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Incontinência urinária (IU), é definida como qualquer perda involuntária de urina. Acomete, em algum grau, até 40% das mulheres.
Levando-se em consideração o grande constrangimento social que a incontinência urinária traz, e tendo como principais fatores favorecedores: idade acima de 60 anos, multiparidade, obesidade, atividades físicas de alto impacto, tabagismo e diabetes mellitus. São tratamentos não cirúrgicos indicados na atualidade, EXCETO:
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Paciente 32 anos, masculino, em uso recente de lítio para tratamento de transtorno bipolar, deu entrada no Pronto Socorro após início de hipertermia, alterações do nível de consciência, hipertensão arterial sistêmica, incontinência esfincteriana. Ao exame laboratorial, elevação da fosfocreatinoquinase e leve leucocitose.
Diante da história pregressa e do quadro clínico do paciente, qual dos diagnósticos diferenciais é o mais provável?
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Paciente do sexo masculino, 38 anos, tem história de rinorreia e tosse frequentes há longa data, dor torácica e episódios de desconforto respiratório e hemoptoicos intermitentes há 2 meses. Vem à consulta queixando-se de oligúria e hematúria.
Em investigação complementar, apresentar RX de tórax com opacidades cavernomatosas. Biópsia renal mostra glomerulite necrotizante com formação de crescentes.
Neste contexto clínico, qual o diagnóstico mais provável?
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A artrite infecciosa é um tipo especial de acometimento articular, pois tem potencial de desenvolvimento de sepse e até de óbito, se não reconhecida, diagnosticada e tratada adequadamente. A principal via de disseminação é hematogênica e a doença atinge, geralmente, grupos populacionais especiais.
Dentre as situações clínicas abaixo, assinale aquela com maior risco e potencial de desenvolvimento de uma artrite séptica:
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F.G.S., 45 anos, tabagista, diabética, no momento usando TRH para o climatério. Refere que sempre teve dor de cabeça, parecida com a que sempre tem, mas ultimamente ela tem aumentado a frequência, acompanhada de náuseas e fotofobia.
Qual a melhor conduta?
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Paciente com 55 anos, sexo feminino, procura neurologista com queixa de cefaleia e diminuição de força em hemicorpo direito há 15 dias. Possui antecedente de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e Diabetes Mellitus (DM), ambas em tratamento irregular. Apresentava-se emagrecida, presença de candidose oral e com hemiplegia desproporcional no hemicorpo direito. Foi submetida a tomografia de crânio, sendo evidenciadas lesões hipotensas, múltiplas, com efeito de massa e que captam o contraste de forma anelar, envolvendo os núcleos da base e junção da substância branca e cinzenta.
Após avaliação clínica e exame de imagem, qual seria a hipótese diagnóstica e conduta apropriada:
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São consideradas situações de maior risco para disfunção tireoidiana:
I. Idade acima de 30 anos.
II. Diabetes mellitus tipo 1 e outras doenças autoimunes.
III. Histórico de tireoidectomia, radioiodoterapia ou irradiação de cabeça e pescoço.
IV. Residência em área suficiente de iodo.
Com base nas assertivas apresentadas, quais estão CORRETAS:
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Um enorme desafio do Ministério da Saúde do Brasil tem sido a tentativa de eliminar ou diminuir a incidência da hanseníase no país. Trata-se de uma Doença infectocontagiosa de transmissão por vias aéreas e contato íntimo e prolongado. A região norte brasileira e o estado do Tocantins estão dentro dos mais altos níveis de incidência da doença. Um grande esforço tem sido feito para o controle da doença dentro da saúde pública do Brasil, preconizando o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.
Na Hanseníase, as internações hospitalares ocorrem principalmente devido:
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Quanto ao melanoma cutâneo, podemos citar como o dado mais fidedigno quanto ao seu estadiamento e prognostico:
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Um menino de 17 anos de idade apresenta dois episódios de síncope durante partida de futebol ao correr e é encaminhado para avaliação cardiológica. Tem histórico familiar de tio paterno que faleceu durante atividade física aos 21 anos de idade. Na avaliação complementar, apresentava ECG em repouso com ritmo sinusal dentro da normalidade e com intervalo QTc normal. Realizou ecocardiograma e ressonância magnética cardíaca revelando um coração estruturalmente normal. Realizada investigação de coronariopatia com angiotomografia de coronárias dentro da normalidade. Realizou teste ergométrico e o ritmo apresentado a seguir, onde é observado após 5 minutos de exercício. Baseado no histórico clínico e nos achados do traçado eletrocardiográfico durante o teste ergométrico, qual é o tratamento de primeira linha para esta condição?

https://blog.heart.com.mx/2019/02/taquicardia-ventricular-polimorfa.html
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