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O texto sobre “Objetos específicos” pelo artista Donald Judd, foi considerado um manifesto teórico do movimento minimalista. Judd afirma que as características essenciais da produção dos jovens artistas da sua geração que desenvolvem o trabalho minimalista são:
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Em 1967, o artista Hélio Oiticica apresenta “Esquema geral da Nova Objetividade” publicado no catálogo da mostra “Nova Objetividade Brasileira”, realizada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro: “A Nova Objetividade sendo um estado não é pois um movimento dogmático, esteticista (...), mas uma “chegada”, constituída de múltiplas tendências (...)”.
A Nova Objetividade seria a formulação de um estado da arte brasileira de vanguarda cujas principais características são: (A) Neoconstrutivismo; tendência para a escultura; participação do espectador; posicionamento neutro em relação aos acontecimentos políticos e sociais; tendência para proposições individuais; arte conceitual.
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Em seu livro “O mundo da arte popular brasileira”, a autora Angela Mascelani (2002) destaca o universo da arte popular em um estado de permanente movimento que: “[...] atravessa todos os recantos da imaginação e em seu rastro revolve à tona antigas tradições quase esquecidas, inventa temas nunca antes pensados, colhe novidades no repertorio da vida cotidiana, transforma com frescor o patrimônio de muitas gerações.” (p.21)
Sobre a tradição e criação na arte popular, assinale a afirmativa INCORRETA:
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A autora Anamelia Bueno Buoro (2003), no livro “O olhar em construção: uma experiencia de ensino e aprendizagem da arte na escola”, compreende que o educando possui uma estrutura de pensamento e um repertório próprio, e, então, parte da premissa que o conhecimento a ser construído pelo aluno se processa a partir da movimentação entre o repertório imaginário individual e o repertório cultural grupal. Desta maneira, pode-se afirmar como um dos objetivos gerais do projeto pedagógico em arte na seguinte afirmativa:
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A leitura de imagens no ensino da arte transforma a relação imagem e cognição, pois promove educação artística e estética que fornece informação histórica, compreensão de uma gramática visual e do fazer artístico como autoexpressão.
Sobre a importância da imagem no ensino da arte, assinale a alternativa correta:
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As autoras Taís Ferreira e Maria Fonseca Falkembach, em seu livro “Teatro e Dança nos anos iniciais”, realizam reflexões sobre ideias, pensares e práticas em teatro, dança e ludicidade. Sobre o teatro nos ambientes educacionais, formais ou informais, podemos afirmar que:
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Os historiadores de arte Giulio Carlo Argan e Maurizio Fagiolo (1994), no livro “Guia de História da Arte”, estabelecem alguns critérios e fundamentos para os conceitos que buscam delimitar o campo da arte, afirmando que os estudos modernos de história da arte desenvolvem-se segundo diretivas metodológicas fundamentais. De acordo com a perspectiva dos autores, assinale a alternativa correta:
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Em relação à composição cromática e seus efeitos visuais, relacione a primeira coluna com a segunda.
1– Permite classificar e distinguir uma cor de outra através de termos como: vermelho, verde, azul, etc.
2– Ocorre em uma composição com a combinação de mais de três cores organizadas separadamente.
3– É a variação tonal de uma cor, que pode ser conseguida num processo de escala ou gradação.
4– Corresponde à variação tonal de apenas uma cor com nuanças para o claro, quando misturada ao branco, ou para o escuro, com o acréscimo do preto.
I– Monocromia
II– Tonalidade
III– Policromia
IV– Matiz
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Leia atentamente o trecho a seguir:
“[Para o psicólogo,] a arte está em permanente relação com a realidade objetiva, compreensão que lhe permitia enxergar a potencialidade dessa elaboração humana para aqueles anos iniciais do século XX, nos quais a sociedade marchava para a construção da nova sociedade e de um novo homem, comunista - objetivos que deveriam ser alcançados após a Revolução Russa de 1917. Sob essa perspectiva, a arte está intrinsecamente ligada à vida, às relações sociais de determinada época, de modo que se pode entender que o material para o conteúdo e estilo artísticos são apreendidos da realidade e trabalhados a partir dela. Mesmo assim, a obra de arte não se constitui em cópia fiel da realidade objetiva, mas em algo novo, fruto de ação criativa que se transforma em produto cultural.
(...) [Para ele, a] arte vai além do simples contágio: a arte não altera apenas o humor imediato dos indivíduos, mas objetiva sentimentos e outras potencialidades humanas. Ela é capaz de provocar alterações no psiquismo dos sujeitos.”
(BARROCO, S. e SUPERTI T. (2014, p. 23). Disponível em: < https://www.scielo.br/pdf/psoc/v26n1/04.pdf>)
O texto dado aborda um dos mais importantes nomes da Psicologia da Arte, cuja pesquisa ainda hoje influencia a educação artística em todo o mundo. O psicólogo em questão é:
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Sobre a Filosofia da Arte, leia o trecho a seguir, observe as afirmativas e assinale a alternativa CORRETA.
“A pintura é uma certa maneira de produzir por imitação da Ideia, como fabricação artesanal. Portanto, cumpre distinguir a mimese, que é própria da imitação pictórica, da imitação artesanal (...).
A diferença entre o artesão e o pintor é capital para o nosso propósito: o artesão fabrica uma cama que tem a unidade, a identidade de uma coisa. O pintor, em contrapartida, apenas pinta, apenas “reproduz” um aspecto da cama, de frente ou de lado, etc. Portanto, o pintor imita o real, não como este é, mas como aparenta ser. Ele pinta um phántasma [do grego: espectro; ser imaginário]. A pintura define-se, pois, por seu distanciamento do real e do verdadeiro, produz um simulacro (...). O poeta parece ter, com efeito, uma vasta competência; ele canta maravilhosamente as belas canções, a coragem, a nobreza do comando. Mas, tal como o pintor (...), ele apenas produz simulacros.”
(LACOSTE, Jean. A Mímese in A filosofia da arte. Rio de Janeiro: Zahar, 1986, p. 11-12)
I– Ao falar de simulacros, o autor rebaixa o artista a um fraudador da natureza, por reproduzir uma expressão pobre e dissimulada do real.
II– O texto demonstra que o conceito de mímese não é meramente cópia da natureza, uma vez que, ao contrário do artesão, o artista não tem um compromisso com o utilitário ou a realidade.
III– Ao distanciar-se do real, a arte produz sua própria verdade, pois o artista não reproduz a realidade, mas, sim, a imita.
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