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Assim, essa “política fiscal” de controle artificial do déficit público ficou conhecida como:
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Fonte: WGI (2020). Disponível em: <https://bit.ly/3NsOYip>.
ROCHA, K. Risco regulatório e estimativa do impacto financeiro potencial do PDL no 94/2022 nos investimentos em infraestrutura. Nota técnica n. 99. Brasília, DF: Ipea, 2022. p. 7. Disponível em: https://portalantigo.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/nota_tecnica/220805_218772_ nt_diset_n99_web.pdf (ipea.gov.br). Acesso em: 28 nov. 2023. Adaptado.
O gráfico apresentado sobre a evolução do indicador “qualidade regulatória percentil rank”, revela que o indicador
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A bioeconomia representa o uso sustentável de recursos biológicos para produzir bens e serviços. Ela estimula a inovação e o desenvolvimento de tecnologias que exploram a diversidade biológica para atender às necessidades humanas de forma eficiente e responsável.
Exemplifica-se como aplicação do conceito de bioeconomia a(o)
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Os modelos econômicos representam estruturas conceituais que descrevem como uma economia funciona e como os recursos são alocados e distribuídos. Nesse contexto, a Economia Circular emergiu como um modelo alternativo fundamental.
Na Economia Circular,
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Considere o texto sobre desigualdade de renda no Brasil.
Uma das características mais marcantes da economia brasileira é o seu elevado grau de desigualdade de renda, embora de comportamento variável. De fato, é possível identificar, durante o último quarto de século, três períodos com dinâmicas inteiramente distintas: (a) de 1981 a 1989, em que houve um contínuo crescimento do grau de desigualdade; (b) de 1989 a 1993, caracterizado por uma alta volatilidade e por um pico da desigualdade; e (c) de 1993 a 2005, marcado por um persistente declínio do grau de desigualdade. Nesse último longo período é possível destacar, ainda, o último quinquênio (2001-2005) como um período de nítida aceleração na queda de desigualdade de renda, como mostram pesquisas do Ipea.
FERREIRA, F. et al. Ascensão e queda da desigualdade de renda
no Brasil: uma atualização para 2005. In: BARROS, L. et al. (org.).
Desigualdade de renda no Brasil: uma análise da queda recente.
Brasília, DF: Ipea, v. 1, 2006, p. 359. Adaptado.
No terceiro período mencionado no texto, identifica-se como um fator responsável pela redução da desigualdade de renda a(o)
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o Texto I e o Texto II sobre a agenda urbana.
Texto I
O modelo de desenvolvimento urbano atual tem promovido a mercantilização da cidade que privilegia os grupos financeiros e de investidores em detrimento dos interesses e das necessidades da maioria da população urbana. Os efeitos do padrão de urbanização, tais como a privatização dos espaços públicos e dos serviços básicos, a segregação urbana, a precarização dos bairros da população pobre, o aumento dos assentamentos informais, a utilização de investimentos públicos para promover projetos de infraestrutura que atendem aos interesses econômicos dos negócios imobiliários, apontam que novos caminhos de vida e desenvolvimento nas cidades precisam ser adotados na nova agenda urbana. Por essa razão, a nova agenda urbana deve abraçar uma mudança no padrão predominante, a fim de aumentar a equidade, a inclusão social, a participação política e dar uma vida digna para a população urbana.
SAULE JR., N. O direito à cidade como centro da nova agenda
urbana. In: IPEA. Boletim Regional, Urbano e Ambiental. Brasília,
DF: Ipea, n. 15, jul.-dez. 2016, p. 73. Adaptado.
Texto II
No contexto específico das áreas centrais das cidades, ao renovar o conjunto da vizinhança e concretizar uma demanda que anteriormente estava reprimida, os novos usos e/ou os novos moradores substituem os moradores anteriores. Para esses antigos moradores valerá mais a pena vender seus imóveis e realizar o lucro com a valorização do bairro, e morar em outra vizinhança que lhes atendam as preferências por amenidades urbanas. Parte do lucro da venda do imóvel valorizado é utilizado na compra de imóvel de menor valor, parte utilizada em outras compras, ou poupança. Ambos os movimentos são mais valorizados pelo antigo morador do que permanecer no centro e usufruir das amenidades urbanas do centro renovado. No caso de moradores de aluguel, a situação é mais precária, pois não conseguirão arcar com os custos dos aluguéis mais altos e não se beneficiarão em nada com a valorização do imóvel.
NADALIN, V. Revitalização das áreas centrais nas cidades brasileiras
por meio da mobilização de investimentos privados.
Brasília, DF: Ipea, mar. 2023 (Textos para Discussão, n. 2862).
Adaptado.
Considerando-se os efeitos do padrão de urbanização, na comparação entre os Textos I e II, conclui-se que
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Considere o texto sobre a teoria dos polos de crescimento.
François Perroux desenvolve o conceito de polos de crescimento em 1955, partindo do pressuposto de que o crescimento econômico não é observado em todos os pontos do espaço econômico, mas sim em espaços específicos. Para ele, “o fato, rude, mas verdadeiro, é o seguinte: o crescimento não aparece simultaneamente em toda parte. Ao contrário, manifesta-se em pontos ou polos de crescimento, com intensidades variáveis, expande-se por diversos canais e com efeitos finais variáveis sobre toda a economia”. Em sua teoria, um dos conceitos fundamentais é o de indústria motriz, um dos fatores indutores da polarização do crescimento.
JESUS, J.; SPINOLA, N. Seis décadas da teoria dos polos de crescimento: revisitando Perroux. Revista de Desenvolvimento Econômico, Salvador, ano XVII, n. 2, dez. 2015, p. 939. Adaptado.
Nessa teoria, o conceito de indústria motriz é definido como
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