para isso, os alunos propõem diversas atividades práticas:
I. Visitar um museu de história natural e comparar fósseis em comum entre a América do Sul e a África.
II. Medir a distância entre a dorsal meso-atlântica e os litorais brasileiros e africanos a partir de imagens de satélite.
III. Criar um modelo de vulcão utilizando vinagre e bicarbonato de sódio, para demonstrar a alteração da paisagem.
A(s) atividade(s) prática(s) que cumpre(m) esse objetivo é (são):
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