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Foram encontradas 50 questões.

1697108 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Com relação à farmacocinética e à farmacodinâmica dos anestésicos inalatórios, analise as afirmativas abaixo a seguir:
I. A velocidade de elevação da concentração alveolar do anestésico inalatório é inversamente proporcional ao volume minuto/ventilação alveolar;
II. A Concentração Alveolar Mínima (CAM) é a concentração expirada do anestésico inalatório que abole a resposta motora a um estímulo doloroso supra-máximo em 50% de uma população;
III. Todos os agentes halogenados deprimem o fluxo sanguíneo hepático. Entretanto, o isofluorano e sevofluorano resultam em melhor preservação da circulação hepática que o halotano;
IV. O coeficiente de solubilidade sangue/gás de um anestésico halogenado é inversamente proporcional à velocidade de indução da anestesia.
Com base nas afirmativas acima, marque a opção CORRETA.
 

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1681842 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Dos opioides listados abaixo, marque a sequência CORRETA baseada na sua eficácia relativa no controle da dor em cães (do opioide mais eficaz para o menos eficaz no controle da dor):
 

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1636658 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Com relação à anestesia em aves, analise as afirmativas a seguir:
I. Enquanto nos mamíferos um ciclo ventilatório (movimento de gás para dentro e fora dos pulmões) se completa após uma única inspiração seguida por uma única expiração, em aves são necessárias 2 inspirações, alternadas por 2 expirações, para que um único ciclo ventilatório se complete;
II. As trocas gasosas pulmonares são mais rápidas/eficientes nas aves que nos mamíferos. Portanto, a indução da anestesia inalatória é mais rápida nas aves;
III. Nas aves, não há diferença no local de aplicação intramuscular de fármacos (ex: musculatura peitoral ou da coxa) com relação ao período de latência;
IV. Nas aves, o movimento de ar para dentro de fora dos pulmões depende de mudanças de pressão dos sacos aéreos/contração da musculatura peitoral, uma vez que o diafragma é ausente.
Marque a opção CORRETA.
 

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1634693 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Com relação ao impacto da anestesia com ventilação mecânica ou espontânea sobre os sistemas cardiovascular e respiratório, analise as afirmativas a seguir:
I. Os níveis de !$ CO_2 !$ no sangue arterial !$ (PaCO_2) !$ são diretamente proporcionais ao volume minuto ajustado no ventilador;
II. O uso de volumes correntes recomendados para pacientes apresentando pulmões normais (10-12 mL/kg) pode causar lesão alveolar em pacientes apresentando síndrome da angústia respiratória aguda (SARA);
III. A hipercapnia decorrente de depressão respiratória durante a anestesia sob ventilação espontânea causa aumento das catecolaminas circulantes (adrenalina e noradrenalina) com consequente estimulação cardiovascular;
IV. Para se minimizar a atelectasia, deve-se evitar o uso de 100% de !$ O_2 !$ sempre que possível durante a anestesia geral. Para prevenção da atelectasia, pode-se empregar misturas de !$ O_2 !$ e ar comprimido na proporção de 30% de !$ O_2 !$ e 70% de ar no circuito anestésico.
Marque a opção CORRETA.
 

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1620188 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Com relação à fisiopatologia da dor, analise as afirmativas a seguir:
I. O termo alodinia refere-se a um aumento da sensação dolorosa (intensidade da dor) de um estímulo nocivo (estímulo que normalmente causa dor);
II. O termo hiperalgesia refere-se à sensação dolorosa causada por um estímulo inócuo;
III. As fibras C são responsáveis pelo reconhecimento da dor visceral, que é de natureza difusa devido à grande sobreposição da inervação de órgãos / vísceras pelas ramificações de uma e/ou várias fibras;
IV. As fibras A-Delta são fibras mielinizadas de condução rápida responsáveis pelo reconhecimento da dor somática/localizada de natureza aguda.
Marque a opção CORRETA.
 

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1613746 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
A anestesia epidural lombo-sacra em cão com lidocaína a 2% na dose de 1 mL/4 kg pode não ser suficiente para causar anestesia adequada para o tipo de cirurgia abaixo:
 

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1611768 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Um gato de 2,5kg será submetido à anestesia inalatória sob ventilação espontânea para realização de um procedimento cirúrgico. O circuito anestésico e o fluxo de gás diluente indicados são respectivamente:
 

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1611616 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
O opioide que, após sua biotransformação, apresenta efeito analgésico por inibir a recaptação de serotonina e noradrenalina no sistema nervoso central é:
 

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TEXTO II
VACINAS, PARA QUE AS QUERO?
O mecanismo que torna esses imunológicos mais duradouros ou não ainda segue sem resposta. Mas ninguém deveria duvidar de seu poderoso efeito protetor.
Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo ‘Quanto tempo duram as vacinas?’, assinado pelo escritor e roteirista norte-americano Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science, em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.
Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.
Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.
No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe, teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados, os pesquisadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que a vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norte-americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes, seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes de se defender tanto dos invasores humanos quanto daqueles microscópicos.
Outro aspecto interessante desse tema é fruto da biotecnologia recente. A vacina contra o papiloma vírus humano (HPV), que, aparentemente, deu certo, é constituída de um agente imunogênico que não é o vírus propriamente dito, mas, sim, o que os pesquisadores chamam de partículas semelhantes aos vírus (virus like particles, VLPs).
Os VLPs podem ser considerados vírus artificiais, ou seja, contêm a capa de proteína dos vírus, mas não o material genético, que, em geral, é formado por ácidos nucleicos (DNA ou RNA). Desse modo, os VLPs não são infecciosos. Alguns deles ocorrem naturalmente, mas também podem ser sintetizados no laboratório, e é aí que repousa a grande esperança tanto contra os vírus quanto contra alguns tipos de câncer cuja ocorrência foi correlacionada a infecções virais prévias, como o caso do câncer de útero.
Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, “essa é uma pergunta de um milhão de dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.
http://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/ Acesso: 15/06/2019.
Analise as afirmações a seguir, assinalando V para as assertivas verdadeiras e F para as assertivas falsas. Em seguida, marque a opção CORRETA.
( ) O título do texto II “Vacinas, para que as quero?”, de antemão, traz o posicionamento do autor a respeito da imunização por vacinas, aderindo este ao pensamento de que o ser humano não precisa da exposição a agentes infecciosos por meio das vacinas.
( ) Cohem questiona a efetividade da imunização por vacinas em seu artigo a partir da pergunta “quanto tempo duram as vacinas?”, para isso o autor utiliza como argumento a duração da proteção oferecida pela vacina da gripe, cerca de noventa dias.
( ) A OMS contraria a opinião de imunologistas especializados em vacinas ao recomendar que a vacina contra a febre amarela seja vitalícia.
( ) A ideia de que a exposição aos agentes infecciosos ou às vacinas deve ser elevada, defendida por especialistas da área de imunologia, vai ao encontro da hipótese construída pelo biólogo Jared Diamond.
( ) Cohem afirma que a resposta para a pergunta “Qual o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura” é de um milhão de dólares, aproximadamente o mesmo valor pago ao prêmio Nobel, logo, quem descobrir a resposta para tal pergunta ganhará o prêmio Nobel.
 

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1597998 Ano: 2019
Disciplina: Veterinária
Banca: UFPI
Orgão: UFPI
Raça de cão em que há maior risco de obstrução de vias aéreas durante a fase de recuperação da anestesia é:
 

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