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Foram encontradas 7.215 questões.

2043876 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: UFPR
Orgão: PM-PR
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Considere o seguinte texto:

Não vos deixeis enganar! É vossa curta vista, não a essência das coisas, que vos faz acreditar ver terra firme onde quer que seja no mar do vir-a-ser e perecer. Usais nomes das coisas, como se estas tivessem uma duração fixa: mas mesmo o rio, em que entrais pela segunda vez, não é o mesmo da primeira vez.

(HERÁCLITO DE ÉFESO. Coleção Os Pensadores. Vol. I. São Paulo: Victor Civita, 1973, p. 109.)

Com base no texto e no conhecimento sobre o pensamento de Heráclito de Éfeso, considere as seguintes afirmativas:

1. Em todas as coisas, tem-se a constante transformação e não realidades fixas.

2. Os olhos e os ouvidos são más testemunhas para os homens.

3. A ideia de que tudo se transforma diz respeito ao mundo físico, sendo que em sua essência as coisas não se alteram.

4. O vir-a-ser e o perecer conduzem as pessoas ao engano.

Assinale a alternativa correta.

 

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2016015 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Texto 1

O significado do termo kosmos para os gregos pré-socráticos liga-se diretamente às ideias de ordem, harmonia e mesmo beleza. […] O cosmo é assim o mundo natural, bem como o espaço celeste, enquanto realidade ordenada de acordo com certos princípios racionais. A ideia básica de cosmo é, portanto, a de uma ordenação racional, uma ordem hierárquica, em que certos elementos são mais básicos, e que se constitui de forma determinada, tendo a causalidade como lei principal.

(Danilo Marcondes. Iniciação à história da filosofia, 2010.)

Texto 2

Quando a filosofia, pela mão de Sócrates, “desceu do céu à terra”, na sugestiva expressão de Cícero, o homem passou a ser o centro das indagações dos pensadores gregos. Platão atribui ao mestre a busca obsessiva do ser e do saber humanos.

(João Pedro Mendes. “Considerações sobre humanismo”. Hvmanitas, vol. XLVII, 1995.)

Os textos caracterizam uma mudança importante na história do pensamento filosófico, trazida pela filosofia de Sócrates e que se expressou

 

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2015867 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: ENEM
Orgão: ENEM
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Sem negar que Deus prevê todos os acontecimentos futuros, entretanto, nós queremos livremente aquilo que queremos. Porque, se o objeto da presciência divina é a nossa vontade, é essa mesma vontade assim prevista que se realizará. Haverá, pois, um ato de vontade livre, já que Deus vê esse ato livre com antecedência.

SANTO AGOSTINHO. O livre-arbítrio. São Paulo: Paulus, 1995 (adaptado).

Essa discussão, proposta pelo filósofo Agostinho de Hipona (354-430), indica que a liberdade humana apresenta uma

 

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2015832 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: ENEM
Orgão: ENEM

Na primeira meditação, eu exponho as razões pelas quais nós podemos duvidar de todas as coisas e, particularmente das coisas materiais, pelo menos enquanto não tivermos outros fundamentos nas ciências além dos que tivemos até o presente. Na segunda meditação, o espírito reconhece entretanto que é absolutamente impossível que ele mesmo, o espírito, não exista.

DESCARTES, R. Meditações metafísicas. São Paulo: Abril Cultural, 1973 (adaptado).

O instrumento intelectual empregado por Descartes para analisar os seus próprios pensamentos tem como objetivo

 

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2015364 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: ENEM
Orgão: ENEM

Aquilo que é quente necessita de umidade para viver, e o que é morto seca, e todos os germes são úmidos, e todo alimento é cheio de suco; ora, é natural que cada coisa se nutra daquilo de que provém.

SIMPLÍCIO. In: BORNHEIM, G. A. Os filósofos pré-socráticos. São Paulo: Cultrix, 1993.

O fragmento atribuído ao filósofo Tales de Mileto é característico do pensamento pré-socrático ao apresentar uma

 

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2015197 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Existe apenas um tipo de conhecimento que tende a procurar as últimas causas e a razão de ser, de tudo quanto existe. Esse conhecimento é chamado de

 

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2015196 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Se concordamos com o que diz Aristóteles, na sua Metafísica, ou seja, que todo o homem deseja, por natureza, conhecer as últimas causas de tudo quanto existe, temos que definir o ato de filosofar como sendo:

 

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2015194 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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O Período da História da Filosofia Ocidental o qual defende que o ser humano jamais consegue conhecer a essência das coisas, mas apenas as ideias que tem dessas mesmas coisas, é chamado:

 

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2015193 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
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Na cultura grega e em algumas correntes filosóficas, existe a crença de que cada homem, ao nascer, já traz o seu destino marcado, e regido por uma lei prévia de causa-efeito. Se aceitarmos esse determinismo, estaremos negando, em parte, a essência do homem. Por quê?

 

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2015175 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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O tema do mal, em Hannah Arendt, não tem como pano de fundo a malignidade, a perversão ou o pecado humano. A novidade da sua reflexão reside justamente em evidenciar que os seres humanos podem realizar ações inimagináveis, do ponto de vista da destruição e da morte, sem qualquer motivação maligna. O pano de fundo do exame da questão, em Arendt, é o processo de naturalização da sociedade ocorrido na contemporaneidade. O mal é abordado, desse modo, na perspectiva ético-política e não na visão moral ou religiosa. O mal banal caracteriza-se pela ausência do pensamento. Essa ausência provoca a privação de responsabilidade. O praticante do mal banal não se interroga sobre o sentido da sua ação ou dos acontecimentos ao seu redor.

(Odílio Alves Aguiar. “Violência e banalidade do mal”. www.revistacult.uol.com.br, 14.03.2010. Adaptado.)

Depreende-se do texto que a banalidade do mal na contemporaneidade resulta, segundo Hannah Arendt,

 

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