Foram encontradas 40 questões.
Conforme discussão proposta por Bechara, na obra Ensino
da gramática. Opressão? Liberdade?, é possível depreender
que:
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Bechara, na obra Ensino da gramática. Opressão?
Liberdade?, opõe o linguista ao professor de língua
portuguesa. Para o autor, é compreensível que o linguista
enfatize a língua oral, “porquanto a universalidade dos
idiomas se patenteia na sua oralidade”; em contrapartida,
aconselha o professor de língua portuguesa a:
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Maria do Rosário Mortatti Magnani, em Leitura, literatura e
escola: sobre a formação do gosto, considera que o ponto
de partida de uma prática docente transformadora está na
“concepção interacionista da linguagem”.
Conclui-se que, para a autora:
Conclui-se que, para a autora:
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“O problema da leitura e da literatura na escola não se
resume, a meu ver, a uma questão de adequação à faixa
etária ou ao gosto do aluno, nem ao condicionamento
neurotizante do hábito de ler através de técnicas
milagrosas”.
Maria do Rosário Mortatti Magnani. Leitura, literatura e escola: sobre a formação do gosto.
Buscando elencar causas para o problema apontado, a autora conclui, entre outros motivos, que:
Maria do Rosário Mortatti Magnani. Leitura, literatura e escola: sobre a formação do gosto.
Buscando elencar causas para o problema apontado, a autora conclui, entre outros motivos, que:
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“A prática de leitura de textos deve fazer parte de todas as
disciplinas que compõem o currículo escolar”, afirma Maria
do Rosário Mortatti Magnani, em Leitura, literatura e
escola: sobre a formação do gosto (2001).
A autora observa que certos “artifícios” dos livros didáticos, embora mantenham o aluno ocupado, “não propiciam uma visão de totalidade” e não garantem “uma leitura crítica e transformadora da realidade”.
Na área da língua portuguesa, dentre tais “artifícios” a serem evitados pelos livros didáticos, seguindo o raciocínio da autora, identifica-se:
A autora observa que certos “artifícios” dos livros didáticos, embora mantenham o aluno ocupado, “não propiciam uma visão de totalidade” e não garantem “uma leitura crítica e transformadora da realidade”.
Na área da língua portuguesa, dentre tais “artifícios” a serem evitados pelos livros didáticos, seguindo o raciocínio da autora, identifica-se:
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“Diafásica”, denominação cunhada por Eugenio Coseriu, à
semelhança dos termos diatópica e diastrática, designa as
variedades “estilísticas” entre os diversos tipos de
modalidade expressiva. São exemplos, entre outros, de
variedades diafásicas as:
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Conforme Bechara, em Ensino da gramática. Opressão?
Liberdade?, “no início da década de 70, Halliday retomou,
em termos radicalmente novos, a problemática das funções
da linguagem”.
Seguindo a proposta de Halliday, Bechara afirma que a função mais ligada aos modelos da linguagem da criança é a
Seguindo a proposta de Halliday, Bechara afirma que a função mais ligada aos modelos da linguagem da criança é a
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É conclusão coerente com as ideias de Sírio Possenti, no
livro Por que (não) ensinar gramática na escola, afirmar que:
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Considerando a distinção entre “diferença linguística” e
“erro linguístico”, a partir do ponto de vista da gramática
descritiva, constitui erro linguístico:
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Sírio Possenti observa que, “quando o aluno chega à escola
com seis ou sete anos, domina uma certa quantidade das
possibilidades da língua, isto é, ele sabe muito, mas ainda
não domina (muitos?) recursos, seja porque não são muito
utilizados no ambiente social no qual ele vive e aprendeu o
que conhece da língua, seja porque são recursos que não
mais ocorrem na língua falada.”
Por que (não) ensinar gramática na escola, pp. 87-88.
Desse modo, para esse autor, a escola deve privilegiar o ensino da gramática:
Por que (não) ensinar gramática na escola, pp. 87-88.
Desse modo, para esse autor, a escola deve privilegiar o ensino da gramática:
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