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Foram encontradas 60 questões.

1814927 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
A parte manipulada na técnica do voicing é:
 

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A família dos porquês
A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelouse uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.
Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma máformação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.
A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.
No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?
In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado.
Quando o autor do Texto afirma que “os porquês da ciência são por natureza rasos” (3º parágrafo), ele quer dizer que:
 

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1812683 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
O instrumento para a realização do voicing é:
 

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1812628 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Os principais componentes de regulagem de um piano são:
 

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1811039 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Uma ação apropriada das teclas de um piano depende de certas especificidades que devem ser consideradas. A esse respeito, analise as afirmações seguintes.
1) As teclas possuem um ponto de equilíbrio intermediário com um orifício, por onde passa um pino de centro de teclado. O objetivo deste pino é impedir que as teclas se movam para a frente e para trás.
2) As extremidades das teclas, próximas à moldura externa do piano, são guiadas por um pino oval. Este pino tem a função de impedir que a tecla se mova para os lados.
3) Para um controle adequado do peso do toque para a execução pianística a maioria das teclas possuem pequenos chumbos inseridos nas teclas.
4) Teclas muito leves, sem peso ou com peso leve demais, podem causar problemas na repetição de notas.
Estão corretas:
 

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1748278 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Os pedais de um piano funcionam por meio de alavancas. Quanto a esses pedais, considere o que é afirmado a seguir.
1) O pedal direito, também chamado de “sustain”, ergue todos os abafadores das cordas simultaneamente, de forma que qualquer nota tocada, enquanto o pedal estiver pressionado, continue a soar.
2) O pedal suave, também chamado de “surdina”, posicionado à esquerda, sempre deixa o som mais suave, mas sua ação é diferente em pianos de cauda e em pianos de armário.
3) O pedal do meio em pianos verticais, ao ser pressionado, faz descer uma barra de feltro, que se interpõe entre os martelos e as teclas, tornando o som mais abafado.
4) Em um piano com um bom sistema de pedais, o pedal direito pode ser operado com uma variedade de controles para produzir efeitos especiais, tais como o meio-pedal, permitindo que os abafadores não sejam totalmente afastados das teclas.
Estão corretas:
 

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1742852 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Quanto à frequência do lá3 na segunda metade do século XIX:
 

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1742781 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Relacione as colunas conforme a numeração designada para os nomes das peças correspondentes do mecanismo do piano vertical na figura abaixo.
Enunciado 1742781-1
( ) baioneta
( ) alavanca do abafador
( ) encosto do martelo
( ) contra-martelo
( ) noz
( ) martelo
( ) nazeta
( ) bascul
( ) cabo do martelo
( ) abafador
( ) graduador
( ) colher do bascul
( ) fivela do bascul
A sequência correta, de cima par abaixo, é:
 

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1726096 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
O piano da marca Steinway & Sons surgiu na segunda metade do século XIX e logo, adquiriu uma reputação de ser um instrumento confiável e resistente. Algumas características destes pianos se notabilizaram, dentre elas:
1) uma sonoridade mais delicada e suave.
2) uma chapa metálica especialmente forte, com largos martelos recobertos por feltro espesso.
3) um sistema de cordas sobrepostas, permitindo um som ampliado e reverberante.
4) cordas superresistentes fortalecidas pela adaptação de agrafes.
Estão corretas:
 

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TEXTO 1
A família dos porquês
A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelouse uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.
Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma máformação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.
A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.
No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?
In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado.
TEXTO 2
Enunciado 1726049-1
Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=Mafalda+e+os+dilemas+da+vida. Acesso em: 15 out. 2016. Adaptado.
Assinale a alternativa em que a forma verbal destacada está corretamente conjugada.
 

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