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Texto 4
Cerrado
Cerrado é onde ocorre a predominância do bioma das savanas no Brasil. Trata-se do segundo maior domínio em extensão territorial, ocupando uma área de mais de dois milhões de km². O termo “cerrado” pode ser utilizado em três sentidos. O primeiro diz respeito à “fisionomia do cerrado sensu stricto”. É uma das fisionomias do bioma savana, e parte da província florística cerrado sensu lato.
O segundo se refere à “província do cerrado sensu lato”. É uma província florística ou fitogeográfica – também chamada tipo vegetacional ou fitocório, que é um conceito florístico, que leva em conta a composição dos grupos taxonômicos das plantas de uma comunidade, (isto é, a flora) e biogeográfica (ao se incluir também a fauna).
O terceiro se aplica ao “domínio do cerrado”. É um domínio morfoclimático e fitogeográfico (área do espaço geográfico, com dimensões subcontinentais, em que predominam características morfoclimáticas – de clima e relevo – semelhantes, além de uma província florística (tipo vegetacional) predominante, podendo, entretanto, conter vários tipos de formações (como a floresta ripícola, o campo rupícola, o Cerradão, a floresta estacional decídua, o campo úmido, o campo rupestre a mata ciliar, a mata de galeria, a vereda etc.), algumas pertencentes a outras províncias florísticas (como a Mata Atlântica).
Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Cerrado. Acesso em: 18 fev. 2026. [Adaptado].
As expressões “stricto sensu” (ou “sensu stricto”), “lato sensu” (ou “sensu lato”), “et cetera” (ou a abreviatura “etc.”) são formas latinas de uso corrente e consagrado no português. Significam, segundo a ordem,
 

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Texto 4
Cerrado
Cerrado é onde ocorre a predominância do bioma das savanas no Brasil. Trata-se do segundo maior domínio em extensão territorial, ocupando uma área de mais de dois milhões de km². O termo “cerrado” pode ser utilizado em três sentidos. O primeiro diz respeito à “fisionomia do cerrado sensu stricto”. É uma das fisionomias do bioma savana, e parte da província florística cerrado sensu lato.
O segundo se refere à “província do cerrado sensu lato”. É uma província florística ou fitogeográfica – também chamada tipo vegetacional ou fitocório, que é um conceito florístico, que leva em conta a composição dos grupos taxonômicos das plantas de uma comunidade, (isto é, a flora) e biogeográfica (ao se incluir também a fauna).
O terceiro se aplica ao “domínio do cerrado”. É um domínio morfoclimático e fitogeográfico (área do espaço geográfico, com dimensões subcontinentais, em que predominam características morfoclimáticas – de clima e relevo – semelhantes, além de uma província florística (tipo vegetacional) predominante, podendo, entretanto, conter vários tipos de formações (como a floresta ripícola, o campo rupícola, o Cerradão, a floresta estacional decídua, o campo úmido, o campo rupestre a mata ciliar, a mata de galeria, a vereda etc.), algumas pertencentes a outras províncias florísticas (como a Mata Atlântica).
Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Cerrado. Acesso em: 18 fev. 2026. [Adaptado].
O Texto 4 é parte de um texto maior, de caráter expositivodescritivo, publicado na Wikipédia, no qual se apresentam informações conceituais, históricas, técnicas etc. a respeito do termo “Cerrado”. Considerando as características composicionais, o objetivo comunicativo e o espaço de circulação, o Texto 4 é classificado como
 

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Texto 3
Doenças da Idade Média
Por Arthur Almeida, da Agência Einstein
A confirmação de um caso de peste bubônica (“peste negra”) no final de agosto de 2025 nos Estados Unidos reverberou em diversos países. Muitos imaginam que essa doença tenha ficado no passado, especificamente na Idade Média, quando se estima que tenha causado a morte de 75 milhões a 200 milhões de pessoas em todo o mundo. Mas, na verdade, ela ainda está entre nós – assim como outras enfermidades que entraram para a história, como por exemplo a cólera e a hanseníase.
Todos os microrganismos patogênicos têm como objetivo biológico primordial se perpetuar e, para tanto, buscam formas de se reproduzir. Na prática, isso significa que, por mais que o ser humano consiga criar barreiras para tentar desacelerar esse processo, a seleção natural caminha em direção a tentar selecionar características evolutivas que permitam a esses agentes infecciosos driblar nossos mecanismos de proteção.
Por isso é tão difícil pensar na erradicação de doenças. “Em toda a história, a única infecção que conseguimos de fato impedir que ocorra na natureza é a varíola. Tanto é que, desde 1980, quando a OMS a declarou erradicada, acabou a exigência de medidas de controle, como a vacinação. Mas essa não é a regra”, explica o epidemiologista Expedito José de Albuquerque Luna, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
A desigualdade social e as falhas na vigilância epidemiológica favorecem os surtos. Por isso, a chave para superar esses problemas está em garantir o saneamento básico e o acesso à água potável, ao mesmo tempo em que se oferece antimicrobianos e vacinação à população.
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/11/doencasda-idade-media-continuam-circulando-e-fazendo-vitimas.ghtml. Acesso em: 18 nov. 2025. [Adaptado].
No segmento oracional “por mais que o ser humano consiga criar barreiras para tentar desacelerar esse processo”, a locução conectiva “por mais que” expressa um sentido
 

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Texto 3
Doenças da Idade Média
Por Arthur Almeida, da Agência Einstein
A confirmação de um caso de peste bubônica (“peste negra”) no final de agosto de 2025 nos Estados Unidos reverberou em diversos países. Muitos imaginam que essa doença tenha ficado no passado, especificamente na Idade Média, quando se estima que tenha causado a morte de 75 milhões a 200 milhões de pessoas em todo o mundo. Mas, na verdade, ela ainda está entre nós – assim como outras enfermidades que entraram para a história, como por exemplo a cólera e a hanseníase.
Todos os microrganismos patogênicos têm como objetivo biológico primordial se perpetuar e, para tanto, buscam formas de se reproduzir. Na prática, isso significa que, por mais que o ser humano consiga criar barreiras para tentar desacelerar esse processo, a seleção natural caminha em direção a tentar selecionar características evolutivas que permitam a esses agentes infecciosos driblar nossos mecanismos de proteção.
Por isso é tão difícil pensar na erradicação de doenças. “Em toda a história, a única infecção que conseguimos de fato impedir que ocorra na natureza é a varíola. Tanto é que, desde 1980, quando a OMS a declarou erradicada, acabou a exigência de medidas de controle, como a vacinação. Mas essa não é a regra”, explica o epidemiologista Expedito José de Albuquerque Luna, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
A desigualdade social e as falhas na vigilância epidemiológica favorecem os surtos. Por isso, a chave para superar esses problemas está em garantir o saneamento básico e o acesso à água potável, ao mesmo tempo em que se oferece antimicrobianos e vacinação à população.
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2025/11/doencasda-idade-media-continuam-circulando-e-fazendo-vitimas.ghtml. Acesso em: 18 nov. 2025. [Adaptado].
De acordo com as informações apresentadas no Texto 3, enfermidades como a peste bubônica, a hanseníase e a cólera
 

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Texto 2
Neologismo
Beijo pouco, falo menos ainda.
Mas invento palavras
Que traduzem a ternura mais funda
E mais cotidiana.
Inventei, por exemplo, o verbo teadorar.
Intransitivo:
Teadoro, Teodora.
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 20. ed. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1993. p. 199-200.
Considerando que o neologismo proposto pelo eu lírico “teadoro” seja uma única palavra, os dois vocábulos do verso “Teadoro, Teodora” constituem, segundo a ordem em que aparecem,
 

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Texto 2
Neologismo
Beijo pouco, falo menos ainda.
Mas invento palavras
Que traduzem a ternura mais funda
E mais cotidiana.
Inventei, por exemplo, o verbo teadorar.
Intransitivo:
Teadoro, Teodora.
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 20. ed. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1993. p. 199-200.
O neologismo proposto pelo eu lírico “teadorar” é formado pela junção de duas palavras que, originalmente, têm respectivamente as seguintes propriedades morfossintáticas:
 

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Texto 2
Neologismo
Beijo pouco, falo menos ainda.
Mas invento palavras
Que traduzem a ternura mais funda
E mais cotidiana.
Inventei, por exemplo, o verbo teadorar.
Intransitivo:
Teadoro, Teodora.
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 20. ed. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1993. p. 199-200.
Em Neologismo, o eu lírico toma o ato de inventar palavras como objeto de referência. Nesse sentido, o poema é construído a partir de um procedimento
 

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Texto 1



Enunciado 4543185-1




SANSIL, Madu. Às vezes esqueço como respirar. Goiânia: Mondru, 2024. p. 88.

Lançamento da Mondru Editora, às vezes esqueço como respirar é a estreia na poesia da professora, pesquisadora e multiartista pernambucana Madu Sansil, que nos convida a um mergulho intenso na complexidade do sentir humano.

O título já é explicativo: o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só. Na poesia de Sansil, isso é mais do que evidente, já que os textos perpassam temas como ansiedade, síndrome da impostora, perdas e relações abusivas. Entretanto, o leitor vai percebendo que, conforme a obra vai se concebendo, a voz poética passa a comportar o ar e os mecanismos respiratórios perdidos pelo corpo.

Isso se vê, por exemplo, no poema “parestesia” (p. 23), que diz: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”.

[...]

O tom bem-humorado está presente ao longo de todo o livro, refletindo uma poética ferida, marcada, mas em busca de se reconstruir. Não se trata de uma mera tentativa de equilibrar a obra, mas de testar outros pontos de vista para nossas falhas, como exercício de elaboração.

às vezes esqueço como respirar revela as muitas camadas entre o trágico e o cômico, sendo um livro que dialoga, certamente, com as questões de nossos tempos. Madu Sansil busca, na formulação poética, meios de se “lembrar de respirar” – ou talvez, mais do que isso, de se lembrar do próprio corpo.

Laura Redfern Navarro

Poeta, jornalista e pesquisadora.

Disponível em: https://diplomatique.org.br/miscelanea-64/. Acesso em: 18 fev. 26. [Adaptado].

No trecho “o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só”, o termo “pletora” pode ser substituído, sem prejudicar a coesão e o sentido, por
 

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Texto 1



Enunciado 4543184-1




SANSIL, Madu. Às vezes esqueço como respirar. Goiânia: Mondru, 2024. p. 88.

Lançamento da Mondru Editora, às vezes esqueço como respirar é a estreia na poesia da professora, pesquisadora e multiartista pernambucana Madu Sansil, que nos convida a um mergulho intenso na complexidade do sentir humano.

O título já é explicativo: o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só. Na poesia de Sansil, isso é mais do que evidente, já que os textos perpassam temas como ansiedade, síndrome da impostora, perdas e relações abusivas. Entretanto, o leitor vai percebendo que, conforme a obra vai se concebendo, a voz poética passa a comportar o ar e os mecanismos respiratórios perdidos pelo corpo.

Isso se vê, por exemplo, no poema “parestesia” (p. 23), que diz: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”.

[...]

O tom bem-humorado está presente ao longo de todo o livro, refletindo uma poética ferida, marcada, mas em busca de se reconstruir. Não se trata de uma mera tentativa de equilibrar a obra, mas de testar outros pontos de vista para nossas falhas, como exercício de elaboração.

às vezes esqueço como respirar revela as muitas camadas entre o trágico e o cômico, sendo um livro que dialoga, certamente, com as questões de nossos tempos. Madu Sansil busca, na formulação poética, meios de se “lembrar de respirar” – ou talvez, mais do que isso, de se lembrar do próprio corpo.

Laura Redfern Navarro

Poeta, jornalista e pesquisadora.

Disponível em: https://diplomatique.org.br/miscelanea-64/. Acesso em: 18 fev. 26. [Adaptado].

Considere o seguinte trecho citado no Texto 1: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”. Nesse trecho, o uso do sinal gráfico barra oblíqua ou inclinada (/) serve para
 

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Texto 1



Enunciado 4543183-1




SANSIL, Madu. Às vezes esqueço como respirar. Goiânia: Mondru, 2024. p. 88.

Lançamento da Mondru Editora, às vezes esqueço como respirar é a estreia na poesia da professora, pesquisadora e multiartista pernambucana Madu Sansil, que nos convida a um mergulho intenso na complexidade do sentir humano.

O título já é explicativo: o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só. Na poesia de Sansil, isso é mais do que evidente, já que os textos perpassam temas como ansiedade, síndrome da impostora, perdas e relações abusivas. Entretanto, o leitor vai percebendo que, conforme a obra vai se concebendo, a voz poética passa a comportar o ar e os mecanismos respiratórios perdidos pelo corpo.

Isso se vê, por exemplo, no poema “parestesia” (p. 23), que diz: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”.

[...]

O tom bem-humorado está presente ao longo de todo o livro, refletindo uma poética ferida, marcada, mas em busca de se reconstruir. Não se trata de uma mera tentativa de equilibrar a obra, mas de testar outros pontos de vista para nossas falhas, como exercício de elaboração.

às vezes esqueço como respirar revela as muitas camadas entre o trágico e o cômico, sendo um livro que dialoga, certamente, com as questões de nossos tempos. Madu Sansil busca, na formulação poética, meios de se “lembrar de respirar” – ou talvez, mais do que isso, de se lembrar do próprio corpo.

Laura Redfern Navarro

Poeta, jornalista e pesquisadora.

Disponível em: https://diplomatique.org.br/miscelanea-64/. Acesso em: 18 fev. 26. [Adaptado].

O Texto 1, considerando-se a forma composicional e o conteúdo temático, pertence ao gênero
 

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