Sob o modelo IS-LM e uma demanda por moeda infinitamente inelástica em relação à taxa de juros, a autoridade de um país
com economia fechada, ao pretender expandir a renda,
A taxa de desvalorização de uma moeda em um país foi de 20% em determinado período. Isso significa que, se no início desse
período o preço de um bem era de 200 unidades monetárias (u.m.) e no final do período ele foi corrigido pela respectiva taxa de
inflação, então seu preço passou a ser de
Considere as seguintes afirmações a respeito da elasticidade-preço da demanda de um produto:
I. A elasticidade será perfeita quando for igual a zero.
II . A demanda de um bem será mais inelástica se não houver substitutos no mercado.
III . A elasticidade no longo prazo pode diferir daquela vigente no curto prazo.
IV. As alterações no ponto da curva de demanda não alteram a elasticidade-preço.
Em artigo recente na imprensa, o Economista André Lara Resende diz que a macroeconomia está em crise. Ao apontar os
pilares de um novo paradigma, afirma que Desde os anos 1990, sabe-se que os bancos centrais não controlam a quantidade de
moeda, nenhum dos chamados 'agregados monetários’, mas sim a taxa de juros. O principal instrumento de que dispõe o Banco
Central para o controle da demanda agregada é a taxa básica de juros. (Valor Econômico, 08/03/2019)
É correto relacionar essa afirmação
Dentre os números divulgados pelo Banco Central do Brasil para o Balanço de Pagamentos do país, para o ano de 2018, temos a seguinte abertura de dados da Conta Financeira, em US$ bilhões:
Investimento direto no exterior
14,0
Investimento direto no país
88,3
Investimento em carteira – ativos
3,4
Investimento em carteira – passivos
(−) 8,4
Derivativos – ativos e passivos
2,8
Outros investimentos – ativos
54,4
Outros investimentos – passivos
5,8
Ativos de reserva
2,9
Considerando que, para contas de ativo e de passivo, + significa aumento de estoque e (−) redução de estoque, a Conta Financeira em 2018, em US$ bilhões, foi de
As necessidades de financiamento do setor público, em fluxo acumulado no ano de 2018, apresentam os seguintes números,
conforme publicação do Banco Central do Brasil (R$ milhões): Resultado Primário: 108.258
- Governo Central 116.167
- Governos Regionais (-) 3.492
- Empresas estatais (-) 4.417
Resultado Nominal: 487.442
- Governo Central 426.474
- Governo Federal 500.879
- Governos Regionais 59.389
Um exemplo de problema ambiental é o resultado do lançamento de poluentes nos rios. Embora a mensuração do problema
apresente desafios, segundo a teoria microeconômica