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Texto para responder à questão.
A regra científica fundamental, conquanto aceita, intuitivamente, por todos os cientistas, ocupa, entre os mesmos, e até entre os filósofos da ciência, um papel secundário, quando não totalmente ignorada. Via de regra, considera-se a ciência como que apoiada em regras outras, como, por exemplo: o princípio da causalidade de Kant; a regra metodológica de Popper, que se associa a seu método dedutivo de prova; o princípio ou argumento indutivista; e as regras ou critérios de utilidade.
Alberto Mesquita Filho. Teoria sobre o método científico. Em busca de um modelo unificante para as ciências e de um retorno. Internet: <http://br.monografias.com> (com adaptações).
A respeito do falsificacionismo, assinale a alternativa correta.
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Texto para responder à questão.
A regra científica fundamental, conquanto aceita, intuitivamente, por todos os cientistas, ocupa, entre os mesmos, e até entre os filósofos da ciência, um papel secundário, quando não totalmente ignorada. Via de regra, considera-se a ciência como que apoiada em regras outras, como, por exemplo: o princípio da causalidade de Kant; a regra metodológica de Popper, que se associa a seu método dedutivo de prova; o princípio ou argumento indutivista; e as regras ou critérios de utilidade.
Alberto Mesquita Filho. Teoria sobre o método científico. Em busca de um modelo unificante para as ciências e de um retorno. Internet: <http://br.monografias.com> (com adaptações).

Internet: <http://br.monografias.com>.
Considerando o esquema apresentado, assinale a alternativa correta.
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Texto para responder à questão.
A regra científica fundamental, conquanto aceita, intuitivamente, por todos os cientistas, ocupa, entre os mesmos, e até entre os filósofos da ciência, um papel secundário, quando não totalmente ignorada. Via de regra, considera-se a ciência como que apoiada em regras outras, como, por exemplo: o princípio da causalidade de Kant; a regra metodológica de Popper, que se associa a seu método dedutivo de prova; o princípio ou argumento indutivista; e as regras ou critérios de utilidade.
Alberto Mesquita Filho. Teoria sobre o método científico. Em busca de um modelo unificante para as ciências e de um retorno. Internet: <http://br.monografias.com> (com adaptações).
Com base no texto, é correto afirmar que Thomas Kuhn
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“Pensamento filosófico relacionado à teoria do conhecimento, que denota estar na experiência a origem de todas as ideias.” (http://www.mundoeducacao.com.br)
O trecho se refere à escola filosófica
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Nos primórdios da filosofia, a sede pela descoberta da origem de tudo levou muitos filósofos a desenvolverem teorias que possuíam elementos primordiais, ou seja, elementos de onde vinham todas as coisas, como foi o caso com a água, o ar e os números. O argumento dos números, como elemento primordial, deve ser atribuído ao pensamento de
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Através do estudo da história da filosofia pode-se ter uma noção das diversas maneiras que o homem compreendeu o mundo que o cerca. Na história da filosofia eram conhecidos como os filósofos da Physis os
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Para ele, os governantes devem cuidar para que os membros da sociedade desenvolvam ao máximo as suas capacidades intelectuais e humanas. Trata-se de
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A propriedade se constitui um direito natural segundo a concepção de
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A dúvida pode significar o fim de uma fé, ou pode significar o começo de outra. Em dose moderada, estimula o pensamento. Em excesso, paralisa-o. A dúvida, como exercício intelectual, proporciona um dos poucos prazeres puros, mas, como experiência moral, ela é uma tortura. Aliada à curiosidade, é o berço da pesquisa e assim de todo conhecimento sistemático. Em estado destilado, mata toda curiosidade e é o fim de todo conhecimento.
O ponto de partida da dúvida é sempre uma fé, uma certeza. A fé é, pois, o estado primordial do espírito. O espírito “ingênuo” e “inocente” crê. Essa ingenuidade e inocência se dissolvem no ácido corrosivo da dúvida, e o clima de autenticidade se perde irrevogavelmente. As tentativas dos espíritos corroídos pela dúvida de reconquistar a autenticidade, a fé original, não passam de nostalgias frustradas em busca da reconquista do paraíso perdido. As certezas originais postas em dúvida nunca mais serão certezas autênticas. Tal dúvida, metodicamente aplicada, produzirá novas certezas, mais refinadas e sofisticadas, mas essas certezas novas não serão autênticas. Conservarão sempre a marca da dúvida que lhes serviu de parteira.
A dúvida, portanto, é absurda, pois substitui a certeza autêntica pela certeza inautêntica. Surge, portanto, a pergunta: “por que duvido?” Essa pergunta é mais fundamental do que a outra: “de que duvido?” Trata-se, portanto, do último passo do método cartesiano: duvidar da dúvida — duvidar da autenticidade da dúvida. A pergunta “por que duvido?” engendra outra: “duvido mesmo?”
Descartes, e com ele todo o pensamento moderno, parece não dar esse último passo. Aceita a dúvida como indubitável.
Vilém Flusser. A dúvida. São Paulo: Editora
Annablume, 2011, p. 21-2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir.
Assumindo-se que, segundo Platão, o não ser decorre de uma inadequação entre a conceituação de um objeto e as ideias, entre as quais uma, de fato, é a de objeto, é correto afirmar que a dúvida, de acordo com esse autor, é uma das portas de entrada do não ser.
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