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Paciente de sexo masculino, de 45 anos com pós-AVCi, apresentou na avaliação fonoaudiológica as seguintes manifestações: foi capaz de realizar muito bem as provas de repetição sem, necessariamente, compreender o que repetiu; emissão oral fluente com presença de parafasias semânticas, anomias e circunlóquios; compreensão da escrita alterada, embora a leitura em voz alta é boa com a presença de algumas parafasias, mas não foi capaz de compreender o que leu; teve melhor desempenho no ditado do que nas provas de escrita espontânea. Diante de tais manifestações, o fonoaudiólogo pode inferir que se trata de uma afasia do tipo
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Com base em Ortiz (2010), a compreensão da fala inicia-se pela recepção e pela análise acústica do som, de forma que o estímulo sonoro é captado na área auditiva primária, área de Heschl, situada no giro
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Assinale a alternativa que apresenta possíveis manifestações da afasia do tipo Broca, segundo Ortiz (2010).
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A literatura pautada em Ortiz (2010) descreve que há certo consenso no que tange às especializações hemisféricas de diferentes funções cognitivas, de forma que o hemisfério direito está relacionado a funções como percepção visuoespacial, reconhecimento de expressões faciais, bem como
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Segundo Ortiz (2010), na avaliação de um paciente com apraxia de fala como sequela neurológica, em relação aos aspectos sequenciais da fala, uma análise revela três tipos fundamentais de erros: antecipação, reiteração e metátese. Assinale a alternativa que explica o erro e apresenta um exemplo de metátese.
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Segundo Ortiz (2010), os dois tipos principais de apraxia são a ideatória e a ideomotora. É correto afirmar que a apraxia ideatória consiste em
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Para a terapia fonoaudiológica nas alterações de fala por disartrias, a literatura, segundo Ortiz (2010), considera como pontos fundamentais para o tratamento os processos motores de respiração, fonação, ressonância, articulação e prosódia. No que diz respeito à respiração, a avaliação fonoaudiológica para determinar condutas deve considerar que alterações na amplitude da respiração podem gerar
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Na avaliação clínica da fala de indivíduos com fissura labiopalatina, a literatura aponta testes complementares de avaliação de ressonância, como o teste em que é solicitada ao paciente a emissão de uma vogal sustentada, sendo utilizadas duas emissões das vogais /i/ e /u/ e de vocábulos dissílabos com o fonema /b/ variando a tonicidade da sílaba. A primeira emissão é realizada normalmente e, na segunda, o fonoaudiólogo pinça as narinas do paciente com o polegar e indicador, fechando-as. Esse teste complementar é chamado de
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As características vocais dos pacientes com disartrias podem ser variáveis dependendo do nervo craniano lesado, de forma que, quando há comprometimento no componente funcional de ressonância afetando o funcionamento do músculo elevador do esfíncter velofaríngeo, pode-se afirmar que o nervo craniano comprometido é o
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Na avaliação fonoaudiológica, paciente com 53 anos, homem, com histórico de acidente vascular cerebral em tronco encefálico apresentou as seguintes características de fala e voz: imprecisão na articulação das consoantes, voz rouca, qualidade vocal tensa-estrangulada, monotonia, hipernasalidade e musculatura de fala comprometida nos níveis fonatório, ressonantal e articulatório. Diante dessas características, o fonoaudiólogo pode inferir que esse paciente tem uma disartria
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