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Santos e Silveira (2001), em seu livro O Brasil – território e sociedade no início do século XXI, propõe uma divisão regional baseada na difusão diferencial do meio técnico-cientifico-informacional e nas heranças do passado. Uma dessas regiões seria uma área de povoamento antigo, onde a constituição do meio mecanizado se deu de forma pontual e pouco densa e onde a respectiva circulação de pessoas, produtos, informações, ordens e dinheiro era precária, tanto em razão do tipo e da natureza das atividades (sobretudo uma agricultura pouco intensiva) como em virtude da estrutura da propriedade. A influência do fenômeno da globalização e a instalação do meio técnico cientifico-informacional em certas manchas do território regional, como nas áreas irrigadas, vão-se dar sobre o quadro socioespacial praticamente engessado.
(SANTOS, M.; SILVEIRA, M. L. O Brasil – território e sociedade
no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001)
A região que os autores se referem consta na alternativa:
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Haesbaert e Porto-Gonçalves (2006) apresenta a seguinte definição: forma de interação cultural não dicotômica (que não separa “nós” e os “outros”), que produz miscigenação e identidade múltiplas, em espaços muito mais organizados na forma de redes do que territórios-zonas bem delimitados.
(HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES, C. W.
A nova des-ordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006)
Essa definição refere-se a:
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A década de1970 viu o surgimento de uma geografia fundamentada no materialismo histórico e na dialética. Intensos debates ocorrem a partir dessa década e no âmbito desses debates, o espaço reaparece como o conceito-chave. Debate-se, de um lado, se na obra de Marx o espaço está presente ou ausente e, de outro, qual a natureza e o significado do espaço. A identificação das categorias de análise do espaço é outra preocupação dos geógrafos dessa vertente.
(CASTRO, I. E.; GOMES, P. C. C.; CORREA, R. L. (orgs.). Geografia:
Conceitos e temas. 7 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005)
O enunciado refere-se à geografia:
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De acordo com o Currículo Paulista (2019), umas das unidades temáticas tem como foco as noções de pertencimento e identidade. Nos anos iniciais, prioriza-se a alfabetização cartográfica e a relação do sujeito na escala da vida cotidiana e em comunidade, enquanto nos anos finais, o enfoque é a relação do sujeito e a ampliação de escalas, Brasil e Mundo, destacando a importância da formação do cidadão crítico, democrático e solidário.
(SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação.
CURRÍCULO PAULISTA. Geografia. São Paulo: SE, 2019. p. 407 – 448)
A unidade a que o enunciado se refere consta na alternativa:
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De acordo com o Currículo paulista (2019), o foco do ensino de Geografia hoje está no estudo do conceito que pode ser entendido como produto das relações sociais, econômicas, políticas, culturais, simbólicas e ambientais que nele se estabelecem.
(SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação.
CURRÍCULO PAULISTA. Geografia. São Paulo: SE, 2019. p. 407 – 448)
O conceito a que se refere o texto está contido na alternativa:
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Sobre o Cinturão Orogênico do Atlântico, que possui uma faixa de grande complexidade litológica e estrutural, com predominância de rochas metamórficas de diferentes tipos e idades e, secundariamente, intrusivas, é possível afirmar o que se encontra na alternativa:
(ROSS, J. L. S. Ecogeografia do Brasil.
São Paulo: Oficina de Textos, 2006)
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O magma apresenta variações composicionais significativas em função de sua gênese e dos processos modificadores que podem ocorrer durante a sua cristalização. A variedade composicional das rochas formadas a partir do magma é consequência natural da variedade composicional dos magmas a partir dos quais se consolidaram.
(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra.
São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2000)
O tipo de rocha formado a partir desse processo é:
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O ciclo hidrológico tem uma aplicação prática ao estudo de recursos hídricos que visa avaliar e monitorar a quantidade de água disponível na superfície da Terra.
(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra.
São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2000)
A unidade geográfica para esse tipo de estudo é:
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De acordo com Ross (2006), o século XIX foi marcado pela mudança da base econômica do Brasil. Em 1808, o país ainda é colônia e tem início o cultivo nas terras baixas e morros dos arredores da cidade do Rio de Janeiro. Em menos de um século, esse cultivo percorreu grande parte das terras dos atuais estados do Rio de Janeiro, centro-sul de Minas Gerais e o leste-nordeste de São Paulo.
(ROSS, J. L. S. Ecogeografia do Brasil.
São Paulo: Oficina de Textos, 2006)
O cultivo a que se refere o texto é o apresentado na alternativa:
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O tipo de mapa que é empregado quando o objetivo principal é a identificação de movimentos em uma região, como os deslocamentos de população, as rotas de modais de transportes, migração de animais, entre outros, é o
(FITZ, P. R. Cartografia Básica. São Paulo: Oficina de Textos, 2008)
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