Em uma sociedade pluralista em que os referenciais éticos
não são mais necessariamente partilhados, a ética profissional
interroga o papel social da profissão, suas responsabilidades,
sua função, sua atitude frente aos riscos, ao meio ambiente etc.
(Parizeau, 2003, p.596). Neste sentido, pode-se afirmar que a
ética profissional se caracteriza por:
John Locke afirma que em todos os governos legítimos, a
nomeação das pessoas, que devem aplicar as leis, é um
elemento tão natural e necessário quanto à própria forma de governo (Locke, 1704, p.149). Um ser humano que exerce uma
parte do poder para o qual ele não foi nomeado de acordo com
as leis, e, por conseguinte, não recebeu o consentimento do
povo é entendido por Locke como:
“[...] os poderes públicos têm a capacidade, até mesmo a
obrigação, de fazer respeitar o direito e proteger os cidadãos
contra os danos físicos, o uso da força e da espoliação, eles
deveriam, tanto quanto possível, renunciar a impor a concepção
do bem, por mínima que seja, aos cidadãos e deixá-los livres
para levarem sua vida como bem lhes aprouver.” (Mendus,
2003, p.702). A afirmação acima é compatível com o conceito
estudado como:
A respeito da ética no setor público, julgue o item a seguir.
É vedado ao agente público utilizar informações
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