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Artigo 74: Os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno... (CONSTITUIÇÃO, 1988).
Tal controle pressupõe a existência de um único órgão de controle a que denominamos CONTROLADORIA ou ÓRGÃO CENTRAL DE CONTROLE INTERNO – nos moldes existentes em outros países [...] (SILVA, 2008, p. 213).
Uma das atribuições da Controladoria é servir de instrumento de auxílio a um processo decisório, por meio de documentos e relatórios.
 

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[...] o Estado realiza a função administrativa por meio de órgãos, agentes e pessoas jurídicas, adotando duas formas básicas de organização e atuação administrativas: centralização e descentralização.
(JUND, 2006, p. 49).
A análise do texto e os conhecimentos sobre a função administrativa do Estado permitem afirmar:
Uma das características dos órgãos da Administração Direta é a ausência de patrimônio próprio, uma vez que não dispõem de aptidão para ter bens.
 

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[...] o Estado realiza a função administrativa por meio de órgãos, agentes e pessoas jurídicas, adotando duas formas básicas de organização e atuação administrativas: centralização e descentralização.
(JUND, 2006, p. 49).
A análise do texto e os conhecimentos sobre a função administrativa do Estado permitem afirmar:
Quando o Estado centraliza, pressupõe a existência de duas pessoas jurídicas distintas: o Estado e a entidade que executará o serviço, por ter recebido essa atribuição.
 

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TEXTO:
A cidade não é apenas a organização funcional do espaço, suas ruas e edificações, seus bairros, pessoas carregando sonhos, isoladas na multidão, em um deserto de prédios, que aboliu o horizonte e apagou as estrelas. A cidade é a expressão das relações sociais de produção capitalista, sua materialização política e espacial que está na base da produção e reprodução do capital.
A cidade é a forma reificada dessas relações, mas também do amadurecimento das contradições que lhes são próprias. É a unidade de contrários, não apenas pelas profundas desigualdades, mas pela dinâmica da ordem e da explosão. As contradições, na maioria das vezes, explodem, cotidianamente, invisíveis. Bairros e pessoas pobres, assaltos, lixo, doenças, engarrafamentos, drogas, violência, exploração, mercado de coisas e de corpos transformados em coisas. As contradições surgem como grafites que insistem em pintar de cores e beleza a cidade cinza e feia. Estão lá, pulsando, nas veias que correm sob a pele urbana.
As pessoas vivem as explorações cotidianas das contradições urbanas na forma de uma serialidade, isto é, presas em seus casulos individuais, estão no mesmo lugar fazendo as mesmas coisas, mas não formam um grupo, e sim um coletivo serial no qual prevalece a indiferença mútua.
No âmbito da serialidade e do cotidiano, a consciência correnponde ao que Lukács denomina de consciência reificada – ou o senso comum para Gramsci. Submetidos à sociedade do capital, interiorizamos as relações sociais na forma de uma representação que as toma como naturais e imutáveis. Nossa consciência imediata assume uma forma particular da realidade como se fosse a realidade, que sempre foi e sempre será assim. Navegamos nas diferentes esferas que compõem a vida de forma fragmentária e superficial, e não como totalidade articulada.
O real aqui se apresenta como uma impossibilidade, nos termos freudianos “princípio de realidade”, que deve condicionar a realização do desejo. Para o pai da psicanálise, não há civilização sem repressão. Será Reich quem irá nos lembrar que “a definição do princípio da realidade como exigência da sociedade permanece formal, se não se acrescentar concretamente que o princípio da realidade, sob a forma que se reveste para nós atualmente, é o princípio da sociedade capitalista”.
LASI, M. L. A rebelião, a cidade e a consciência. In: MARICATO,
E. et al. Cidades rebeldes: passe livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil. São Paulo: Boitempo: Carta Maior, 2013. p. 40-41.
Em “Navegamos nas diferentes esferas que compõem a vida de forma fragmentária e superficial, e não como totalidade articulada.", o termo em negrito tem valor adversativo.
 

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2495769 Ano: 2014
Disciplina: Arquitetura
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Em ambientes em que a iluminação natural não é suficiente para a atividade a ser realizada no local, a iluminação artificial se torna necessária; entretanto, para que não haja desperdício na combinação com iluminação natural, é necessário que, no projeto de iluminação artificial, sejam previstos controles para regular a intensidade de luz, os quais podem ser automáticos, com células fotossensíveis que se ajustam com a variação de luminosidade natural ou manual, que permitem ao usuário um ajuste pessoal, dependendo da iluminação natural do momento.
 

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2495636 Ano: 2014
Disciplina: Arquitetura
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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O Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, mais conhecido como MASP, projetado pela arquiteta luso-brasileira Lina Bo Bardi, é considerado um importante exemplar da arquitetura modernista brasileira e famoso pelo vão-livre de mais de 95 metros, que se estende sob quatro enormes pilares. O edifício foi considerado o terceiro de maior vão-livre do mundo em sua época.
 

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2495628 Ano: 2014
Disciplina: Arquitetura
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Segundo a NBR 9.050:2004 – Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, a previsão de vagas para estacionamento de veículos que conduzam pessoas com deficiência ou que sejam conduzidos por elas deve ser estabelecida conforme a tabela:
Número total de vagas Vagas reservadas
Até 10 1
De 11 a 100 1%
Acima de 100 10%
 

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TEXTO:
A cidade não é apenas a organização funcional do espaço, suas ruas e edificações, seus bairros, pessoas carregando sonhos, isoladas na multidão, em um deserto de prédios, que aboliu o horizonte e apagou as estrelas. A cidade é a expressão das relações sociais de produção capitalista, sua materialização política e espacial que está na base da produção e reprodução do capital.
A cidade é a forma reificada dessas relações, mas também do amadurecimento das contradições que lhes são próprias. É a unidade de contrários, não apenas pelas profundas desigualdades, mas pela dinâmica da ordem e da explosão. As contradições, na maioria das vezes, explodem, cotidianamente, invisíveis. Bairros e pessoas pobres, assaltos, lixo, doenças, engarrafamentos, drogas, violência, exploração, mercado de coisas e de corpos transformados em coisas. As contradições surgem como grafites que insistem em pintar de cores e beleza a cidade cinza e feia. Estão lá, pulsando, nas veias que correm sob a pele urbana.
As pessoas vivem as explorações cotidianas das contradições urbanas na forma de uma serialidade, isto é, presas em seus casulos individuais, estão no mesmo lugar fazendo as mesmas coisas, mas não formam um grupo, e sim um coletivo serial no qual prevalece a indiferença mútua.
No âmbito da serialidade e do cotidiano, a consciência correnponde ao que Lukács denomina de consciência reificada – ou o senso comum para Gramsci. Submetidos à sociedade do capital, interiorizamos as relações sociais na forma de uma representação que as toma como naturais e imutáveis. Nossa consciência imediata assume uma forma particular da realidade como se fosse a realidade, que sempre foi e sempre será assim. Navegamos nas diferentes esferas que compõem a vida de forma fragmentária e superficial, e não como totalidade articulada.
O real aqui se apresenta como uma impossibilidade, nos termos freudianos “princípio de realidade”, que deve condicionar a realização do desejo. Para o pai da psicanálise, não há civilização sem repressão. Será Reich quem irá nos lembrar que “a definição do princípio da realidade como exigência da sociedade permanece formal, se não se acrescentar concretamente que o princípio da realidade, sob a forma que se reveste para nós atualmente, é o princípio da sociedade capitalista”.
LASI, M. L. A rebelião, a cidade e a consciência. In: MARICATO,
E. et al. Cidades rebeldes: passe livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil. São Paulo: Boitempo: Carta Maior, 2013. p. 40-41.
A afirmativa “Para o pai da psicanálise, não há civilização sem repressão.” constitui a opinião de uma voz citada no texto e referendada pelo autor.
 

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2494893 Ano: 2014
Disciplina: Arquitetura
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Considerando a estrutura de concreto armado com uma laje, quatro vigas, quatro pilares, com os dados mostrados no desenho e adotando o peso específico do concreto de 2.500kg/m3, pode-se afirmar que a carga que chegará às fundações, considerando a carga morta (peso próprio) e a carga acidental (carga útil), será de 12,225t em cada fundação/sapata.
Enunciado 3134808-1
 

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2494691 Ano: 2014
Disciplina: Arquitetura
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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A Avaliação Pós-Ocupação diz respeito a uma série de métodos e técnicas que diagnosticam fatores positivos e negativos do ambiente, no decorrer do uso, a partir da análise de fatores socioeconômicos, de infraestrutura e superestrutura urbanas, dos sistemas construtivos, do conforto ambiental, da conservação de energia, dos fatores estéticos, funcionais e comportamentais e se distingue das avaliações de desempenho “clássicas” formuladas nos laboratórios dos institutos de pesquisa, pois considera fundamental aferir também o atendimento das necessidades e o nível de satisfação dos usuários.
 

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