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Observe o mapa dos climas do Brasil.

(ROSS, J. L. S. (org). Geografia do Brasil, 2019, p. 109. Adaptado)
Os números 1, 2 e 3 indicados no mapa, representam sequencialmente os seguintes tipos climáticos:
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Representa um processo que se desenvolvia no interior da sociedade agroexportadora e que acelerou de forma mais contínua no período pós-Segunda Guerra Mundial. Caracterizou-se pela demanda interna de manufaturados, estimulada pelo aumento da circulação de dinheiro, principalmente pelo resultado positivo das exportações.
(ROSS, J. L. S. (org). Geografia do Brasil, 2019, p. 349. Adaptado)
Esse processo foi marcado
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Observe o perfil topográfico no sentido leste-oeste.

(ROSS, J. L. S. (org). Geografia do Brasil, 2019, p. 63. Adaptado)
Os elementos do relevo apresentados no perfil topográfico permitem identificá-lo como sendo entre as regiões
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Consiste em área de terras drenadas por um rio e seus afluentes, formada nas regiões mais altas do relevo por divisores de água, onde as águas das chuvas ou escoam superficialmente, formando os riachos e rios, ou infiltram no solo para formação de nascentes e do lençol freático. Nestes ambientes, o ciclo hidrológico pode ser melhor percebido em área drenada por um curso d’água ou por um sistema conectado de cursos d’água, tal que toda a vazão efluente seja descarregada por um curso principal e limitada perifericamente por uma unidade topográfica mais elevada.
(RIBEIRO, W. C. Patrimônio Ambiental Brasileiro, 2003, p. 417. Adaptado)
As características do meio físico indicadas no texto apontam para o conceito de
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A característica principal de superfícies cársticas é a substituição da rede de drenagem fluvial, com seus vales e canais organizados por bacias de drenagem centrípeta, que, à primeira vista, formam um quadro de drenagem caótico. Essas bacias conduzem a água superficial para sumidouros.
(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra, 2000, p. 134. Adaptado)
Associadas a essa drenagem centrípeta, aparecem feições típicas de relevos cársticos, que são
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A origem da teoria da Tectônica de Placas emergiu no início do século XX, sendo motivada, naquele momento, pela semelhança dos contornos da América do Sul e do continente Africano que se encaixam como um quebra- -cabeça.
(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra, 2000, p. 98-9. Adaptado)
O defensor dessa teoria foi o pesquisador
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Os limites das placas tectônicas podem ser de diferentes tipos. Temos um tipo de limite de placas tectônicas que se manifesta nas dorsais mesooceânicas, onde as placas se afastam uma da outra, com a formação de nova crosta oceânica.
(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra, 2000, p. 103. Adaptado)
Esse tipo de placa tectônica é definido como placas
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Observe o gráfico, que retrata um processo de utilização da água de aquífero ocorrido em Lima (Peru).

(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra, 2000, p. 432. Adaptado)
A análise do gráfico permite concluir que
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As rochas ígneas ou magmáticas se formam a partir de material fundido em partes profundas do interior da terra. À medida que o magna se desloca para regiões “mais frias”, perde calor e se consolida.
(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra, 2000, p. 328. Adaptado)
Um exemplo de rocha ígnea ou magmática de amplo uso comercial é
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A rede rodoviária do território brasileiro apresenta uma padronização em sua nomenclatura seguindo uma lógica geográfica, com base na orientação predominante das estradas.
(THÉRY, H.; MELLO, N. A. Atlas do Brasil. Disparidades e dinâmicas do território, 2018, p.273-74. Adaptado)
Essa lógica define que as rodovias norte-sul (longitudinais), leste-oeste (transversais) e noroeste para sudeste ou de nordeste para sudoeste (diagonais) receberão, respectivamente, os códigos iniciais:
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