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Foram encontradas 40 questões.

2873052 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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Considere uma atividade em que o professor de português propõe uma lista de 10 palavras na coluna 1 e pede ao aluno que preencha a coluna 2 (em branco) com a palavra correspondente no grau diminutivo. Para Sírio Possenti, em Por que (não) ensinar gramática na escola, essa atividade:
 

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2873051 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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Partindo do pressuposto de que a obra de Machado de Assis já se constitui como um clássico, ao menos no Brasil, a linha do pensamento de Ítalo Calvino, em Por que ler os clássicos, permite afirmar que a leitura obrigatória da obra de Machado, na escola:
 

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2873050 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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“Se os livros permaneceram os mesmos (mas também eles mudam, à luz de uma perspectiva histórica diferente), nós com certeza mudamos, e o encontro é um acontecimento totalmente novo.”
Essa afirmação de Ítalo Calvino (Por que ler os clássicos) norteia a conclusão do autor de que a releitura de um clássico, na idade adulta,
 

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2873049 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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Em Por que ler os clássicos, Calvino assinala que as leituras feitas:
 

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2873048 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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Ítalo Calvino, na obra Por que ler os clássicos, reflete sobre o que seria exatamente um “clássico”. Uma de suas conclusões é a de que um “clássico”:
 

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2873047 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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Em uma aula do 2º ano do Ensino Médio, o professor de língua portuguesa estabeleceu como foco de trabalho o estudo dos gêneros textuais, sobretudo gêneros nãoficcionais. O foco seria na tipologia dos gêneros e não tanto em sua função. Sua colega, por sua vez, desenvolvendo o mesmo trabalho com gêneros, optou por focar na função dos textos e não em sua tipologia.
Seguindo a definição de Camps, no ensaio “Texto, processo, contexto, atividade discursiva: diferentes pontos de vista sobre a atividade de aprender e de ensinar a escrever”, é possível dizer que os professores, respectivamente:
 

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2873046 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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Anna Camps aponta que:
"A pesquisa sobre o texto e os processos de produção e compreensão textual e também sobre os processos de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita tiveram nos últimos 50 anos um desenvolvimento sem igual. Os enfoques teóricos e metodológicos a partir dos quais se abordaram esses objetos são diferentes – às vezes, complementares, às vezes, opostos."
Propostas didáticas para aprender a escrever. Porto Alegre: Artmed, 2005.

De acordo com a autora, seria possível compreender as diferentes correntes teóricas a partir dos focos de atenção que estas dariam à produção textual. Dessa forma, o formalismo, o construtivismo, o socioconstrutivismo e a escrita como atividade discursiva teriam como foco de atenção prioritária, respectivamente:
 

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2873045 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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No ensaio, “Ensinando língua portuguesa no século XXI”, Riolfi aponta que:
“As ações mediadas pela palavra deixaram de ser predominantes e deram lugar às ações mediadas pelo movimento”.
In: RIOLFI, C. R. et al. (org.). Ensino de língua portuguesa. São Paulo: Thomson, 2007.
Na prática escolar, de acordo com a autora, o efeito dessas ações seria:
 

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2873044 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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Magda Soares, em seu ensaio “A escolarização da literatura infantil e juvenil”, aponta que:
“[...] a escola toma para si a literatura, escolariza-a, didatiza-a, pedagogiza-a, para atender seus próprios fins – faz dela uma literatura escolarizada.”
A autora defende, nesse ensaio, que a escolarização pode ser adequada ou inadequada. De acordo com Soares, a escolarização:
 

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2873043 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
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No ensaio “O direito à literatura”, Antonio Candido defende uma concepção de literatura ampla, que englobaria desde mitos até as diferentes formas de ficção. Por outro lado, Magda Soares aponta que:
“[...] a escola toma para si a literatura, escolariza-a, didatiza-a, pedagogiza-a, para atender seus próprios fins – faz dela uma literatura escolarizada.”

Levando em consideração o trecho retirado do livro A escolarização da leitura literária: o jogo do livro infantil e juvenil, assim como as ideias defendidas por Candido em seu ensaio, haveria, entre ambos os textos, uma:
 

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