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Foram encontradas 46.115 questões.

3981250 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Barra Garças-MT
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Esta industrialização do campo é possível justamente pelo aumento da produtividade, pela ampliação da capacidade de produção agrícola, através da absorção de formas de produção da indústria pelo campo - concentração dos meios de produção (neste caso, especialmente a da propriedade da terra), especialização da produção e mecanização. Estes mecanismos acentuam a articulação entre a cidade e o campo, transformando o rural, um espaço altamente dependente do urbano, inclusive porque há um aumento do consumo da produção e dos serviços da cidade pelos moradores do campo. Esta articulação acentuada coloca em dúvida a própria distinção entre a cidade e o campo.

SPOSITO, M. Capitalismo e urbanização. 5ª ed. São Paulo: Contexto, 1994, p. 65.

Na perspectiva analítica acima, campo e cidade estão cada vez mais:
 

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3981249 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Barra Garças-MT
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Assim, a cultura popular, "cultura selvagem" e irracional, é substituída, lenta ou rapidamente, pela cultura de massas, o espaço "selvagem" cede lugar a um espaço que enquadra e limita as expressões populares, e o que deveria surgir como sociedade de massas apenas se dá como sociedade alienada. Em lugar do cidadão surge o consumidor insatisfeito e, por isso, votado a permanecer consumidor. Sua dependência em relação a novos objetos limita sua vocação para obter uma individualidade e reduz a possibilidade dos encontros interpessoais diretos e enriquecedores, porque simbólicos em sua própria origem.

SANTOS, M. O espaço do cidadão. São Paulo: Nobel, 1987, p. 16-17.

Um dos elementos marcantes para a transformação do cidadão para um consumidor, na ótica de pensadores como Milton Santos, envolve a:
 

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3981248 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Barra Garças-MT
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Portanto, assim como os EUA do pós-guerra, a China ganha centralidade no comércio mundial, tornando-se destino de parcela crescente da produção - não só de commodities, mas também de eletrônicos e serviços de alto valor agregado. Porém, ao contrário do caso anterior, esta centralidade é rivalizada pela permanência de alta demanda do mercado norte-americano, em que pese o choque da crise financeira de 2008.

HENDLER, B. Crise de hegemonia e rivalidade EUA-China. In: MUSSE, R. (Org.). China contemporânea: Seis interpretações. 1ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 122.

Um dos elementos pertinentes às disputas hegemônicas entre EUA e China envolve as/os:
 

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3981247 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Barra Garças-MT
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A pobreza e a exclusão socioespacial, antes amplamente dominantes nos países periféricos, hoje alcançam com inusitada amplitude também nos países centrais e nas cidades mais ricas do mundo. Não há, também, como acreditava uma certa esquerda, uma relação unilateral e estável entre países centrais "exploradores" e países periféricos "explorados". Formas aviltantes de exploração se dão tanto dentro da Periferia quanto do Centro, e nada impede que um espaço nacional periférico se transforme, ainda que em um processo lento e com custos muito altos, em um espaço central.

HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES, C. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006, p. 137.

As desigualdades socioespaciais perceptíveis nos centros hegemônicos do capitalismo mundial trazem como impacto a:
 

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3981246 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Barra Garças-MT
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O espaço na visão hartshorniana é o espaço absoluto, isto é, um conjunto de pontos que tem existência em si, sendo independente de qualquer coisa. É um quadro de referência que não deriva da experiência, sendo apenas intuitivamente utilizado na experiência. Trata-se de uma visão kantiana, por sua vez influenciada por Newton, em que o espaço (e o tempo) associa se a todas as dimensões da vida.

CASTRO, I.; GOMES, P.; CORRÊA, R. (Orgs.). Geografia: conceitos e temas. 10ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 18.

A percepção sobre o conceito de espaço descrita acima envolve qual escola da geografia:

 

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3981245 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Barra Garças-MT
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O aparecimento de um imenso setor produtivo ladeado por uma série de instrumentos políticos, financeiros e institucionais, tem possibilitado mais um salto qualitativo da economia chinesa. A predominância estatal sobre os gânglios vitais da grande produção e da grande finança unida a uma soberania monetária particular permite ao Estado gerir um processo que entrelaça tanto uma maior restrição à ação da lei do valor quanto da transição de uma planificação orientada à geração de valor e ao mercado para o que chamamos de planejamento baseado no projeto. É essa transformação operada ao longo dos últimos 20 anos, que explica, em grande medida, a crescente capacidade de intervenção do Estado chinês sobre o território e a economia do país, independentemente da queda da participação do Estado no que tange ao controle dos fluxos de renda no país.

JABBOUR, E.; DANTAS, A. Apontamentos sobre a geopolítica da China. In: MUSSE, R. (Org.). China contemporânea: Seis interpretações. 1ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 50-51.

Uma das transformações que envolvem o caso do desenvolvimento chinês pode ser indicada pela capacidade estatal em:
 

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3981244 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Barra Garças-MT
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Países tipicamente de imigração até a primeira metade do século XX, como o Brasil, no mesmo ritmo com que suas economias entraram em crise, tornaram-se países de emigração. Pela observação dos principais fluxos migratórios do mundo contemporâneo, fica evidente a relação crise-expansão econômica, com países mais pobres exportando força de trabalho para países mais ricos.

HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES, C. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006, p. 94.

Um dos efeitos contraditórios que do exposto acima envolve a(o):
 

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3981243 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Barra Garças-MT
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A racionalização geográfica do processo produtivo depende, em parte, da estrutura mutável dos recursos de transporte, das matérias-primas, das demandas do mercado em relação à indústria, da tendência inerente à aglomeração e à concentração da parte do próprio capital. No entanto, essa tendência exige, para sustentá-la, a inovação tecnológica.

HARVEY, D. A produção capitalista do espaço. 2ª ed. São Paulo: Annablume, 2005, p. 50.

O texto sustenta que a inovação tecnológica é um paradigma importante nas relações econômicas contemporâneas, já que:
 

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3981242 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Barra Garças-MT
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Com a rápida expansão da industrialização para alguns países periféricos (alguns denominados depois "semiperiféricos"), principalmente a partir dos anos 1950, houve uma complexidade dos espaços produtivos. Dessa forma, a nova divisão internacional do trabalho passou a ser baseada não estritamente nos setores da economia por tipo de produto, mas nos níveis tecnológicos de produção, nas formas de gestão e nas relações de trabalho dominantes, o que inclui, é claro, o valor dos salários pagos aos trabalhadores.

HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES, C. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006, p. 43.

A partir do excerto acima, um dos desafios ainda correntes em relação à indústria brasileira envolve a:
 

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3981241 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Barra Garças-MT
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A reorganização espacial da economia brasileira acompanhou as modificações substanciais do modo de inserção do Brasil na economia-mundo. A formidável expansão do sistema capitalista mundial no pós-guerra foi acompanhada pelo Brasil, já não somente como exportador de mercadorias, mas, devido à marcante presença do Estado na oferta de infraestrutura, como campo de investimentos, produtivos de empresas nacionais e multinacionais.

BECKER, B.; EGLER, C. Brasil, uma nova potência regional na economia mundo. 8ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011, p. 112.

Um dos elementos que corroboram o modo de inserção do Brasil na economia-mundo no pós-segunda guerra é a(o):
 

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