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Leia o texto para responder à questão.
Censura às artes não é nova na história
e vai além de ditaduras
Desde que surgiram nas primeiras civilizações, arte e cultura sempre se mostraram propícias à manipulação. Prova
disso veio na forma da censura, criando um longo histórico
de poderes dominantes se apropriando desses dois campos.
Quando países como a Itália anunciam, em 2021, o fim da
censura a filmes dentro de seu território, essa discussão ganha novos capítulos.
A professora Maria Cristina Castilho Costa, da Escola
de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo,
conta que o processo de censura na sociedade não é novo:
“A censura não é de jeito nenhum um recurso só usado em
ditaduras. Ela sempre existiu na sociedade, desde que surgiu
a cultura, porque a cultura é uma ordem, um sistema hegemônico, e as pessoas nem sempre se identificam com essa
cultura hegemônica. Então, cria-se um conflito entre o que os
cidadãos pensam e o que pensa a cultura hegemônica”.
No caso do Brasil, a censura ao cinema se instaurou logo
quando a sétima arte se consagrava como meio de comunicação, no início do século 20. Enquanto isso, segmentos da
sociedade organizam-se em torno da preocupação com o poder de influência que ela poderia ter sobre os espectadores.
(André Derviche, “Censura às artes não é nova na história e vai além de
ditaduras”. Em: https://jornal.usp.br/atualidades, 06.05.2021. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
Censura às artes não é nova na história
e vai além de ditaduras
Desde que surgiram nas primeiras civilizações, arte e cultura sempre se mostraram propícias à manipulação. Prova
disso veio na forma da censura, criando um longo histórico
de poderes dominantes se apropriando desses dois campos.
Quando países como a Itália anunciam, em 2021, o fim da
censura a filmes dentro de seu território, essa discussão ganha novos capítulos.
A professora Maria Cristina Castilho Costa, da Escola
de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo,
conta que o processo de censura na sociedade não é novo:
“A censura não é de jeito nenhum um recurso só usado em
ditaduras. Ela sempre existiu na sociedade, desde que surgiu
a cultura, porque a cultura é uma ordem, um sistema hegemônico, e as pessoas nem sempre se identificam com essa
cultura hegemônica. Então, cria-se um conflito entre o que os
cidadãos pensam e o que pensa a cultura hegemônica”.
No caso do Brasil, a censura ao cinema se instaurou logo
quando a sétima arte se consagrava como meio de comunicação, no início do século 20. Enquanto isso, segmentos da
sociedade organizam-se em torno da preocupação com o poder de influência que ela poderia ter sobre os espectadores.
(André Derviche, “Censura às artes não é nova na história e vai além de
ditaduras”. Em: https://jornal.usp.br/atualidades, 06.05.2021. Adaptado)
• ... e as pessoas nem sempre se identificam com essa cultura hegemônica. (2º parágrafo)
• ... a censura ao cinema se instaurou logo quando a sétima arte se consagrava como meio de comunicação... (3º parágrafo)
Os termos destacados são sinônimos, correta e respectivamente, de:
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Leia o texto para responder à questão.
Censura às artes não é nova na história
e vai além de ditaduras
Desde que surgiram nas primeiras civilizações, arte e cultura sempre se mostraram propícias à manipulação. Prova
disso veio na forma da censura, criando um longo histórico
de poderes dominantes se apropriando desses dois campos.
Quando países como a Itália anunciam, em 2021, o fim da
censura a filmes dentro de seu território, essa discussão ganha novos capítulos.
A professora Maria Cristina Castilho Costa, da Escola
de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo,
conta que o processo de censura na sociedade não é novo:
“A censura não é de jeito nenhum um recurso só usado em
ditaduras. Ela sempre existiu na sociedade, desde que surgiu
a cultura, porque a cultura é uma ordem, um sistema hegemônico, e as pessoas nem sempre se identificam com essa
cultura hegemônica. Então, cria-se um conflito entre o que os
cidadãos pensam e o que pensa a cultura hegemônica”.
No caso do Brasil, a censura ao cinema se instaurou logo
quando a sétima arte se consagrava como meio de comunicação, no início do século 20. Enquanto isso, segmentos da
sociedade organizam-se em torno da preocupação com o poder de influência que ela poderia ter sobre os espectadores.
(André Derviche, “Censura às artes não é nova na história e vai além de
ditaduras”. Em: https://jornal.usp.br/atualidades, 06.05.2021. Adaptado)
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Leia a tira para responder à questão.

(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. Em: https://www.estadao.com.br/cultura/ quadrinhos. Acesso em 08.03.2024)
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(Bob Thaves, “Frank & Ernest”. Em: https://www.estadao.com.br/cultura/ quadrinhos. Acesso em 08.03.2024)
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Há casos em que não ocorre, propriamente, dificuldade na
deglutição, mas, sem dúvida, dificuldade de engolir certos
pensamentos e/ou fatos. Leia o quadro clínico a seguir.
Heloísa, uma senhora de 70 anos, branca, viúva, procurou o atendimento no posto de saúde com queixa de “bola na garganta”. Há 5 meses sente uma “bola na garganta” que parece aumentar quando fica nervosa ou ansiosa, mas que não atrapalha para comer. Avaliação clínica, sem particularidades. Após algum tempo de conversa, a paciente refere que o que realmente a incomoda é o casamento do seu neto. Passa a relatar que criou o seu neto como filho. Hoje com 22 anos, o rapaz casou-se e lhe deu uma linda bisneta. Sempre foi muito ligada a ele, dá até a impressão que ele era sua razão de viver. Então a “bola da garganta”, durante a anamnese vai se transformando na dura realidade que a faz sofrer: não consegue aceitar o afastamento do neto. Reconhece que o que não deseja engolir é essa mudança brusca na sua vida.
Há vários relatos em literatura, em que a queixa principal centra-se na dificuldade de deglutir, mas cujos resultados são de ordem psíquica.
Assinale a alternativa que aponta um termo descrito em literatura aplicado a esse tipo de caso.
Heloísa, uma senhora de 70 anos, branca, viúva, procurou o atendimento no posto de saúde com queixa de “bola na garganta”. Há 5 meses sente uma “bola na garganta” que parece aumentar quando fica nervosa ou ansiosa, mas que não atrapalha para comer. Avaliação clínica, sem particularidades. Após algum tempo de conversa, a paciente refere que o que realmente a incomoda é o casamento do seu neto. Passa a relatar que criou o seu neto como filho. Hoje com 22 anos, o rapaz casou-se e lhe deu uma linda bisneta. Sempre foi muito ligada a ele, dá até a impressão que ele era sua razão de viver. Então a “bola da garganta”, durante a anamnese vai se transformando na dura realidade que a faz sofrer: não consegue aceitar o afastamento do neto. Reconhece que o que não deseja engolir é essa mudança brusca na sua vida.
Há vários relatos em literatura, em que a queixa principal centra-se na dificuldade de deglutir, mas cujos resultados são de ordem psíquica.
Assinale a alternativa que aponta um termo descrito em literatura aplicado a esse tipo de caso.
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A imagem a seguir refere-se a um videodeglutograma de
um paciente com traumatismo cranioencefálico.
Assinale a alternativa que apresenta um diagnóstico compatível com a imagem.
Assinale a alternativa que apresenta um diagnóstico compatível com a imagem.
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A laringectomia parcial horizontal supraglótica consiste
na remoção da região imediatamente acima das pregas
vocais, ou seja, das pregas vestibulares até a epiglote,
com ou sem a base da língua. Na tentativa de minimizar
no paciente os efeitos na deglutição, a técnica de reconstrução empregada consiste na elevação e na anteriorização da laringe. Os principais impactos desse tipo de
laringectomia são a dificuldade na condução do bolo alimentar, principalmente quando há envolvimento da base
da língua, e a aspiração. A sonda nasogástrica é imperiosa nesses casos.
Assinale a alternativa que apresenta uma proposta terapêutica adequada a esse tipo de caso.
Assinale a alternativa que apresenta uma proposta terapêutica adequada a esse tipo de caso.
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A deglutição incompleta é caracterizada quando, após
várias tentativas de deglutição, o paciente mantém ou
retorna para a cavidade oral, parte ou todo o volume ingerido.
Por outro lado, a deglutição múltipla constitui
Por outro lado, a deglutição múltipla constitui
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A maioria das doenças da coluna cervical é traumática, neoplásica ou degenerativa, e desencadeia compressões medulares e/ou radiculares, tratadas cirurgicamente por meio
da abordagem pela via anterior, em virtude da passibilidade
de acesso rápido e seguro. As complicações, após a utilização dessa abordagem, normalmente, dizem respeito a
sintomas otorrinolaringológicos. A disfagia e a disfonia são
a queixas mais comuns. A disfagia é uma complicação frequente na abordagem anterior da coluna cervical (AACC),
em razão do número das estruturas nervosas, digestivas
e respiratórias que se apresentam no campo cirúrgico de
acesso à porção anterior da coluna cervical.
Assinale a alternativa que aponta corretamente o tipo de disfagia que constitui a queixa mais comum após a AACC.
Assinale a alternativa que aponta corretamente o tipo de disfagia que constitui a queixa mais comum após a AACC.
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