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Homem de 77 anos, com histórico de hipertensão sistólica controlada com levanlodipino 2,5 mg, 1x ao dia, apresenta queixa de dispneia aos moderados esforços, há 4 meses, associada a parestesias nos quatro primeiros dedos das mãos há mais de um ano. Realizou os exames laboratoriais mais relevantes para o caso, sem alterações significativas. Ao exame, apresentou: PA 120 x 64 mmHg, FC 84 bpm, ritmo cardíaco regular com presença de B4, sem sopro, murmúrio presente, com estertores crepitantes em bases, ruptura da cabeça longa do bíceps braquial à direita (sinal de Popeye). Realizou o eletrocardiograma reproduzido abaixo.

Pensando na principal hipótese diagnóstica para o caso, seria mais provável encontrar, nesse paciente,
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Homem de 71, empresário, praticante de beach tennis, refere menor tolerância aos esforços nos últimos 4 meses. Nega comorbidades ou uso de medicamentos. Ao exame físico, apresentou: PA 128x68 mm, FC de 46 bpm, ausculta cardíaca e pulmonar normais. Realizou exames laboratoriais e ecocardiograma, que não apresentaram alterações significativas. Foi solicitada cintilografia de perfusão miocárdica com estresse físico com o seguinte resultado: teste abaixo do submáximo (atingiu 69% da FC máxima prevista), sem alterações eletrocardiográficas até a FC alcançada, regular capacidade funcional, perfusão miocárdica normal. Holter com bradicardia sinusal, distúrbio de condução pelo ramo direito, FC mínima de 34 e média de 45 bpm, com pausas sinusais de até 2,5 segundos durante a vigília. Nesse caso, a opção de tratamento mais adequada é
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Mulher de 32 anos, parda, gravidez gemelar, sem comorbidades, iniciou acompanhamento prénatal com 12 semanas e apresentou PA 124 x 82 mmHg, FC 92 bpm. Na 28ª semana de gestação, foi identificado aumento dos níveis pressóricos, em mais de uma ocasião, com valores de 142 x 102 mmHg, FC 98 bpm. Nega cefaleia, alterações visuais ou dor abdominal e está seguindo as orientações dietéticas. Exames laboratoriais sem alterações significativas e EAS normal. Fetos sem restrição de crescimento intrauterino ao ultrassom. Esse quadro é indicativo de
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Mulher de 25 anos procurou o pronto socorro após síncope desliga-liga e episódios de palpitações e mal-estar. Relata que sua mãe apresentou morte súbita aos 28 anos e que tem um filho de 7 anos, saudável. Nega doenças ou uso de medicamentos. Realizou o eletrocardiograma reproduzido abaixo.

Nesse caso,
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Homem de 66 anos, tabagista e diabético, apresenta quadro de angina aos esforços habituais com duração de 5 minutos, que melhora ao repouso, com início há quatro meses. Procurou a unidade básica de saúde, sendo atendido por um clínico geral, que solicitou cintilografia de perfusão miocárdica com estresse físico (reproduzida abaixo) e encaminhou para avaliação especializada.

O teste foi interrompido aos 4 minutos do protocolo de Bruce por angina limitante com infradesnivelamento do segmento ST de 2 mm de V4 a V6, CM5, DII, DIII e aVF. O cardiologista constata que o exame demonstra
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Após 60 minutos da administração do trombolítico, a paciente apresentou melhora da dor e redução significativa do supradesnível do segmento ST. Ela estava bem, mas referiu mal-estar, sendo repetido o eletrocardiograma, reproduzido abaixo.

Nesse caso, a alteração encontrada
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Mulher de 60 anos chegou ao pronto socorro com queixa de dor precordial em aperto de forte intensidade, irradiada para membros superiores, associada a sudorese e palidez, com início há 30 minutos. Refere ser diabética há 8 anos, em uso de metformina e glibenclamida. Nega alergia, história de sangramentos ou outras comorbidades. Ao exame físico, apresentou: peso de 60 Kg, pressão arterial de 130 x 88 mmHg, FC 100 bpm, murmúrio vesicular presente ruídos , duas bulhas rítmicas normofonéticas, sem sopro, pulsos presentes e simétricos. Realizou eletrocardiograma com supradesnível do segmento ST de V3 a V6, sem melhora após administração de AAS 300 m e dinitrato de isossorbida 5 mg sublingual.
Como a previsão para realização de angioplastia primária é superior 120 minutos, o tratamento mais adequado, nesse momento, é
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Homem de 45 anos procurou a UPA com quadro de palpitações taquicárdicas e dispneia. Relata ser hipertenso em uso de 100 mg de losartana e 5 mg de anlodipino. Realizou o eletrocardiograma reproduzido abaixo.

Como apresentava hipotensão arterial, foi submetido a cardioversão elétrica sincronizada, sem intercorrências, e evoluiu com normalização da pressão arterial e melhora dos sintomas. O tratamento recomendado para o caso é iniciar
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A avaliação dos aneurismas de aorta pode ser realizada por ecocardiograma, angiotomografia e ressonância magnética. A indicação para intervenção vai depender da etiologia, da presença de sintomas, dos diâmetros e da velocidade de crescimento. Nesse contexto, o caso clínico que apresenta indicação de correção cirúrgica do aneurisma de aorta ascendente é
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Homem de 61 anos, negro, com antecedentes de HAS, DM2, dislipidemia e infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento de ST há 4 meses, realizou angioplastia com stent farmacológico em terço proximal de artéria descendente anterior, após mais de 24 horas do início da dor, sem outras lesões coronarianas obstrutivas. Evoluiu com quadro de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FE 32%), atualmente em CF III da NYHA, aderente ao tratamento medicamentoso e às orientações dietéticas. Refere ter apresentado edema bipalpebral e de lábios após utilizar o enalapril, que melhorou após sua suspensão. Realizou exames laboratoriais com NT-proBNP de 2000, sem outras alterações significativas. Está em uso, há 3 meses, de carvedilol 25 mg 12/12h, candesartana 32 mg, 1x ao dia, espironolactona 25 mg, empagliflozina 10 mg, furosemida 40 mg, 1x ao dia, AAS 100 mg e atorvastatina 40 mg. Exame físico sem sinais de congestão sistêmica ou pulmonar, PA 138 x 86 mmHg, FC 60 bpm, sem outras alterações significativas. Realizou o eletrocardiograma abaixo.

Após 3 meses do ajuste terapêutico, o paciente evoluiu com melhora para classe funcional II. O cardiologista optou por repetir o ecocardiograma, que mostrou fração de ejeção de 34%, e solicitou perfil de ferro com valores referentes a ferritina de 127 ng/mL e saturação de 22%. Realizou novo eletrocardiograma, sem mudanças significativas em relação ao anterior. Nesse momento, o tratamento mais adequado é
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