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Observe a charge a seguir:
Folha de São Paulo, 20.05.2025.
Assinale a alternativa que melhor descreve o sentido da charge em face de recentes circunstâncias vivenciadas na sociedade brasileira.
Folha de São Paulo, 20.05.2025.
Assinale a alternativa que melhor descreve o sentido da charge em face de recentes circunstâncias vivenciadas na sociedade brasileira.
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Em muitos cantos do planeta, a leitura remete a eras
longínquas. Nos tempos em que capitaneava o Império
Romano, o poderoso Júlio César (100 a.C. - 44 a.C.) já
mencionava o hábito em seu ”Guerra das Gálias”, escritos em
que enaltecia seus feitos expansionistas, engolindo inclusive
o que é hoje Paris. Aí o mundo girou, e o século XV registrou
um advento que mudou a história dos livros - a invenção da
prensa de Gutenberg, que substituiu os manuscritos
artesanais por volumes acessíveis a um público mais vasto. A
princípio, eram clérigos, acadêmicos e a elite letrada - uma
turma que inflou com a chegada da emergente burguesia.
Mais tarde, a Revolução Industrial viu aflorar o conceito de
produção em larga escala, o que fez ampliar ainda mais os
leitores, que, na década de 1930, receberam um belo
empurrão com o aparecimento da opção de bolso, os
paperbacks, tudo a preço razoável e fácil de carregar. Só que
a história seguiu sua marcha, e a entrada em cena da internet
chacoalhou a sociedade, revolucionando comportamentos e moldando gerações. Nessa tremida de pilares, o prazer de se
perder nas páginas de um livro (ainda que no meio digital) está
escasseando, como confirma de forma perturbadora um
recente levantamento que se concentrou na população
brasileira de todas as idades e classes sociais. A aferição,
agora na sexta edição, pela primeira vez aponta que a maioria
no país não está lendo um único livro, nem daqueles fininhos
e de enredo simples. Precisamente, 53% declararam não ter
folheado nenhum volume nos três meses que antecederam a
detalhada pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, conduzida
pelo instituto Ipec.
Adaptado de Sara Salbert.” Nova pesquisa mostra que brasileiros estão
cada vez mais afastados da leitura.” Revista Veja. Jan. de 2025.
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Em muitos cantos do planeta, a leitura remete a eras
longínquas. Nos tempos em que capitaneava o Império
Romano, o poderoso Júlio César (100 a.C. - 44 a.C.) já
mencionava o hábito em seu ”Guerra das Gálias”, escritos em
que enaltecia seus feitos expansionistas, engolindo inclusive
o que é hoje Paris. Aí o mundo girou, e o século XV registrou
um advento que mudou a história dos livros - a invenção da
prensa de Gutenberg, que substituiu os manuscritos
artesanais por volumes acessíveis a um público mais vasto. A
princípio, eram clérigos, acadêmicos e a elite letrada - uma
turma que inflou com a chegada da emergente burguesia.
Mais tarde, a Revolução Industrial viu aflorar o conceito de
produção em larga escala, o que fez ampliar ainda mais os
leitores, que, na década de 1930, receberam um belo
empurrão com o aparecimento da opção de bolso, os
paperbacks, tudo a preço razoável e fácil de carregar. Só que
a história seguiu sua marcha, e a entrada em cena da internet
chacoalhou a sociedade, revolucionando comportamentos e moldando gerações. Nessa tremida de pilares, o prazer de se
perder nas páginas de um livro (ainda que no meio digital) está
escasseando, como confirma de forma perturbadora um
recente levantamento que se concentrou na população
brasileira de todas as idades e classes sociais. A aferição,
agora na sexta edição, pela primeira vez aponta que a maioria
no país não está lendo um único livro, nem daqueles fininhos
e de enredo simples. Precisamente, 53% declararam não ter
folheado nenhum volume nos três meses que antecederam a
detalhada pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, conduzida
pelo instituto Ipec.
Adaptado de Sara Salbert.” Nova pesquisa mostra que brasileiros estão
cada vez mais afastados da leitura.” Revista Veja. Jan. de 2025.
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Em muitos cantos do planeta, a leitura remete a eras
longínquas. Nos tempos em que capitaneava o Império
Romano, o poderoso Júlio César (100 a.C. - 44 a.C.) já
mencionava o hábito em seu ”Guerra das Gálias”, escritos em
que enaltecia seus feitos expansionistas, engolindo inclusive
o que é hoje Paris. Aí o mundo girou, e o século XV registrou
um advento que mudou a história dos livros - a invenção da
prensa de Gutenberg, que substituiu os manuscritos
artesanais por volumes acessíveis a um público mais vasto. A
princípio, eram clérigos, acadêmicos e a elite letrada - uma
turma que inflou com a chegada da emergente burguesia.
Mais tarde, a Revolução Industrial viu aflorar o conceito de
produção em larga escala, o que fez ampliar ainda mais os
leitores, que, na década de 1930, receberam um belo
empurrão com o aparecimento da opção de bolso, os
paperbacks, tudo a preço razoável e fácil de carregar. Só que
a história seguiu sua marcha, e a entrada em cena da internet
chacoalhou a sociedade, revolucionando comportamentos e moldando gerações. Nessa tremida de pilares, o prazer de se
perder nas páginas de um livro (ainda que no meio digital) está
escasseando, como confirma de forma perturbadora um
recente levantamento que se concentrou na população
brasileira de todas as idades e classes sociais. A aferição,
agora na sexta edição, pela primeira vez aponta que a maioria
no país não está lendo um único livro, nem daqueles fininhos
e de enredo simples. Precisamente, 53% declararam não ter
folheado nenhum volume nos três meses que antecederam a
detalhada pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, conduzida
pelo instituto Ipec.
Adaptado de Sara Salbert.” Nova pesquisa mostra que brasileiros estão
cada vez mais afastados da leitura.” Revista Veja. Jan. de 2025.
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No momento em que morreu, Joaquim escrevia um livro
que nunca me mostrou. Meu pai, meu estranho. Ouvi falar da
sua obra inacabada desde criança. Onde guardar a dança da
mão direita do escritor, enquanto projetou o romance, toda a
vida adulta, o pontilhado de gestos abortados, os rascunhos-fantasma, tentativas, planos, ou seriam sonhos, a energia
despendida, o fogo de que irradiavam ideias que jamais viram
a luz? O que restou foi o vazio. Mas talvez o vazio seja um
lugar - uma cidade - repleto de avenidas. Algures, livro
sobreviverá, aberto, como sobrevivem as nossas ideias,
anseios, as nossas mistificações, literatura desconhecida,
minha tradição. Ninguém leu o livro que dizia escrever. O
escritor morreu, levou-o. Não é possível que a morte do meu
Pai tenha matado o livro, que era a própria vida. O sonho
dessa obra foi a herança que me deixou. Como parar de
sonhá-lo, se jamais o li? Imagino a biblioteca dos livros por
escrever.
Adaptado de Djaimilia Pereira de Almeida. O livro do meu pai. Todavia.
2025.
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No momento em que morreu, Joaquim escrevia um livro
que nunca me mostrou. Meu pai, meu estranho. Ouvi falar da
sua obra inacabada desde criança. Onde guardar a dança da
mão direita do escritor, enquanto projetou o romance, toda a
vida adulta, o pontilhado de gestos abortados, os rascunhos-fantasma, tentativas, planos, ou seriam sonhos, a energia
despendida, o fogo de que irradiavam ideias que jamais viram
a luz? O que restou foi o vazio. Mas talvez o vazio seja um
lugar - uma cidade - repleto de avenidas. Algures, livro
sobreviverá, aberto, como sobrevivem as nossas ideias,
anseios, as nossas mistificações, literatura desconhecida,
minha tradição. Ninguém leu o livro que dizia escrever. O
escritor morreu, levou-o. Não é possível que a morte do meu
Pai tenha matado o livro, que era a própria vida. O sonho
dessa obra foi a herança que me deixou. Como parar de
sonhá-lo, se jamais o li? Imagino a biblioteca dos livros por
escrever.
Adaptado de Djaimilia Pereira de Almeida. O livro do meu pai. Todavia.
2025.
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Ambiência
Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é
alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso
pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo
que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para
conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas
emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse
ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com
impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar
essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos
negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar,
as emoções são reações... Então você terá que atrair
condutas e comportamentos positivos para influenciá-las;
elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa
notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas
emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho
que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar
tal processo da maneira certa?
Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares.
Rocco Digital. 2025
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Ambiência
Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é
alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso
pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo
que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para
conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas
emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse
ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com
impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar
essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos
negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar,
as emoções são reações... Então você terá que atrair
condutas e comportamentos positivos para influenciá-las;
elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa
notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas
emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho
que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar
tal processo da maneira certa?
Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares.
Rocco Digital. 2025
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Ambiência
Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é
alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso
pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo
que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para
conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas
emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse
ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com
impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar
essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos
negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar,
as emoções são reações... Então você terá que atrair
condutas e comportamentos positivos para influenciá-las;
elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa
notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas
emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho
que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar
tal processo da maneira certa?
Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares.
Rocco Digital. 2025
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Ambiência
Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é
alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso
pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo
que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para
conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas
emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse
ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com
impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar
essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos
negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar,
as emoções são reações... Então você terá que atrair
condutas e comportamentos positivos para influenciá-las;
elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa
notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas
emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho
que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar
tal processo da maneira certa?
Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares.
Rocco Digital. 2025
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