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A figura a seguir ilustra um bloco sobre uma barra horizontal de tamanho L, presa por uma corda inextensível, fixada em uma parede, e exercendo sobre a barra uma força tração !$ \vec{T} !$. A barra está também fixada em uma junção com a normal !$ \vec{N} !$ sobre ela. Essas forças que atuam na barra e que junto com o força peso mantêm o sistema em equilíbrio estático estão mostradas na figura, bem como os seus pontos de atuação. As componentes das forças podem ser descritas em um sistema cartesiano bidimensional que contêm todas as forças que atuam na barra.

Com base nessas informações e nos parâmetros definidos na figura, julgue o item a seguir.
A componente vertical da tração !$ \vec{T} !$ depende do ângulo !$ \theta !$ que a corda faz com a barra.
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A figura a seguir ilustra um bloco sobre uma barra horizontal de tamanho L, presa por uma corda inextensível, fixada em uma parede, e exercendo sobre a barra uma força tração !$ \vec{T} !$. A barra está também fixada em uma junção com a normal !$ \vec{N} !$ sobre ela. Essas forças que atuam na barra e que junto com o força peso mantêm o sistema em equilíbrio estático estão mostradas na figura, bem como os seus pontos de atuação. As componentes das forças podem ser descritas em um sistema cartesiano bidimensional que contêm todas as forças que atuam na barra.

Com base nessas informações e nos parâmetros definidos na figura, julgue o item a seguir.
Para uma dada intensidade !$ | \vec{T}| !$ da tração, o ponto onde a corda deve ser presa na parede para equilibrar a barra horizontalmente fica determinado.
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Em um modelo ideal, simplificado, para o fluxo de calor da terra e sua temperatura, a terra é considerada como um corpo material esférico de raio R e massa M, com uma temperatura T uniforme e bem definida, tal que a energia interna é dada por !$ U = MCT !$, em que C é o calor específico da terra. Nesse modelo, existe um fluxo de calor permanente !$ \dot{Q}_i !$, correspondente à radiação incidente sobre a superfície da terra, e uma proporção !$ \dot{Q}_e r \dot{Q}_i ( 0 < r <1 ) !$ dessa radiação é absorvida. A terra emite um fluxo de calor permanente !$ \dot{Q}_s !$ na forma de radiação térmica e em conformidade com a lei de Stefan-Boltzmann !$ \dot{Q}_s = \sigma\,\varepsilon\,ST^4 !$ em que !$ \sigma !$ é a constante de Stefan-Boltzman, S é a área da superfície da terra e !$ 0 < \varepsilon < 1 !$ é a sua emissividade.
Tendo como base as informações precedentes, julgue o item subsecutivo.
A temperatura de equilíbrio é !$ T_{eq} = \sqrt[4]{ (1/ 4 \pi R^2) ( \dot{Q}_e / \sigma \varepsilon)} !$
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Em um modelo ideal, simplificado, para o fluxo de calor da terra e sua temperatura, a terra é considerada como um corpo material esférico de raio R e massa M, com uma temperatura T uniforme e bem definida, tal que a energia interna é dada por !$ U = MCT !$, em que C é o calor específico da terra. Nesse modelo, existe um fluxo de calor permanente !$ \dot{Q}_i !$, correspondente à radiação incidente sobre a superfície da terra, e uma proporção !$ \dot{Q}_e r \dot{Q}_i ( 0 < r <1 ) !$ dessa radiação é absorvida. A terra emite um fluxo de calor permanente !$ \dot{Q}_s !$ na forma de radiação térmica e em conformidade com a lei de Stefan-Boltzmann !$ \dot{Q}_s = \sigma\,\varepsilon\,ST^4 !$ em que !$ \sigma !$ é a constante de Stefan-Boltzman, S é a área da superfície da terra e !$ 0 < \varepsilon < 1 !$ é a sua emissividade.
Tendo como base as informações precedentes, julgue o item subsecutivo.
A equação de balanceamento energético implica que existe uma temperatura de equilíbrio térmico bem definida e que esse equilíbrio térmico é estável.
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Em um modelo ideal, simplificado, para o fluxo de calor da terra e sua temperatura, a terra é considerada como um corpo material esférico de raio R e massa M, com uma temperatura T uniforme e bem definida, tal que a energia interna é dada por !$ U = MCT !$, em que C é o calor específico da terra. Nesse modelo, existe um fluxo de calor permanente !$ \dot{Q}_i !$, correspondente à radiação incidente sobre a superfície da terra, e uma proporção !$ \dot{Q}_e r \dot{Q}_i ( 0 < r <1 ) !$ dessa radiação é absorvida. A terra emite um fluxo de calor permanente !$ \dot{Q}_s !$ na forma de radiação térmica e em conformidade com a lei de Stefan-Boltzmann !$ \dot{Q}_s = \sigma\,\varepsilon\,ST^4 !$ em que !$ \sigma !$ é a constante de Stefan-Boltzman, S é a área da superfície da terra e !$ 0 < \varepsilon < 1 !$ é a sua emissividade.
Tendo como base as informações precedentes, julgue o item subsecutivo.
A equação de balanceamento do fluxo permanente de energia através da superfície da terra é dada por !$ \dot{U} + \dot{Q}_i - \dot{Q}_s = 0 !$.
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Os corpos materiais nunca podem ser estritamente corpos rígidos, pois sempre que submetidos à ação de uma força externa sofrem deformações que alteram as distâncias relativas entre suas partes. As deformações, quando são elásticas e linearmente proporcionais às tensões externas ao qual o corpo está submetido, podem ser calculadas a partir do conhecimento dos módulos de elasticidade de Young, os quais dependem do tipo de material do qual o corpo é constituído. Esses módulos em geral são muito grandes em sólidos e líquidos, implicando que esses materiais deformam muito pouco. Como exemplo, os módulos de Young do ferro e alumínio são dados respectivamente por !$ Y_{ferro} = 21 x 10^{10} Pa !$ e !$ Y_{alumínio} = 7 x 10^{10} Pa !$.
Considerando essas informações, julgue o item a seguir.
Para se dilatar o comprimento de uma barra de alumínio em 1%, é necessário que a tensão externa aplicada nas extremidades da barra seja de 21 x 108Pa.
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Os corpos materiais nunca podem ser estritamente corpos rígidos, pois sempre que submetidos à ação de uma força externa sofrem deformações que alteram as distâncias relativas entre suas partes. As deformações, quando são elásticas e linearmente proporcionais às tensões externas ao qual o corpo está submetido, podem ser calculadas a partir do conhecimento dos módulos de elasticidade de Young, os quais dependem do tipo de material do qual o corpo é constituído. Esses módulos em geral são muito grandes em sólidos e líquidos, implicando que esses materiais deformam muito pouco. Como exemplo, os módulos de Young do ferro e alumínio são dados respectivamente por !$ Y_{ferro} = 21 x 10^{10} Pa !$ e !$ Y_{alumínio} = 7 x 10^{10} Pa !$.
Considerando essas informações, julgue o item a seguir.
Todo sólido submetido a uma tensão externa que aumenta se deforma elasticamente até romper ou quebrar, quando um certo valor limite é alcançado pela tensão externa.
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Os corpos materiais nunca podem ser estritamente corpos rígidos, pois sempre que submetidos à ação de uma força externa sofrem deformações que alteram as distâncias relativas entre suas partes. As deformações, quando são elásticas e linearmente proporcionais às tensões externas ao qual o corpo está submetido, podem ser calculadas a partir do conhecimento dos módulos de elasticidade de Young, os quais dependem do tipo de material do qual o corpo é constituído. Esses módulos em geral são muito grandes em sólidos e líquidos, implicando que esses materiais deformam muito pouco. Como exemplo, os módulos de Young do ferro e alumínio são dados respectivamente por !$ Y_{ferro} = 21 x 10^{10} Pa !$ e !$ Y_{alumínio} = 7 x 10^{10} Pa !$.
Considerando essas informações, julgue o item a seguir.
Todo material tem módulo de Young de dilatação igual ao módulo de compressão.
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Os corpos materiais nunca podem ser estritamente corpos rígidos, pois sempre que submetidos à ação de uma força externa sofrem deformações que alteram as distâncias relativas entre suas partes. As deformações, quando são elásticas e linearmente proporcionais às tensões externas ao qual o corpo está submetido, podem ser calculadas a partir do conhecimento dos módulos de elasticidade de Young, os quais dependem do tipo de material do qual o corpo é constituído. Esses módulos em geral são muito grandes em sólidos e líquidos, implicando que esses materiais deformam muito pouco. Como exemplo, os módulos de Young do ferro e alumínio são dados respectivamente por !$ Y_{ferro} = 21 x 10^{10} Pa !$ e !$ Y_{alumínio} = 7 x 10^{10} Pa !$.
Considerando essas informações, julgue o item a seguir.
Toda deformação elástica implica que um corpo deformado pela ação de uma tensão externa volta à sua configuração original.
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Os corpos materiais nunca podem ser estritamente corpos rígidos, pois sempre que submetidos à ação de uma força externa sofrem deformações que alteram as distâncias relativas entre suas partes. As deformações, quando são elásticas e linearmente proporcionais às tensões externas ao qual o corpo está submetido, podem ser calculadas a partir do conhecimento dos módulos de elasticidade de Young, os quais dependem do tipo de material do qual o corpo é constituído. Esses módulos em geral são muito grandes em sólidos e líquidos, implicando que esses materiais deformam muito pouco. Como exemplo, os módulos de Young do ferro e alumínio são dados respectivamente por !$ Y_{ferro} = 21 x 10^{10} Pa !$ e !$ Y_{alumínio} = 7 x 10^{10} Pa !$.
Considerando essas informações, julgue o item a seguir.
Se uma barra de alumínio e outra de ferro do mesmo tamanho forem submetidas a uma mesma força externa que tende a comprimi-las, então a barra de alumínio irá se comprimir três vezes mais que a barra de ferro.
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