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Foram encontradas 40 questões.

3021806 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

Considere o seguinte texto:

Cerca de 13 mil novos casos de cancer em crianças e adolescentes ocorreram no Brasil em 2017. Entre varios tipos, o de maior incidencia é a leucemia, correspondendo a 30% dos casos. O porque e como seres humanos tão novinhos desenvolvem essa doença geram controversias há decadas – possiveis causas ambientais, como radiações ionizantes, ondas eletromagneticas ou até mesmo produtos quimicos nunca apresentaram evidencias concretas para serem aceitas. Agora, cientistas londrinos descobriram alguns provaveis culpados pela leucemia linfoblastica aguda (LLA)– e a limpeza excessiva na primeira infancia esta entre eles.

(Adaptado de: <https://super.abril.com.br/saude

/cientistas-descobrem-possiveis-causas-da-leucemia-infantil-e-uma-delas-tem-a-ver-com-1.limpeza-excessiva/>.)

Assinale a alternativa que apresenta o número de palavras desse texto que estão erroneamente sem acento.

 

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3021805 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

Em que frase estão corretos o uso e a grafia da expressão sublinhada?

 

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3021804 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

Considere o seguinte trecho:

Uma espécie de origem africana, o , vem despertando a atenção de cientistas e produtores como para fazer um combustível eficiente e amigo do meio ambiente. “O material é uma alternativa ao uso tanto de combustíveis fósseis e de carvão mineral e óleo diesel quanto do das biomassas já tradicionalmente utilizadas para geração de energia elétrica ou produção de biocombustíveis, como a e espécies florestais”, garante a engenheira Márcia Mitiko Onoyama, da Embrapa Agroenergia.

(Adaptado de: <http://chc.org.br/verde-energia/>)

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna acima:

 

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3021803 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

Considere o seguinte trecho inicial de um texto:

A vida na Terra depende essencialmente da fotossíntese, processo pelo qual a energia solar é usada para gerar biomassa.

Numere os parênteses a seguir, identificando a ordem textual lógica das ideias que dão continuidade ao texto.


(  ) Uma vez captada, ela se propaga através de reações químicas até atingir o ponto em que há produção de glicose.


(  ) Um aspecto limitante nesse processo é que a maioria dos sistemas naturais capta luz na faixa visível, cujos comprimentos de onda variam de 400 a 700 nanômetros (nm).


(  ) O processo tem início com a captação da energia solar por bactérias fotossintetizantes.


(  ) A eficiência seria muito maior se todas as frequências pudessem ser captadas.

(Disponível em: <http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/2934/n/fotoaclimatacao,_uso_eficiente_da_luz>)

Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.

 

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3021802 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

Na coluna da esquerda, são apresentadas algumas perguntas feitas à ex-consulesa francesa, Alexandra Loras, em entrevista sobre preconceito racial concedida à revista Veja (<https://complemento.veja.abril.com.br/entrevista/ alexandra-loras.html>). Numere a coluna da direita, relacionando as respostas às respectivas perguntas.

1. É possível classificar seres humanos por raça?
2 . Você é a favor das cotas?
3. Você acredita que a política de cotas brasileira está no caminho certo?


(  ) É muito confortável para o branco falar em meritocracia, dizer que somos todos iguais e ser contra as cotas. Mas em 127 anos após a fim da escravidão, a sociedade brasileira ainda não resolveu seus problemas de forma orgânica, natural.


(  ) No sentido biológico não, somos todos humanos. Mas no sentido social há sim. Estamos presos nessa imagem de democracia racial e da mestiçagem, mas ao mesmo tempo reconhecemos que o preconceito por causa da cor da pele existe.


(  ) Tanto as cotas raciais como as sociais no Brasil são tímidas, baseadas em porcentagens estatísticas. Se tivesse uma lei de cotas de verdade, teriam de ter 50% de alunos pobres, pardos e negros nas universidades e escolas particulares, boards executivos de empresas, na escola Saint Paul, no Liceu Pasteur, não só nas universidades.

Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.

 

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3021801 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

Considere o seguinte trecho de uma notícia publicada na Revista Super Abril :

Já parou para pensar no motivo que nos leva a desconfiar de certas pessoas e instantaneamente confiar em outras - mesmo que não nenhuma delas?

Um estudo feito nos Estados Unidos investigou isso e concluiu que é tudo uma questão de como funciona o sistema de aprendizado do nosso cérebro.

É que, de acordo com os autores, nossa percepção sobre a reputação de um estranho, mesmo sem ter qualquer informação direta sobre ele, tem como base a sua semelhança física com pessoas que . Em outras palavras, a desconfiar daqueles que se parecem com conhecidos que consideremos desonestos ou imorais - e costumamos confiar mais nos estranhos que se parecem com pessoas em quem .

(Disponível em: <https://super.abril.com.br/blog/como-

pessoas-funcionam/por-que-alguns-desconhecidos-parecem-mais-confiaveis-que-outros/>)

Assinale a alternativa com as formas verbais que preenchem corretamente as lacunas acima.

 

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3021800 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

Assinale a alternativa que segue as normas do português padrão.

 

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3021799 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

O texto a seguir é referência para a questão.

A pergunta pairava em uma legenda na tela da TV durante o programa apresentado por Leilane Neubarth no canal Globo News: “Policiais de folga devem reagir assaltos?”. O motivo do questionamento era a notícia sobre a atitude da policial militar Kátia da Silva Sastre, que disparou três tiros e matou um assaltante em frente escola em que a filha dela estuda, em Suzano (SP), quando iria participar de uma festa do Dia das Mães. No dia seguinte ocorrência, a cabo da PM, que está na corporação 20 anos, foi homenageada pelo governador paulista, Márcio França. Recebeu flores e elogios. “Ela é um exemplo do que um policial deve fazer. Por ela, pela sociedade, pela própria filha”, disse França. O secretário da Segurança Pública do Estado, Mágino Alves, reforçou as palavras do governador ao afirmar que a policial agiu corretamente, seguindo o protocolo da PM. O secretário aproveitou para lembrar que a população em geral não deve reagir tentativas de assalto.

Dentro dessa premissa, parece perfeitamente legítimo que um telejornal questione se um policial de folga deve seguir a recomendação que vale para a população em geral ou reagir. A reação de muitos dos telespectadores não foi responder à pergunta, e sim criticá-la com veemência, como se o assunto não pudesse ser nem sequer debatido. Entre os internautas que aproveitaram a oportunidade para manifestar sua visão maniqueísta está a âncora do “SBT Brasil”, Rachel Sheherazade, para quem a pergunta é “estúpida”. Pelo Twitter, Leilane respondeu às provocações de forma igualmente visceral: “As pessoas não querem ler, assistir nem entender nada. Querem apenas odiar. Extravasar seu ódio, sua própria violência interna contra tudo que vem acontecendo nesse país”. O tom da resposta, talvez pelo calor do momento, pode ser exagerado, mas o que ela diz resume a cultura de ódio que divide a sociedade brasileira justamente nas questões que exigem um debate equilibrado. A pergunta exibida no noticiário nem mesmo tocava no ponto crucial da ação da policial: se ela deveria ter atirado com a intenção de matar, como fez, ou tentado desarmar o assaltante que, segundo ela, já havia efetuado dois disparos. Também não se indagou se cabe ao governador do Estado homenagear a policial pela bravura, mesmo fora de serviço. A questão era simples, sem viés ideológico, sem qualquer apologia a fazer justiça com as próprias mãos ou condenação ao uso de letalidade policial. Por isso mesmo merece ser formulada. Perguntar não ofende.

(Disponível em: <https://istoe.com.br/tiros-flores-e-intolerancia/>)

Na sentença “Entre os internautas que aproveitaram a oportunidade para manifestar sua visão maniqueísta está a âncora do “SBT Brasil”, Rachel Sheherazade, para quem a pergunta é ‘estúpida’”, o termo sublinhado pode ser substituído, sem alterar o sentido, por:

 

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3021798 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

O texto a seguir é referência para a questão.

A pergunta pairava em uma legenda na tela da TV durante o programa apresentado por Leilane Neubarth no canal Globo News: “Policiais de folga devem reagir assaltos?”. O motivo do questionamento era a notícia sobre a atitude da policial militar Kátia da Silva Sastre, que disparou três tiros e matou um assaltante em frente escola em que a filha dela estuda, em Suzano (SP), quando iria participar de uma festa do Dia das Mães. No dia seguinte ocorrência, a cabo da PM, que está na corporação 20 anos, foi homenageada pelo governador paulista, Márcio França. Recebeu flores e elogios. “Ela é um exemplo do que um policial deve fazer. Por ela, pela sociedade, pela própria filha”, disse França. O secretário da Segurança Pública do Estado, Mágino Alves, reforçou as palavras do governador ao afirmar que a policial agiu corretamente, seguindo o protocolo da PM. O secretário aproveitou para lembrar que a população em geral não deve reagir tentativas de assalto.

Dentro dessa premissa, parece perfeitamente legítimo que um telejornal questione se um policial de folga deve seguir a recomendação que vale para a população em geral ou reagir. A reação de muitos dos telespectadores não foi responder à pergunta, e sim criticá-la com veemência, como se o assunto não pudesse ser nem sequer debatido. Entre os internautas que aproveitaram a oportunidade para manifestar sua visão maniqueísta está a âncora do “SBT Brasil”, Rachel Sheherazade, para quem a pergunta é “estúpida”. Pelo Twitter, Leilane respondeu às provocações de forma igualmente visceral: “As pessoas não querem ler, assistir nem entender nada. Querem apenas odiar. Extravasar seu ódio, sua própria violência interna contra tudo que vem acontecendo nesse país”. O tom da resposta, talvez pelo calor do momento, pode ser exagerado, mas o que ela diz resume a cultura de ódio que divide a sociedade brasileira justamente nas questões que exigem um debate equilibrado. A pergunta exibida no noticiário nem mesmo tocava no ponto crucial da ação da policial: se ela deveria ter atirado com a intenção de matar, como fez, ou tentado desarmar o assaltante que, segundo ela, já havia efetuado dois disparos. Também não se indagou se cabe ao governador do Estado homenagear a policial pela bravura, mesmo fora de serviço. A questão era simples, sem viés ideológico, sem qualquer apologia a fazer justiça com as próprias mãos ou condenação ao uso de letalidade policial. Por isso mesmo merece ser formulada. Perguntar não ofende.

(Disponível em: <https://istoe.com.br/tiros-flores-e-intolerancia/>)

Com base no texto, considere as seguintes afirmativas:

1. O texto tematiza a intolerância, expressa através de manifestações exacerbadas sobre questões simples, que culminam no radicalismo dos confrontos ideológicos.

2. As críticas ferozes à pergunta feita pelo telejornal distorceram o foco da notícia: a intenção de matar presente na atitude da policial.

3 . A intenção do texto é demonstrar o quanto a incompreensão impede o avanço de debates sobre questões que deveriam ser discutidas com civilidade, tais como o uso da letalidade policial.

4. O autor critica a atitude do governador do Estado em elogiar a policial, uma vez que essa atitude incentiva a população em geral a fazer justiça com as próprias mãos.

Assinale a alternativa correta.

 

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3021797 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: UFPR

O texto a seguir é referência para a questão.

A pergunta pairava em uma legenda na tela da TV durante o programa apresentado por Leilane Neubarth no canal Globo News: “Policiais de folga devem reagir assaltos?”. O motivo do questionamento era a notícia sobre a atitude da policial militar Kátia da Silva Sastre, que disparou três tiros e matou um assaltante em frente escola em que a filha dela estuda, em Suzano (SP), quando iria participar de uma festa do Dia das Mães. No dia seguinte ocorrência, a cabo da PM, que está na corporação 20 anos, foi homenageada pelo governador paulista, Márcio França. Recebeu flores e elogios. “Ela é um exemplo do que um policial deve fazer. Por ela, pela sociedade, pela própria filha”, disse França. O secretário da Segurança Pública do Estado, Mágino Alves, reforçou as palavras do governador ao afirmar que a policial agiu corretamente, seguindo o protocolo da PM. O secretário aproveitou para lembrar que a população em geral não deve reagir tentativas de assalto.

Dentro dessa premissa, parece perfeitamente legítimo que um telejornal questione se um policial de folga deve seguir a recomendação que vale para a população em geral ou reagir. A reação de muitos dos telespectadores não foi responder à pergunta, e sim criticá-la com veemência, como se o assunto não pudesse ser nem sequer debatido. Entre os internautas que aproveitaram a oportunidade para manifestar sua visão maniqueísta está a âncora do “SBT Brasil”, Rachel Sheherazade, para quem a pergunta é “estúpida”. Pelo Twitter, Leilane respondeu às provocações de forma igualmente visceral: “As pessoas não querem ler, assistir nem entender nada. Querem apenas odiar. Extravasar seu ódio, sua própria violência interna contra tudo que vem acontecendo nesse país”. O tom da resposta, talvez pelo calor do momento, pode ser exagerado, mas o que ela diz resume a cultura de ódio que divide a sociedade brasileira justamente nas questões que exigem um debate equilibrado. A pergunta exibida no noticiário nem mesmo tocava no ponto crucial da ação da policial: se ela deveria ter atirado com a intenção de matar, como fez, ou tentado desarmar o assaltante que, segundo ela, já havia efetuado dois disparos. Também não se indagou se cabe ao governador do Estado homenagear a policial pela bravura, mesmo fora de serviço. A questão era simples, sem viés ideológico, sem qualquer apologia a fazer justiça com as próprias mãos ou condenação ao uso de letalidade policial. Por isso mesmo merece ser formulada. Perguntar não ofende.

(Disponível em: <https://istoe.com.br/tiros-flores-e-intolerancia/>)

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima.

 

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