Foram encontradas 7.215 questões.
O ingresso de Jean-Jacques Rousseau na república das
letras deu-se com a obtenção do prêmio concedido pela
Academia de Dijon, que havia proposto o seguinte tema
para dissertação: “O restabelecimento das ciências e das
artes teria contribuído para aprimorar os costumes?’’ Ao
responder negativamente a essa questão, Rousseau iria
marcar uma posição bem diferente do espírito iluminista
da época. “Se nossas ciências são inúteis no objeto que
se propõem, são ainda mais perigosas pelos efeitos que
produzem”. Antes pois de defender o processo de difusão
das luzes, impõe-se perguntar sobre que tipo de saber
tem norteado a vida dos seres humanos.
(Nascimento, Milton Meira do. In: Weffort, 2006. Adaptado)
A crítica às ciências e às artes, contudo, não significa uma recusa do que seria a verdadeira ciência, a qual, para Rousseau, consiste
(Nascimento, Milton Meira do. In: Weffort, 2006. Adaptado)
A crítica às ciências e às artes, contudo, não significa uma recusa do que seria a verdadeira ciência, a qual, para Rousseau, consiste
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Até Montesquieu, a noção de lei compreendia três dimensões essencialmente ligadas à ideia de lei de Deus. As
leis exprimiam uma certa ordem natural, resultante da
vontade de Deus. Elas exprimiam também um dever-ser,
na medida em que a ordem das coisas estava direcionada para uma finalidade divina. Finalmente, as leis tinham
uma conotação de expressão da autoridade. As leis eram
simultaneamente legítimas (porque expressão da autoridade), imutáveis (porque dentro da ordem das coisas) e
ideais (porque visavam uma finalidade perfeita).
(Albuquerque, J. A. G. In: Weffort, 2006)
Como aponta José-Augusto Guilhon-Albuquerque, Montesquieu abandona a concepção de lei associada a uma ideia de Deus para definir as leis como
(Albuquerque, J. A. G. In: Weffort, 2006)
Como aponta José-Augusto Guilhon-Albuquerque, Montesquieu abandona a concepção de lei associada a uma ideia de Deus para definir as leis como
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A teoria da propriedade de Locke, que é muito inovadora
para sua época, difere bastante da de Hobbes. Para
Hobbes, a propriedade inexiste no estado de natureza
e foi instituída pelo Estado-Leviatã após a formação da
sociedade civil. Assim como a criou, o Estado pode também suprimir a propriedade dos súditos.
(Leonel Itaussu Almeida Mello. In: Weffort, 2006)
Como ressalta Leonel I. Almeida Mello, para John Locke, por outro lado, a propriedade
(Leonel Itaussu Almeida Mello. In: Weffort, 2006)
Como ressalta Leonel I. Almeida Mello, para John Locke, por outro lado, a propriedade
Provas
Questão presente nas seguintes provas
John Locke tornou-se célebre principalmente como autor
do Segundo tratado, que, no plano teórico, constitui um
importante marco da história do pensamento político e, a
nível histórico concreto, exerceu enorme influência sobre
as revoluções liberais da época moderna. O Segundo
tratado é um ensaio sobre a origem, extensão e objetivo
do governo civil. Nele, Locke sustenta a tese de que nem
a tradição nem a força seriam fontes legítimas do poder
político.
(Leonel I. Almeida Mello. In: Weffort, 2006)
Para Leonel I. Almeida Mello, a única fonte legítima de poder político segundo John Locke é
(Leonel I. Almeida Mello. In: Weffort, 2006)
Para Leonel I. Almeida Mello, a única fonte legítima de poder político segundo John Locke é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A chave para entender o pensamento de Thomas Hobbes
é o que ele diz do estado de natureza. Sabemos que
Hobbes é um contratualista, quer dizer, um daqueles filósofos que, entre o século XVI e o XVIII, afirmaram que a
origem do Estado e/ou da sociedade está num contrato:
os homens viveriam, naturalmente, sem poder e sem
organização – que somente surgiriam depois de um pacto firmado por eles, estabelecendo as regras de convívio
social e de subordinação política.
(Janine Ribeiro. In: Weffort, 2006)
Para Renato Janine Ribeiro, a justificativa para o contrato social em Hobbes baseia-se
(Janine Ribeiro. In: Weffort, 2006)
Para Renato Janine Ribeiro, a justificativa para o contrato social em Hobbes baseia-se
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Mais de quatro séculos nos separam da época em que
viveu Maquiavel. Muitos leram e comentaram sua obra,
mas um número consideravelmente maior de pessoas
evoca seu nome ou pelo menos os termos que aí têm
sua origem. Maquiavélico e maquiavelismo são adjetivo e
substantivo que estão tanto no discurso erudito, no debate político, quanto na fala do dia-a-dia. Seu uso extrapola
o mundo da política e habita sem nenhuma cerimônia o
universo das relações privadas.
(Sadek, 2006. In: Weffort, 2006)
Segundo Maria Tereza Sadek, as acepções comuns do maquiavelismo estão associadas a
(Sadek, 2006. In: Weffort, 2006)
Segundo Maria Tereza Sadek, as acepções comuns do maquiavelismo estão associadas a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
É no nível dos pressupostos e premissas que podemos
ter os melhores debates filosóficos, pois, nesse nível, podemos concordar ou discordar sobre a maneira como se
exprime a experiência do mundo, as vivências cotidianas,
as crenças e opiniões, entre outras.
(Savian Filho, 2010. Adaptado)
Segundo esclarece o autor, o debate filosófico ocorre, principalmente, em torno às premissas porque
(Savian Filho, 2010. Adaptado)
Segundo esclarece o autor, o debate filosófico ocorre, principalmente, em torno às premissas porque
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Consideremos a seguinte sentença: “Deve ter chovido
recentemente, porque os peixes não estão mordendo
a isca”. Se imaginarmos a cena descrita por essa sentença, podemos montar o seguinte argumento: “Sempre
que chove, os peixes não mordem a isca. Os peixes não
estão mordendo a isca. Então, deve ter chovido recentemente”.
(Savian Filho, 2010)
Segundo Juvenal Savian Filho, esse argumento deve ser considerado
(Savian Filho, 2010)
Segundo Juvenal Savian Filho, esse argumento deve ser considerado
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Todo argumento ou raciocínio é um movimento do nosso
pensamento para produzir uma conclusão. O ponto de
partida é sempre dados já adquiridos em nossas vivências, e o caminho é o da articulação entre esses dados.
Assim, temos sempre pontos de partida nascidos de nossa
observação do mundo, de ideias já adquiridas.
(Savian Filho, 2010)
Segundo Juvenal Savian Filho, a relação entre premissas e conclusão em um argumento deve garantir a
(Savian Filho, 2010)
Segundo Juvenal Savian Filho, a relação entre premissas e conclusão em um argumento deve garantir a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Contemporâneo da Revolução Francesa e Imbuído do
espírito de sua época, Georg Wilhelm Friedrich Hegel
fundou seu sistema a partir da noção de liberdade do sujeito, cuja experiência se encontra envolvida pelo coletivo.
Nesse sentido, Hegel criticou a filosofia transcendental de
Kant por ser muito abstrata. Hegel introduz uma noção
nova, a de que a razão é histórica, ou seja, a verdade é
construída no tempo. Partindo da noção kantiana de que
o sujeito interfere ativamente na construção da realidade,
propõe o que se chama filosofia do devir, do ser como
processo, como movimento, como vir-a-ser.
(Aranha e Martins, 2009)
Como ressaltam Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, dessa nova concepção de vir-a-ser surge a dialética, entendida por Hegel enquanto uma nova
(Aranha e Martins, 2009)
Como ressaltam Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, dessa nova concepção de vir-a-ser surge a dialética, entendida por Hegel enquanto uma nova
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container