Foram encontradas 86 questões.
Para responder à questão abaixo. Leia o ensaio intitulado "Tópicos distópicos" de Eduardo Giannetti.
Os jovens abúlicos1, os velhos deprimidos; os pobres entorpecidos, os ricos enfadados; os homens embrutecidos, as mulheres desenganadas; os privilegiados acima da lei, os excluídos aquém dela; os empregados como roldanas de engrenagem, os desocupados esmagados por ela; os bem- -sucedidos sem tempo para nada, os desvalidos sem saber o que fazer com ele; as faxineiras negativadas, os banqueiros insones; os casais algemados, os amantes rompidos; os poetas à míngua, os corruptos à larga. De tudo que foi e não foi, resta o quê? A convivência entre desumanos desidratada ao mínimo legal do mercado: a troca mercenária de bens e ofícios conforme valorações aguerridamente pactuadas.
O pagamento em dinheiro, à vista ou parcelado, como o único vínculo entre bolhas narcísicas ambulantes. A rua onde voz e buzina se confundem.
A prefixação é o processo de formação de palavras pela adição de prefixo a uma palavra já existente. Observa-se uma palavra formada com prefixo que exprime ideia de negação no seguinte trecho:
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Para responder à questão abaixo. Leia o ensaio intitulado "Tópicos distópicos" de Eduardo Giannetti.
Os jovens abúlicos1, os velhos deprimidos; os pobres entorpecidos, os ricos enfadados; os homens embrutecidos, as mulheres desenganadas; os privilegiados acima da lei, os excluídos aquém dela; os empregados como roldanas de engrenagem, os desocupados esmagados por ela; os bem- -sucedidos sem tempo para nada, os desvalidos sem saber o que fazer com ele; as faxineiras negativadas, os banqueiros insones; os casais algemados, os amantes rompidos; os poetas à míngua, os corruptos à larga. De tudo que foi e não foi, resta o quê? A convivência entre desumanos desidratada ao mínimo legal do mercado: a troca mercenária de bens e ofícios conforme valorações aguerridamente pactuadas.
O pagamento em dinheiro, à vista ou parcelado, como o único vínculo entre bolhas narcísicas ambulantes. A rua onde voz e buzina se confundem.
No ensaio, o autor propõe uma pergunta. Como resposta, ele afirma que os problemas descritos têm um fundamento
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Para responder à questão abaixo. Leia o ensaio intitulado "Tópicos distópicos" de Eduardo Giannetti.
Os jovens abúlicos1, os velhos deprimidos; os pobres entorpecidos, os ricos enfadados; os homens embrutecidos, as mulheres desenganadas; os privilegiados acima da lei, os excluídos aquém dela; os empregados como roldanas de engrenagem, os desocupados esmagados por ela; os bem- -sucedidos sem tempo para nada, os desvalidos sem saber o que fazer com ele; as faxineiras negativadas, os banqueiros insones; os casais algemados, os amantes rompidos; os poetas à míngua, os corruptos à larga. De tudo que foi e não foi, resta o quê? A convivência entre desumanos desidratada ao mínimo legal do mercado: a troca mercenária de bens e ofícios conforme valorações aguerridamente pactuadas.
O pagamento em dinheiro, à vista ou parcelado, como o único vínculo entre bolhas narcísicas ambulantes. A rua onde voz e buzina se confundem.
Na construção de seu ensaio, Eduardo Giannetti recorre, sobretudo, ao recurso retórico denominado
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Para responder à questão abaixo, leia o soneto do poeta português Manuel Maria Barbosa du Bocage.
Quando na rósea nuvem sobe o dia,
De risos esmaltando1 a Natureza,
Bem que me aclare as sombras da tristeza,
Um tempo sensabor2 me principia.
Quando, por entre os véus da noite fria,
A máquina celeste observo acesa,
De angústia, de terror a imagens presa
Começa a devorar-me a fantasia.
Por mais ardentes preces que lhe faço,
Meus ais não ouve o númen3 sonolento,
Nem prende a minha dor com tênue laço.
No Inferno se me troca o pensamento;
Céus! Porque hei-de existir, porquê, se passo
Dias de enjoo e noite de tormento?
No contexto em que se insere, o termo “Nem” (3a estrofe) expressa ideia de
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Para responder à questão abaixo, leia o soneto do poeta português Manuel Maria Barbosa du Bocage.
Quando na rósea nuvem sobe o dia,
De risos esmaltando1 a Natureza,
Bem que me aclare as sombras da tristeza,
Um tempo sensabor2 me principia.
Quando, por entre os véus da noite fria,
A máquina celeste observo acesa,
De angústia, de terror a imagens presa
Começa a devorar-me a fantasia.
Por mais ardentes preces que lhe faço,
Meus ais não ouve o númen3 sonolento,
Nem prende a minha dor com tênue laço.
No Inferno se me troca o pensamento;
Céus! Porque hei-de existir, porquê, se passo
Dias de enjoo e noite de tormento?
As palavras podem mudar de classe gramatical sem sofrer modificação na forma. A este processo de enriquecimento vocabular pela mudança de classe das palavras dá-se o nome de “derivação imprópria”. Por esse processo se explica, por exemplo, a passagem de interjeições a substantivos.
Verifica-se um exemplo de derivação imprópria no seguinte trecho:
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Para responder à questão abaixo, leia o soneto do poeta português Manuel Maria Barbosa du Bocage.
Quando na rósea nuvem sobe o dia,
De risos esmaltando1 a Natureza,
Bem que me aclare as sombras da tristeza,
Um tempo sensabor2 me principia.
Quando, por entre os véus da noite fria,
A máquina celeste observo acesa,
De angústia, de terror a imagens presa
Começa a devorar-me a fantasia.
Por mais ardentes preces que lhe faço,
Meus ais não ouve o númen3 sonolento,
Nem prende a minha dor com tênue laço.
No Inferno se me troca o pensamento;
Céus! Porque hei-de existir, porquê, se passo
Dias de enjoo e noite de tormento?
Por razões estilísticas, o poeta recorre a várias inversões sintáticas. Está reescrito em ordem direta o seguinte verso do soneto:
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Para responder à questão abaixo, leia o soneto do poeta português Manuel Maria Barbosa du Bocage.
Quando na rósea nuvem sobe o dia,
De risos esmaltando1 a Natureza,
Bem que me aclare as sombras da tristeza,
Um tempo sensabor2 me principia.
Quando, por entre os véus da noite fria,
A máquina celeste observo acesa,
De angústia, de terror a imagens presa
Começa a devorar-me a fantasia.
Por mais ardentes preces que lhe faço,
Meus ais não ouve o númen3 sonolento,
Nem prende a minha dor com tênue laço.
No Inferno se me troca o pensamento;
Céus! Porque hei-de existir, porquê, se passo
Dias de enjoo e noite de tormento?
Em “Bem que me aclare as sombras da tristeza, / Um tempo sensabor me principia.” (1a estrofe), a locução sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido do texto, por:
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Para responder à questão abaixo, leia o soneto do poeta português Manuel Maria Barbosa du Bocage.
Quando na rósea nuvem sobe o dia,
De risos esmaltando1 a Natureza,
Bem que me aclare as sombras da tristeza,
Um tempo sensabor2 me principia.
Quando, por entre os véus da noite fria,
A máquina celeste observo acesa,
De angústia, de terror a imagens presa
Começa a devorar-me a fantasia.
Por mais ardentes preces que lhe faço,
Meus ais não ouve o númen3 sonolento,
Nem prende a minha dor com tênue laço.
No Inferno se me troca o pensamento;
Céus! Porque hei-de existir, porquê, se passo
Dias de enjoo e noite de tormento?
Na segunda estrofe, o adjetivo “presa” qualifica o substantivo
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Para responder à questão abaixo, leia o soneto do poeta português Manuel Maria Barbosa du Bocage.
Quando na rósea nuvem sobe o dia,
De risos esmaltando1 a Natureza,
Bem que me aclare as sombras da tristeza,
Um tempo sensabor2 me principia.
Quando, por entre os véus da noite fria,
A máquina celeste observo acesa,
De angústia, de terror a imagens presa
Começa a devorar-me a fantasia.
Por mais ardentes preces que lhe faço,
Meus ais não ouve o númen3 sonolento,
Nem prende a minha dor com tênue laço.
No Inferno se me troca o pensamento;
Céus! Porque hei-de existir, porquê, se passo
Dias de enjoo e noite de tormento?
No soneto, a divindade a quem o eu lírico dirige suas preces é retratada como um ser
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Examine o meme publicado pelo perfil @ancientcringe no Instagram em 03.05.2025.

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