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Foram encontradas 49 questões.

1010926 Ano: 2019
Disciplina: Administração Pública
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
Nas universidades federais, são realizados determinados processos de controle de gestão, os quais contêm procedimentos de aprovação dos relatórios de gestão de cada unidade descentralizada. A análise dos gastos descentralizados dessas unidades é feita antes da atuação fiscalizadora do Conselho de Curadores (CONCURA), o qual faz parte da estrutura organizacional da instituição. O órgão de controle responsável por essa análise é denominado
 

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1010925 Ano: 2019
Disciplina: Administração Pública
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
O Modelo Gerencial de Administração Pública utiliza, com as devidas adaptações, conceitos e princípios consagrados no âmbito privado. Um desses princípios é a geração de valor que objetiva
 

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1010923 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

De acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional de determinada instituição federal de ensino superior (IFES), sua missão é educar, produzir e disseminar o saber universal, preservar e difundir as artes e a cultura, e contribuir para o desenvolvimento humano, comprometendo-se com a justiça social, a sustentabilidade socioambiental, a democracia e a cidadania. Os técnicos dessa instituição, ao revisarem o referido plano, elaboraram a figura reproduzida abaixo, a qual contém o resultado sintético da análise do ambiente externo.

Enunciado 1010923-1

Levando em consideração essas informações sobre a missão e o ambiente externo, analise as afirmações abaixo.

I O ambiente com melhor avaliação quanto às oportunidades está diretamente relacionado à produção e disseminação do saber universal proposto pela IFES.

II O ambiente com menor importância em relação às ameaças externas diz respeito ao compromisso da IFES com a justiça social, a democracia e a cidadania.

III Os ambientes identificados em segundo e terceiro lugar quanto às oportunidades estimulam a difusão das artes e da cultura, ligadas à economia laranja.

IV Os ambientes que tiveram a segunda e a terceira classificação quanto às ameaças têm relação difusa com a sustentabilidade socioambiental.

Estão corretas as afirmações

 

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1010922 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
O Método de Análise e Solução de Problemas (MASP) consiste numa metodologia estruturada e sistematizada para a resolução de problemas em processos, produtos e serviços organizacionais. Essa metodologia está diretamente relacionada ao ciclo PDCA de gestão. Uma das fases do MASP é a análise e a identificação das possíveis causas de um problema que está sendo identificado. No ciclo PDCA, essa fase corresponde ao
 

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1010915 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
O diretor de um centro administrativo de uma universidade está criando um novo organograma para a sua unidade, de forma a proporcionar a troca de experiências entre especialistas de várias áreas de conhecimento. Para atender a essa demanda, o modelo de departamentalização a ser utilizado é o
 

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1010914 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
Para determinado modelo de planejamento estratégico, constitui um problema a distância entre uma situação dada e uma situação desejada, considerada por alguém como ótima. Nessa perspectiva, torna-se necessário identificar um problema preliminar ou o núcleo de problemas para, no próximo passo, descrever o problema focal. Essa sequência faz parte da metodologia do modelo
 

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1010913 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
A coordenação de um determinado curso utiliza o Ciclo PDCA de gestão para melhorar continuamente a qualidade do ensino. Numa das etapas desse ciclo, o coordenador acompanha os indicadores de aprovação, reprovação e evasão dos alunos. Nesse acompanhamento, ele está utilizando a fase do ciclo denominada
 

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1010912 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
A visão de futuro definida no Plano de Desenvolvimento Institucional de determinada instituição é a seguinte: uma universidade com inserção internacional e sustentabilidade em suas ações, com uso disseminado de tecnologias de informação e de comunicação nas práticas acadêmicas, com flexibilidade curricular na formação e mobilidade interna e externa, mantendo a oferta de cursos em áreas estratégicas e a qualidade da formação com novas modalidades e educação continuada. Além disso, pretende ser referência em produção de conhecimentos em áreas de fronteira e estratégicas para o desenvolvimento socioeconômico, buscando a inovação, com estreita interação com a sociedade, poderes públicos, setor produtivo e movimentos sociais, induzindo políticas públicas e compartilhando conhecimentos. Ao estabelecer uma relação entre os ambientes externos e a visão de futuro dessa universidade, alguns dos elementos que compõem essa visão e estão relacionados diretamente ao ambiente tecnológico são:
 

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1010906 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
A Nova Administração Pública (NAP) surgiu na segunda metade do século XX, entre o fim da década de 60 e o início da década de 70, preconizando a administração gerencial e trazendo, para a esfera governamental, os valores de eficiência, eficácia e competitividade. Um princípio basilar da eficiência na gestão pública tem sido o interesse público, que pode ser incluído no modelo desenvolvido por Kaplan e Norton na década de 80. Para acompanhar o desempenho das instituições, eles sugerem a utilização de indicadores operacionais, além dos financeiros, agrupando-os em quatro conjuntos de parâmetros. O alcance do interesse público, portanto, deve ser medido por meio de indicadores do conjunto, que fazem parte da perspectiva
 

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Um silêncio que MATA

Cláudia Maria França Pádua

A agressividade é a arma que o indivíduo utiliza para manifestar seu ódio. Existem vários tipos de violência, e os estudos desse tipo de comportamento são constantes com o intuito de descobrir as causas que levam o ser humano a cometer tal infração e que causam indignação aos olhos atentos da sociedade.

Inúmeras pesquisas mostram, há anos, a vergonhosa prevalência da violência contra as mulheres. Em 2013, 13 mulheres morreram, todos os dias, vítimas de feminicídio, isto é, assassinato em função de seu gênero. Cerca de 30% foram mortas pelo parceiro ou ex-companheiro (Mapa da Violência 2015). Outra pesquisa do Instituto Locomotiva, dessa vez de 2016, aferiu que 2% dos homens admitem espontaneamente ter cometido violência sexual contra uma mulher, mas, diante de uma lista de situações, 18% reconhecem terem sido violentos. Quase um quinto dos 100 milhões de homens brasileiros. E, curiosamente, um estudo recente revelou que 90% concorda que quem presencia ou toma conhecimento de um estupro e fica calado também é culpado. Um percentual relevante, mas por que ainda há tanto silêncio?

Cinco tipos de violência enquadram todos esses estudos: 1 - violência psicológica: causa danos à autoestima da vítima, podendo ocorrer em casa, na escola, no trabalho, proporcionando humilhação, desvalorização, ofensa, chantagem, manipulação, constrangimento e outros; 2 - violência física: causa danos ao corpo da vítima, podendo ocorrer sob a forma de socos, pontapés, chutes, amarrações e mordidas, impossibilitando defesa; 3 - violência moral: qualquer conduta que proporcione calúnia, difamação ou injúria; 4 - violência sexual: esta não se limita somente ao estupro propriamente dito, mas a atos de violência proibitivos, como, por exemplo, não uso de contraceptivos, obrigação de práticas sexuais, "encoxada" nos transportes públicos, exploração do corpo de adolescentes e pedofilia; 5 - violência simbólica: utilização feminina como "objeto de desejo" (propagandas, outdoors etc.), traçando uma imagem negativa da mulher. O alerta que ecoa é que a violência é silenciosa. Ela ocorre nas residências, nos espaços públicos e em qualquer lugar onde a mulher é assediada.

O assédio é um comportamento criminoso e deve ser severamente tratado como tal. Seu desenvolvimento relaciona-se com a carência emocional ou com a separação, na infância, do elo materno. A partir desse momento, criam-se, no indivíduo, condutas antissociais, um desajuste afetivo, que podem levá-lo ao cometimento de crimes para sentir prazer no sofrimento dos outros e gerar uma excitação cortical, causando-lhe grande satisfação da libido e de seu ego malformado por uma personalidade psicopática e doentia, na qual os impulsos do mal ganham lugar e ímpeto para cometer tais absurdos. Nesse exato momento, instaura -se o grau de periculosidade do agressor. Portanto, muitas vezes, senão na maioria delas, o agressor sabe que está cometendo um delito e sente, inclusive, prazer nesse comportamento.

É necessário que as autoridades realizem emergencialmente políticas que inviabilizem esse avanço, para que esse crime não faça parte das principais estatísticas, em que 22 milhões das brasileiras com 16 anos ou mais relatam ter sofrido algum tipo de assédio em 2018. Vítimas com ensino médio e superior relatam, em seus depoimentos, terem sofrido algum tipo de assédio em maior número do que aquelas com ensino fundamental. O caso mais comum citado pela maioria das mulheres entrevistadas é o de comentários desrespeitosos na rua.

Sabemos que, desde a Idade Média, a violência psicológica e moral contra as mulher es era muito comum, e a violência física se valia até mesmo dos mais diferentes instrumentos de tortura utilizados nas mulheres de forma cruel e sem condenação aos torturadores. O "estripador de seios", por exemplo, costumava ser utilizado para punir mulheres acusadas de realizar bruxaria, aborto ou adultério. As garras aquecidas por brasas eram usadas para arrancar-lhes os seios. E existiram tantos outros instrumentos cruéis que marcaram a história mundial e registraram como a mulher foi e ainda é tratada.

No Brasil, a tortura se divide em duas fases: a primeira se estende do Brasil Império até a nossa Constituição Federal de 1988. A produção de prova se fazia, até aquela época, de forma brutal, e a escravatura, legalizada, tornava o ambiente adequado à violação da dignidade humana. O Código Criminal de 1830 previu o aumento da dor física, como agravante, e o termo "tortura", que aparece na Lei Penal Brasileira em 1940, quando é arrolada entre os meios cruéis que agravam o delito.

A segunda fase se inicia com a Constituição de 1988, sob o desrespeito sistemático às liberdades fundamentais do homem, ocorrido nas décadas anteriores. Tipificada finalmente a tortura como crime em nossa legislação, espera-se que as formas mais silenciosas, como as violências psicológica, moral e simbólica, recebam um olhar atento para sua erradicação. Infelizmente, nosso país ainda caminha a passos lentos na recrudescência de leis mais efetivas, em que o respeito deveria permanecer como palavra-chave.

As mulheres têm, sim, exercido sua voz, mas mergulham, por vezes, em um conformismo de cultura social que não deverá mais ser aceito e precisa urgentemente ser resolvido com políticas públicas adequadas e conscientização. Afinal, não se pode ficar inerte diante da violência que assola o país e gera incredulidade. Sabemos que as palavras têm a força da razão, enquanto a crueldade emana do poder do ódio e da anomia.

PÁDUA, Cláudia Maria França. Um silencia que mata. Psique, ciência e vida. São Paulo: Editora Escala, Ed. 158, abr. 2019. p. 18-19. [Adaptado].

As mulheres têm, sim, exercido sua voz, mas mergulham, por vezes, em um conformismo de cultura social que não deverá[1] mais ser aceito e precisa[2] urgentemente ser resolvido com políticas públicas adequadas e conscientização .

Sem alteração do sentido e com respeito à norma-padrão, o excerto está corretamente reescrito em:

 

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