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Com base no enunciado “penso, logo existo” , apresentado por René Descartes no Discurso do Método e na filosofia cartesiana, julgue os itens a seguir.
Entre as ideias inatas, presentes no espírito, encontram-se ideias geométricas e certas ideias físicas, como a de movimento, o que fornece um grau de certeza à física análogo à matemática.
Entre as ideias inatas, presentes no espírito, encontram-se ideias geométricas e certas ideias físicas, como a de movimento, o que fornece um grau de certeza à física análogo à matemática.
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Claro que a autonomia da pergunta filosófica só pode surgir ao cabo de um longo itinerário. Se, em Homero, o poeta se esconde, anônimo, atrás dos feitos dos deuses e dos heróis, já Hesíodo se apresenta como homem e quase que constrói a seu modo uma teogonia. Dessa forma, a atividade racional do homem afirma-se com uma intensidade crescente, até atingir, ao tempo dos pré-socráticos, o seu primeiro momento de maturidade.
Gerd A Bornhein. 0s filósofos pré-socráticos.
Considerando o texto acima, julgue o próximo item.
O autor identifica autonomia filosófica com maior racionalidade n o discurso filosófico , se comparado com o discurso do mito.
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Em algumas obras de Platão, como O banquete, O político, Timeu e Fédon , há a presença de mitos. Com relação às características e funções do mito, julgue o item subsequente.
O mito, nas obras de Platão, tem intenção pedagógica.
O mito, nas obras de Platão, tem intenção pedagógica.
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Em algumas obras de Platão, como O banquete, O político, Timeu e Fédon , há a presença de mitos. Com relação às características e funções do mito, julgue o item subsequente.
O mito, nas obras de Platão, pretende, em alguns momentos, substituir o argumento racional do pensamento filosófico.
O mito, nas obras de Platão, pretende, em alguns momentos, substituir o argumento racional do pensamento filosófico.
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Em algumas obras de Platão, como O banquete, O político, Timeu e Fédon , há a presença de mitos. Com relação às características e funções do mito, julgue o item subsequente.
Assim como o discurso filosófico, o mito, nas obras de Platão, é um método para a busca da verdade.
Assim como o discurso filosófico, o mito, nas obras de Platão, é um método para a busca da verdade.
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A investigação lógica dos métodos de economia política leva a um resultado que pode ser empregado a todas as ciências sociais. Esse resultado mostra que há um método puramente objetivo nas ciências sociais, que se pode bem designar como o método objetivo-compreensivo ou como lógica situacional. Uma ciência social objetivo-compreensiva pode ser desenvolvida independentemente de todas as ideias subjetivas ou psicológicas - por exemplo, desejos, motivos, lembranças e associações. (...) O método da análise situacional é, portanto, um método individualista, mas não psicológico. (...) Costumo chamá-lo lógica situacional. As explicações da lógica situacional aqui descritas são reconstruções racionais, teóricas. São supersimplifícações e superesquematizadas e, por isso, em geral, falsas. No entanto, podem ter grande conteúdo de verdade e podem, no sentido estritamente lógico, ser boas aproximações da verdade (...). N esse sentido, o conceito lógico de aproximação da verdade é indispensável para as ciências sociais que se baseiam na análise situacional. Mas, sobretudo, as análises situacionais são racional e empiricamente criticáveis e passíveis de melhoria.
Karl Popper. A lógica das ciências sociais (com adaptações).
Karl Popper defende a existência de uma objetividade nas ciências sociais, entendendo por isso a presença de elementos psicológicos nas explicações científicas do domínio social.
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A investigação lógica dos métodos de economia política leva a um resultado que pode ser empregado a todas as ciências sociais. Esse resultado mostra que há um método puramente objetivo nas ciências sociais, que se pode bem designar como o método objetivo-compreensivo ou como lógica situacional. Uma ciência social objetivo-compreensiva pode ser desenvolvida independentemente de todas as ideias subjetivas ou psicológicas - por exemplo, desejos, motivos, lembranças e associações. (...) O método da análise situacional é, portanto, um método individualista, mas não psicológico. (...) Costumo chamá-lo lógica situacional. As explicações da lógica situacional aqui descritas são reconstruções racionais, teóricas. São supersimplifícações e superesquematizadas e, por isso, em geral, falsas. No entanto, podem ter grande conteúdo de verdade e podem, no sentido estritamente lógico, ser boas aproximações da verdade (...). N esse sentido, o conceito lógico de aproximação da verdade é indispensável para as ciências sociais que se baseiam na análise situacional. Mas, sobretudo, as análises situacionais são racional e empiricamente criticáveis e passíveis de melhoria.
Karl Popper. A lógica das ciências sociais (com adaptações).
Para Karl Popper, o método da análise situacional é individualista, logo subjetivista.
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A investigação lógica dos métodos de economia política leva a um resultado que pode ser empregado a todas as ciências sociais. Esse resultado mostra que há um método puramente objetivo nas ciências sociais, que se pode bem designar como o método objetivo-compreensivo ou como lógica situacional. Uma ciência social objetivo-compreensiva pode ser desenvolvida independentemente de todas as ideias subjetivas ou psicológicas - por exemplo, desejos, motivos, lembranças e associações. (...) O método da análise situacional é, portanto, um método individualista, mas não psicológico. (...) Costumo chamá-lo lógica situacional. As explicações da lógica situacional aqui descritas são reconstruções racionais, teóricas. São supersimplifícações e superesquematizadas e, por isso, em geral, falsas. No entanto, podem ter grande conteúdo de verdade e podem, no sentido estritamente lógico, ser boas aproximações da verdade (...). N esse sentido, o conceito lógico de aproximação da verdade é indispensável para as ciências sociais que se baseiam na análise situacional. Mas, sobretudo, as análises situacionais são racional e empiricamente criticáveis e passíveis de melhoria.
Karl Popper. A lógica das ciências sociais (com adaptações).
Segundo Karl Popper, sendo a análise situacional racional a base de uma ciência social objetiva, isso significará uma racionalidade dessa ciência.
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A investigação lógica dos métodos de economia política leva a um resultado que pode ser empregado a todas as ciências sociais. Esse resultado mostra que há um método puramente objetivo nas ciências sociais, que se pode bem designar como o método objetivo-compreensivo ou como lógica situacional. Uma ciência social objetivo-compreensiva pode ser desenvolvida independentemente de todas as ideias subjetivas ou psicológicas - por exemplo, desejos, motivos, lembranças e associações. (...) O método da análise situacional é, portanto, um método individualista, mas não psicológico. (...) Costumo chamá-lo lógica situacional. As explicações da lógica situacional aqui descritas são reconstruções racionais, teóricas. São supersimplifícações e superesquematizadas e, por isso, em geral, falsas. No entanto, podem ter grande conteúdo de verdade e podem, no sentido estritamente lógico, ser boas aproximações da verdade (...). N esse sentido, o conceito lógico de aproximação da verdade é indispensável para as ciências sociais que se baseiam na análise situacional. Mas, sobretudo, as análises situacionais são racional e empiricamente criticáveis e passíveis de melhoria.
Karl Popper. A lógica das ciências sociais (com adaptações).
Karl Popper apresenta a crítica com base em elementos empíricos como um dos aspectos centrais da racionalidade nas ciências sociais.
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As crianças pré-verbais conseguem aprender algo acerca do mundo, como conseguem também os cachorros e os chimpanzés. Como a todos eles falta uma linguagem natural, o vocabulário em que são interiormente formuladas as hipóteses não é uma tal linguagem. Tem de ser uma outra espécie de linguagem: a linguagem de pensamento. (...) Os relatos de primeira pessoa são importantes fontes de conhecimento quando o objeto de conhecimento é a própria pessoa que o faz. Quando, porém, o objeto é impessoal (como, por exemplo, a natureza das estrelas ou os hábitos alimentares do musaranho de rabo curto), o relato de uma intuição não corresponde a nenhum critério significativo de prova.
P. Moser, D. Mulder, J. Trout. A teoria do
conhecimento: uma introdução temática
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