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“Um dos principais desafios da democracia consiste em
desenvolver mecanismos de explicitação e mediação de
conflitos, sem que eles se traduzam em violência ou em
desagregação da sociabilidade.”
GALVÃO, Izabel. Conflitos no cotidiano escolar. In: CARVALHO, José Sergio Fonseca de. Educação, cidadania e direitos humanos. Petrópolis: Vozes, 2004, p. 191
Os conflitos são inerentes ao cotidiano educacional e podem se manifestar de maneira positiva, como motores, ou negativa, como sintomas. Assinale a alternativa que indica, respectivamente, um aspecto positivo e um negativo do conflito escolar.
GALVÃO, Izabel. Conflitos no cotidiano escolar. In: CARVALHO, José Sergio Fonseca de. Educação, cidadania e direitos humanos. Petrópolis: Vozes, 2004, p. 191
Os conflitos são inerentes ao cotidiano educacional e podem se manifestar de maneira positiva, como motores, ou negativa, como sintomas. Assinale a alternativa que indica, respectivamente, um aspecto positivo e um negativo do conflito escolar.
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Relacione os dois excertos a seguir e responda à questão
proposta:
“Devido ao cruzamento de dimensões, conflitos e realidades que se manifestam no estudo do currículo, esse é um importante campo de pesquisa. Nesse debate, encontramos diversas linhas de trabalho fundamentais: a) a sociologia do currículo, discutindo os valores implícitos nos currículos dominantes; b) a incipiente história do currículo, que começa a acompanhar o curso da configuração do que entendemos como matérias de estudo; c) as críticas à racionalidade moderna, as quais têm posto em evidência suas carências e a ocultação de culturas, públicos e relatos ignorados; d) o debate sobre a profissionalização do conhecimento; e e) o enfrentamento entre a educação como necessidade de assimilação de cultura e uma perspectiva educacional que visa ao desenvolvimento individual, os interesses do aluno e os significados subjetivos da cultura.”
GIMENO SACRISTÁN. O que significa o currículo? In: GIMENO SACRISTÁN, J. (Org.) Saberes e incertezas sobre o currículo. Porto Alegre: Penso, 2013, p. 34
“A ideia (ainda muito presente no senso comum educacional) de que a qualidade do desenvolvimento curricular, e da educação de uma maneira geral, depende de uma definição precisa dos objetivos a serem implementados – e, por conseguinte, do perfil de profissional, de cidadão ou de sujeito social que se pretende formar – é sintonizada com esse pensamento de que o currículo existe para atender às finalidades sociais do modelo produtivo dominante. [...]
Considera, sim, que a definição dos objetivos, a partir de uma concepção empírico-positivista de ciência, pode estabelecer o controle neutro do trabalho realizado. Por isso o caráter comportamental de um objetivo é defendido, na medida em que o comportamento do aluno – como expressão objetiva, sem ambiguidades e inequívoca do produto do processo educacional – garantiria a possibilidade de avaliação da eficiência desse processo”.
LOPES, Alice C. Políticas de integração curricular. Rio de Janeiro: Editora UERJ, 2008, p. 66-67
Qual das concepções de currículo apresentadas por Gimeno Sacristán expressa de maneira mais adequada a crítica estabelecida por Alice Lopes?
“Devido ao cruzamento de dimensões, conflitos e realidades que se manifestam no estudo do currículo, esse é um importante campo de pesquisa. Nesse debate, encontramos diversas linhas de trabalho fundamentais: a) a sociologia do currículo, discutindo os valores implícitos nos currículos dominantes; b) a incipiente história do currículo, que começa a acompanhar o curso da configuração do que entendemos como matérias de estudo; c) as críticas à racionalidade moderna, as quais têm posto em evidência suas carências e a ocultação de culturas, públicos e relatos ignorados; d) o debate sobre a profissionalização do conhecimento; e e) o enfrentamento entre a educação como necessidade de assimilação de cultura e uma perspectiva educacional que visa ao desenvolvimento individual, os interesses do aluno e os significados subjetivos da cultura.”
GIMENO SACRISTÁN. O que significa o currículo? In: GIMENO SACRISTÁN, J. (Org.) Saberes e incertezas sobre o currículo. Porto Alegre: Penso, 2013, p. 34
“A ideia (ainda muito presente no senso comum educacional) de que a qualidade do desenvolvimento curricular, e da educação de uma maneira geral, depende de uma definição precisa dos objetivos a serem implementados – e, por conseguinte, do perfil de profissional, de cidadão ou de sujeito social que se pretende formar – é sintonizada com esse pensamento de que o currículo existe para atender às finalidades sociais do modelo produtivo dominante. [...]
Considera, sim, que a definição dos objetivos, a partir de uma concepção empírico-positivista de ciência, pode estabelecer o controle neutro do trabalho realizado. Por isso o caráter comportamental de um objetivo é defendido, na medida em que o comportamento do aluno – como expressão objetiva, sem ambiguidades e inequívoca do produto do processo educacional – garantiria a possibilidade de avaliação da eficiência desse processo”.
LOPES, Alice C. Políticas de integração curricular. Rio de Janeiro: Editora UERJ, 2008, p. 66-67
Qual das concepções de currículo apresentadas por Gimeno Sacristán expressa de maneira mais adequada a crítica estabelecida por Alice Lopes?
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“Você encontrará aí, sobretudo, a afirmação implícita, mas
incessantemente retomada, de que os conhecimentos são
coisas e, como todas as coisas, são adquiridos e possuídos, são
acumulados e deles é feito o inventário, são abandonados
quando são quebrados, inúteis ou perigosos para serem
substituídos por outros inteiramente novos e perfeitamente
adaptados; são empilhados a partir dos maiores, dos mais
sólidos e, por cima destes, aos poucos, os mais finos e os mais
complexos... como as coisas, os conhecimentos são aqui bens
que o trabalho permite obter e que é preciso merecer; pois,
como para as coisas, e como é justo, se você não tem os
conhecimentos, só deve se queixar a si mesmo, já que as
oportunidades lhe foram certamente oferecidas e você as
deixou escapar.”
MEIRIEU, Philippe. Aprender... sim, mas como? Porto Alegre: Artmed, 1998
Phillippe Meirieu ironiza certas concepções de aprendizagem para defender uma concepção
MEIRIEU, Philippe. Aprender... sim, mas como? Porto Alegre: Artmed, 1998
Phillippe Meirieu ironiza certas concepções de aprendizagem para defender uma concepção
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“Testemunhamos, efectivamente, a crescente colonização
administrativa do tempo e do espaço dos docentes, no âmbito
dos quais o tempo monocrónico e técnico-racional se
transforma num tempo hegemónico.”
HARGREAVES, Andy. Os professores em tempos de mudança: o trabalho e a cultura dos professores na idade pós-moderna. Lisboa: McGraw Hill, 1998, p. 126
Qual a principal consequência da crescente colonização administrativa sobre a prática docente?
HARGREAVES, Andy. Os professores em tempos de mudança: o trabalho e a cultura dos professores na idade pós-moderna. Lisboa: McGraw Hill, 1998, p. 126
Qual a principal consequência da crescente colonização administrativa sobre a prática docente?
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“Identificar se as práticas construídas na escola configuram ou
não um projeto pedagógico pode nos levar a problematizar a
própria ideia de ‘projeto pedagógico’. Afinal, as práticas
escolares – em muitos casos genuínas e criativas – devem ser
reformuladas para atender a algum modelo de projeto
pedagógico? Onde é fabricado este modelo e por quem?”
MATE, Cecilia H. O coordenador pedagógico e as relações de poder na escola. PLACCO, Vera M.N. Souza, ALMEIDA, Laurinda R. O Coordenador pedagógico e o cotidiano da escola. São Paulo: Edições Loyola, 2003., p. 146
Ao propor tais indagações sobre a construção e desenvolvimento do Projeto Pedagógico, Cecília Hanna Mate chama atenção para as relações de poder na escola e a dicotomia entre a construção de um projeto vinculado a uma dada realidade e os modelos preestabelecidos por uma tradição escolar. Para evitar essa dicotomia e construir um Projeto Pedagógico adequado, deve-se
MATE, Cecilia H. O coordenador pedagógico e as relações de poder na escola. PLACCO, Vera M.N. Souza, ALMEIDA, Laurinda R. O Coordenador pedagógico e o cotidiano da escola. São Paulo: Edições Loyola, 2003., p. 146
Ao propor tais indagações sobre a construção e desenvolvimento do Projeto Pedagógico, Cecília Hanna Mate chama atenção para as relações de poder na escola e a dicotomia entre a construção de um projeto vinculado a uma dada realidade e os modelos preestabelecidos por uma tradição escolar. Para evitar essa dicotomia e construir um Projeto Pedagógico adequado, deve-se
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A coordenação do trabalho no ambiente educacional
efetivada pelo coordenador pedagógico deve “favorecer a
tomada de consciência dos professores sobre suas ações e o
conhecimento sobre o meio em que atuam e assim promover
o desenvolvimento profissional dos professores”.
PLACCO, Vera M.N. Souza, ALMEIDA, Laurinda R. O Coordenador pedagógico e o cotidiano da escola. São Paulo: Edições Loyola, 2003, p. 25
Embora o coordenador pedagógico seja responsável por múltiplas tarefas no ambiente educacional, há atividades que o desviam de sua função, como as expressas a seguir:
PLACCO, Vera M.N. Souza, ALMEIDA, Laurinda R. O Coordenador pedagógico e o cotidiano da escola. São Paulo: Edições Loyola, 2003, p. 25
Embora o coordenador pedagógico seja responsável por múltiplas tarefas no ambiente educacional, há atividades que o desviam de sua função, como as expressas a seguir:
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“A questão central é a conquista de uma educação escolar
de qualidade para todas as crianças e jovens, capaz de garantir
sua permanência na escola e apropriação/produção de
conhecimento, tendo como alvo possibilitar-lhes participação
na sociedade.”
SOUSA, S. Z. L.; PRIETO, R. G. A Educação Especial. In: OLIVEIRA, Romualdo P., ADRIÃO, Theresa. Organização do ensino no Brasil: níveis e modalidades na Constituição Federal e na LDB. São Paulo: Xamã, 2ª ed., 2007, p. 124
Tendo em vista o direito à educação, a educação especial na perspectiva da educação inclusiva é compreendida como
SOUSA, S. Z. L.; PRIETO, R. G. A Educação Especial. In: OLIVEIRA, Romualdo P., ADRIÃO, Theresa. Organização do ensino no Brasil: níveis e modalidades na Constituição Federal e na LDB. São Paulo: Xamã, 2ª ed., 2007, p. 124
Tendo em vista o direito à educação, a educação especial na perspectiva da educação inclusiva é compreendida como
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“A função da literatura está ligada à complexidade da sua
natureza, que explica inclusive o papel contraditório, mas
humanizador (talvez humanizador porque contraditório).
Analisando-a, podemos distinguir ao menos três faces: 1) ela
é uma construção de objetos autônomos como estrutura e
significado; 2) ela é uma forma de expressão, isto é, manifesta
emoções e a visão do mundo dos indivíduos e dos grupos; 3)
ela é uma forma de conhecimento, inclusive como
incorporação difusa e inconsciente.”
CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. In: CARVALHO, José Sergio Fonseca de. Educação, cidadania e direitos humanos. Petrópolis: Vozes, 2004, p. 139-140.
O direito à literatura deve ser assegurado como um direito à educação, no âmbito abrangente dos direitos humanos, porque, segundo Candido, a literatura
CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. In: CARVALHO, José Sergio Fonseca de. Educação, cidadania e direitos humanos. Petrópolis: Vozes, 2004, p. 139-140.
O direito à literatura deve ser assegurado como um direito à educação, no âmbito abrangente dos direitos humanos, porque, segundo Candido, a literatura
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“A educação pode ser vista em termos de um contrato
social: um acordo implícito entre os membros de uma
sociedade para cooperar para alcançar um benefício comum.
Um contrato social é mais do que uma negociação, pois reflete
normas, compromissos e princípios que apresentam um
caráter legislativo formal e que estão culturalmente
incorporados. O ponto de partida é uma visão compartilhada
dos propósitos públicos da educação. Este contrato consiste
nos princípios fundamentais e organizacionais que estruturam
os sistemas educacionais, bem como no trabalho distribuído
que se realiza para construir, manter e refinar esses
princípios.” (grifos no original)
Comissão Internacional sobre os futuros da educação. Reimaginar nossos futuros juntos: um novo contrato social para a educação. Brasília: UNESCO e Fundação SM, 2022, p. xii
Qual alternativa expressa adequadamente o princípio que sustenta o novo contrato social para a educação de acordo com o documento publicado pela UNESCO?
Comissão Internacional sobre os futuros da educação. Reimaginar nossos futuros juntos: um novo contrato social para a educação. Brasília: UNESCO e Fundação SM, 2022, p. xii
Qual alternativa expressa adequadamente o princípio que sustenta o novo contrato social para a educação de acordo com o documento publicado pela UNESCO?
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“Os professores estão por demais preocupados com suas
metodologias. Seguidamente solicitam ‘receitas de avaliação’.
No entanto, de nada valem as orientações metodológicas se
não estiverem fundamentadas em uma concepção
libertadora de avaliação. O ‘como fazer’ é decorrente do ‘por
que fazer’. Então, a pergunta fundamental é ‘por que
avaliamos? ’ ou ‘a serviço de quem avaliamos?’ Se a resposta
a essas questões não tiver como enfoque principal o
educando como ser social e político, sujeito do seu próprio
desenvolvimento, de nada valerão as inovações que vierem a
ser introduzidas”.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação: Mito & Desafio. Porto Alegre: Educação e Realidade. 10ª ed. 1993, p. 93.
“Entre as metodologias sugeridas para desenvolver o currículo inscrevem-se a necessidade de se propor aos alunos tarefas de aprendizagem mais diversificadas e relacionadas com a vida real, a utilização de materiais manipulativos, o envolvimento em projetos destinados a resolver situações problemáticas ou o recurso ao trabalho de grupo. A concretização dessas recomendações exige novas formas de avaliar. Uma prática de avaliação tradicional, quase exclusivamente baseada em testes de papel e lápis, seria insuficiente e até totalmente desajustada, pois tenderia a ignorar todas as competências que vão além da aquisição de conhecimentos”.
FERNANDES, Domingos. Avaliar para aprender: fundamentos, práticas e políticas. SP: Editora da Unesp, 2009, p. 91.
Ambos os excertos convergem para uma concepção de avaliação
HOFFMANN, Jussara. Avaliação: Mito & Desafio. Porto Alegre: Educação e Realidade. 10ª ed. 1993, p. 93.
“Entre as metodologias sugeridas para desenvolver o currículo inscrevem-se a necessidade de se propor aos alunos tarefas de aprendizagem mais diversificadas e relacionadas com a vida real, a utilização de materiais manipulativos, o envolvimento em projetos destinados a resolver situações problemáticas ou o recurso ao trabalho de grupo. A concretização dessas recomendações exige novas formas de avaliar. Uma prática de avaliação tradicional, quase exclusivamente baseada em testes de papel e lápis, seria insuficiente e até totalmente desajustada, pois tenderia a ignorar todas as competências que vão além da aquisição de conhecimentos”.
FERNANDES, Domingos. Avaliar para aprender: fundamentos, práticas e políticas. SP: Editora da Unesp, 2009, p. 91.
Ambos os excertos convergem para uma concepção de avaliação
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