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Foram encontradas 7.215 questões.

2238382 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Após a leitura do texto marque a questão.
A presença constante do sagrado
O ser humano alimenta-se de pão. Condição básica de sua existência física. Mas, mais ainda consome bens simbólicos. À medida que se distancia do animal, se humaniza, o universo simbólico torna-se fundamental para sua existência. Ao lado do pão e da água, minguaria até a exaustão, se lhe fosse negado se alimentar de símbolos.
Entre outros símbolos, a religião tem ocupado na história da humanidade posição relevante. Desde as tribos humanas mais simples nas suas estruturas sociais até as sociedades supermodernas, os humanos vêm tecendo redes maravilhosas de símbolos religiosos.
Nessa trajetória espiritual, o comportamento humano não tem sido igual. Houve momentos de maior exuberância religiosa. Houve momentos em que o sagrado parecia condenado a desaparecer, para logo surgir com mais vigor. À primeira vista, pensou-se que se tratava de maior ou menor desenvolvimento mental. As civilizações julgadas primitivas viviam mais fortemente do religioso, do sagrado. As ditas mais desenvolvidas culturalmente iam desprendendo-se dessa dimensão. Tal percepção se revelou apenas parcialmente verdadeira. De fato, as civilizações mais antigas erigiram o sagrado como marco central de suas referências. E as sociedades e culturas modernas foram se deslocando para outros espaços. Entretanto, o sagrado nunca deixou de estar presente. Por isso, a percepção de um processo contínuo e progressivo de perda do sagrado não se revelou verdadeira.
Mais que desaparecimento, como se julgava, houve i eclipses e ressurgimentos sob outras formas e significado. I' Vale a pena percorrer tal itinerário do sagrado e depois perguntar-se pela sua teimosia em continuar presente ainda I!nas sociedades super avançadas do século XX. Talvez este fato aponte para um sentido mais profundo do sagrado na própria existência humana.
Fonte: LlBANIO, João Batista; Miguel Martins Filho. A Busca do Sagrado. São Paulo: FTD, 1991. pp. 6 e 7.
O que o texto quer evidenciar quando menciona que o ser humano se alimenta de pão, água e símbolos?
 

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2238354 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Em algum momento da vida, praticamente todo ser humano pergunta a si mesmo: "Quem sou eu?" Tanto a mitologia quanto a religião se preocuparam em buscar respostas para essa inquietação, assim como a filosofia também. Leia o texto que segue e responda a questão.
Corpo e alma.
A partir do século V a.C., Sócrates põe o ser humano sob o foco do pensamento filosófico grego. Afirma-se que ele adotou como lema de sua prática filosófica a inscrição que ficava no portal do famoso Oráculo de Delfos, templo dedicado ao deus Apolo: "Conhece-te a ti mesmo e conhecerás os homens, o mundo e os deuses". Essa inscrição considera o ser humano como a fonte de todo o conhecimento e o meio pelo qual é possível conhecer os outros, o mundo e até os deuses, uma vez que aquela exigência única fosse cumprida por meio da prática filosófica para Sócrates, uma forma de autoconhecimento, a vida, examinada e investigada se tornaria mais digna de ser vivida.
Ainda na Antiguidade, dois filósofos deram importantes contribuições para a incógnita em torno do ser humano: Platão e Aristóteles.
Platão afirmava que o ser humano é composto de um corpo físico, material, imperfeito e mortal, e de uma alma, imaterial, perfeita e imortal. Não se pode pensar no ser humano apenas como um corpo, nem apenas como alma; ele é a ligação indissolúvel entre os dois. Precisa, no entanto, ser conduzido pela alma, sede da razão e do pensamento, para que sua vida não se perca nas imperfeições. Platão adverte que a ideia de sermos guiados pela alma não significa uma negação do corpo, por isso, deve-se cuidar dele. É a ginástica do corpo que possibilita a ginástica da alma, proporcionadas pelas reflexões filosóficas. Além disso, uma vez controlados os instintos e as paixões do corpo, a alma pode dedicar-se às ideias.
Sem se afastar do dualismo corpo-alma exposto por Platão, Aristóteles avançou bastante nos estudos filosóficos sobre o ser humano. Desenvolveu uma teoria na qual distingue os vários atributos da alma, sendo a razão o mais importante deles, por ser encontrada apenas nos seres humanos. Definiu o ser humano como um "animal racional' e um 'animal político". Ao afirmar isso, Aristóteles quer dizer que o homem é dotado de pensamento e de linguagem. Para designar tal característica, ele usava a palavra grega lagos, que tanto significa 'razão', 'pensamento', quanto 'palavra', 'linguagem'. Isso porque os gregos antigos afirmavam que o ser humano pensa por meio da linguagem, que pensamento e linguagem estão entrelaçados.
Dessa primeira definição decorre a segunda: se somos seres de linguagem, se nos comunicamos com aqueles que são iguais a nós, então com eles compartilhamos a vida. Por isso, somos seres sociais, políticos, que não apenas vivemos em comunidade, mas que só nos realizamos plenamente na vida política.
Na Idade Média, a filosofia estava profundamente ligada à religião. A Igreja utilizava argumentos filosóficos para reforçar os ensinamentos cristãos. O ser humano era considerado criação e instrumento de Deus. Sendo assim, o mais importante era conhecer aquilo que o criador esperava da criatura. A pergunta então não era "quem sou eu"?, Porém, "como Deus quer que eu seja?".
Fonte: GALLO, Silvio. Filosofia: experiência do pensamento. São Paulo: Scipione, 2013. pp. 66 e 67.
Em uma das alternativas a seguir está o motivo porque Aristóteles definiu o ser humano como um "animal racional" e um "animal político".
 

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1908706 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: IBFC
Orgão: PM-MG

Liberdade e determinismo são conceitos centrais na ética – e dizem respeito a uma das maiores indagações do ser humano em busca do conhecimento de si. Desde a mais remota antiguidade, o tema do determinismo está presente nos relatos míticos, nos quais o destino dos homens é tecido pelos deuses – e hoje nos perguntamos até que ponto a genética ou a cultura e a sociedade nos determinam.

Analise as afirmativas abaixo e marque a alternativa correta.

I. Sentimos, muitas vezes, que as circunstâncias nos obrigam e nos forçam, Já a liberdade se coloca, muito intuitivamente, através da experiência comum de que, em várias situações, escolhemos entre um ou outro caminho a seguir.

II. A consciência de que, mesmo em circunstâncias difíceis, poderíamos ter agido de forma diferente da que fizemos fundamenta o sentimento de que somos livres.

III. A experiência humana quanto ao seu poder de agir é, portanto, bastante complexa e até mesmo contraditória; não é de surpreender, portanto, que a reflexão filosófica também o seja.

IV. Por seu significado profundamente existencial, sua contribuição para a formação de pessoas autônomas e sua articulação com a noção de responsabilidade, o tema da liberdade e do determinismo

 

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1908705 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: IBFC
Orgão: PM-MG

Sabemos que a ideia de “raças” e de “culturas inferiores” foi muito estimulada no período colonial e do imperialismo, a serviço do projeto de dominação dos povos na América e na Ásia.

A partir da ideia do pequeno texto acima, marque a alternativa incorreta.

 

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1908704 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: IBFC
Orgão: PM-MG

Segundo a definição de WONG, o relativismo normativo é “uma doutrina que indica como devemos nos comportar em relação aos que aceitam códigos morais extremamente diferentes do nosso. O relativismo moral afirma que seria um erro emitir julgamento a respeito deles ou querer conformá-los ao nosso próprio código” (Dicionário de Ética e Filosofia Moral, vol.2, p. 490).

Com base no enunciado no fragmento de texto acima, marque a alternativa incorreta.

 

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1908703 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: IBFC
Orgão: PM-MG

O problema da relação entre mito e filosofia é colocado desde a Antiguidade, quando os primeiros filósofos se voltavam criticamente contra a tradição mítica da cultura grega arcaica.

Analise as alternativas abaixo e marque a incorreta.

 

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1908702 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: IBFC
Orgão: PM-MG

O mais famoso argumento apresentado contra o relativismo no terreno do conhecimento encontra-se no Teeteto (170c-171c). “o homem é a medida de todas as coisas”, quer dizer, que cada indivíduo é a medida da verdade, o que significa que tudo o que se diz é verdadeiro, pois assim aparece a quem o diz. Esta frase foi atribuída ao filósofo.

Assinale a resposta correta.

 

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1908701 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: IBFC
Orgão: PM-MG

Como deve ser trabalhado pelo professor o tema da diversidade dos saberes?

Marque a alternativa correta.

 

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1908700 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: IBFC
Orgão: PM-MG

Se é verdade que as distinções platônica e aristotélica tiveram como resultado colocar a filosofia no topo do saber, situando-a no vértice da pirâmide ou na copa da árvore do conhecimento, não é menos exato, em contrapartida, que elas terminaram por fixar a distinção entre as formas de saber ou de conhecimento, levando o filósofo a acostumar-se com a ideia de diversidade.

Analise as afirmativas abaixo e marque a alternativa correta.

I. Ao entrar na era moderna muita coisa muda nesse modo de ver as coisas e o próprio conhecimento

II. A lógica cede lugar para a matemática, a experiência converte-se em experimentação e os experimentos em laboratório passam a ter um papel central.

III. A técnica se dissocia do saber empírico e se vincula à ciência, gerando a tecnologia, a filosofia perde a primazia para a ciência, primeiro para a física, depois para a biologia, e, desde então, é toda a diversidade dos saberes que é questionada, modificada e invertida.

IV. A tendência passa a ser valorizar mais e mais a ciência, e junto com ela a tecnologia, cuja fusão e interdependência vão gerar o complexo das tecnociências.

Estão corretas.

 

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1908699 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: IBFC
Orgão: PM-MG

“Em todo sistema de moral que até hoje encontrei, sempre notei que o autor segue durante algum tempo o modo comum de raciocinar, estabelecendo a existência de Deus, ou fazendo observações a respeito dos assuntos humanos,...”

A frase acima pode ser atribuída a:

 

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