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Foram encontradas 50 questões.

1654894 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
A doença autoimune se caracteriza por uma falha no sistema imunológico que resulta em respostas imunes contra as próprias células e tecidos do corpo. Há a produção de anticorpos ou respostas que atacam seletivamente determinadas células, gerando uma resposta inflamatória. A doença autoimune caracterizada histologicamente por acantólise intra-epidérmica e imunologicamente pela presença de auto-anticorpos anti-glicocálix de queratinócitos é:
 

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1645120 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um animal de grande porte com histórico de cardiomiopatia dilatada e apresentando uma arritmia supraventricular pode-se beneficiar principalmente com o uso de:
 

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1641706 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Atualmente, o termo Doença Renal Crônica (DRC) é utilizado para definir a presença de lesão renal persistente pelo período mínimo de três meses, caracterizada pela perda definitiva e irreversível de massa funcional e/ou estrutural de um ou de ambos os rins, e pode-se observar redução da Taxa de Filtração Glomerular (TFG) de até 50% em relação ao seu normal. Quanto ao tratamento da Doença Renal Crônica, é CORRETO afirmar:
 

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1628549 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Em relação à prevenção da micoplasmose hemotrófica, recomenda-se a eliminação dos artrópodes hematófagos dos gatos. Do ponto de vista terapêutico, algumas medidas precisam ser estabelecidas. Quanto ao tratamento da micoplasmose hemotrópica em felinos, é CORRETO afirmar:
 

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1628524 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O diabetes melitus é uma importante endocrinopatia em cães e gatos, tendo como possível complicação a ocorrência da cetoacidose, que pode tornar-se uma emergência clínica. Quanto ao tratamento da cetoacidose diabética, assinale a opção CORRETA.
 

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1618787 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
As doenças virais podem caracterizar-se como importante causa de morbidade e mortalidade. O coronavírus é um vírus RNA com grande capacidade de mutação. Trata-se de uma importante coronavirose na espécie felina:
 

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1611131 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Na síntese de hormônios na tireoide, uma importante etapa é a conversão do iodeto para iodo, com posterior degradação da tiroglobulina para produzir tiroxina (T4) e tri-iodotironina (T3). O hipertireoidismo é uma importante doença endócrina principalmente na espécie felina. Do ponto de vista terapêutico e levando em conta todo o mecanismo de síntese hormonal, um animal da espécie felina com diagnóstico de hipertireoidismo pode-se beneficiar com o uso da seguinte classe de fármaco:
 

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1606801 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
A epilepsia canina é uma condição comum de convulsões recidivantes, desencadeadas por uma descarga elétrica anormal e excessiva nos neurônios cerebrais e, como resposta, podem ocorrer alterações orgânicas que variam de intensidade. Quanto aos aspectos clínicos e terapêuticos da epilepsia, é CORRETO afirmar que:
 

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TEXTO II
VACINAS, PARA QUE AS QUERO?
O mecanismo que torna esses imunológicos mais duradouros ou não ainda segue sem resposta. Mas ninguém deveria duvidar de seu poderoso efeito protetor.
Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo ‘Quanto tempo duram as vacinas?’, assinado pelo escritor e roteirista norte-americano Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science, em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.
Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.
Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.
No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe, teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados, os pesquisadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que a vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norte-americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes, seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes de se defender tanto dos invasores humanos quanto daqueles microscópicos.
Outro aspecto interessante desse tema é fruto da biotecnologia recente. A vacina contra o papiloma vírus humano (HPV), que, aparentemente, deu certo, é constituída de um agente imunogênico que não é o vírus propriamente dito, mas, sim, o que os pesquisadores chamam de partículas semelhantes aos vírus (virus like particles, VLPs).
Os VLPs podem ser considerados vírus artificiais, ou seja, contêm a capa de proteína dos vírus, mas não o material genético, que, em geral, é formado por ácidos nucleicos (DNA ou RNA). Desse modo, os VLPs não são infecciosos. Alguns deles ocorrem naturalmente, mas também podem ser sintetizados no laboratório, e é aí que repousa a grande esperança tanto contra os vírus quanto contra alguns tipos de câncer cuja ocorrência foi correlacionada a infecções virais prévias, como o caso do câncer de útero.
Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, “essa é uma pergunta de um milhão de dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.
http://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/ Acesso: 15/06/2019.
Analise as afirmações a seguir, assinalando V para as assertivas verdadeiras e F para as assertivas falsas. Em seguida, marque a opção CORRETA.
( ) O título do texto II “Vacinas, para que as quero?”, de antemão, traz o posicionamento do autor a respeito da imunização por vacinas, aderindo este ao pensamento de que o ser humano não precisa da exposição a agentes infecciosos por meio das vacinas.
( ) Cohem questiona a efetividade da imunização por vacinas em seu artigo a partir da pergunta “quanto tempo duram as vacinas?”, para isso o autor utiliza como argumento a duração da proteção oferecida pela vacina da gripe, cerca de noventa dias.
( ) A OMS contraria a opinião de imunologistas especializados em vacinas ao recomendar que a vacina contra a febre amarela seja vitalícia.
( ) A ideia de que a exposição aos agentes infecciosos ou às vacinas deve ser elevada, defendida por especialistas da área de imunologia, vai ao encontro da hipótese construída pelo biólogo Jared Diamond.
( ) Cohem afirma que a resposta para a pergunta “Qual o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura” é de um milhão de dólares, aproximadamente o mesmo valor pago ao prêmio Nobel, logo, quem descobrir a resposta para tal pergunta ganhará o prêmio Nobel.
 

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1594259 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Na terapêutica da insuficiência cardíaca congestiva, alguns estudos sugerem que os fármacos antagonistas da aldosterona podem ter efeitos úteis em tecidos, principalmente o cardíaco, além de efeito diurético auxiliando no controle do edema pulmonar e ascite. Um importante agente antagonista da aldosterona utilizado na terapia da insuficiência cardíaca congestiva e cães é:
 

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