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Considere as imagens a seguir, para responder a questão seguinte:
Imagem 1

Disponível em: https://www.facebook.com/leituraslivres/posts/pfbid02uw4mttABPs57S9SEABe7fzcZEViPwvRuq2duWVUKkohUAJdUVpZsAsbZpbHApjNGl.
Imagem 2

Disponível em: https://www.facebook.com/PROFCADOSORIO/posts/pfbid02Veux4L5qsZJt44dh1XAvVnYkd5WGzNeiASLTRDDUR9jxGwb4KicF13DYiCXiyRDol.
Em relação às duas imagens, do ponto de vista linguístico-semiótico, são feitas as seguintes afirmativas:
I. Na Imagem 1, a resposta "Olá, Carlos!" não produz um efeito de sentido coerente com o contexto nela representado. Tal conclusão é reforçada pela placa que informa tratar-se de reunião de um grupo.
II. Na Imagem 2, a concepção de inteligência está associada exclusivamente à ideia de preservação ambiental.
III. Na Imagem 2, o planeta representado é a Terra. Considerando-se que houvesse pelo menos um terráqueo defensor da preservação ambiental, a declaração final do extraterrestre teria de ser relativizada, porque seria necessário reconhecer a existência de pelo menos uma vida inteligente no planeta.
IV. Tanto o conteúdo da Imagem 1 quanto da Imagem 2 pode ser compreendido sem que haja a necessidade de se usar – como suporte – os elementos extralinguísticos nelas contidos.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Leia o excerto do texto a seguir, intitulado “Cabeça Vazia”, de autoria de Rubem Alves, antes de responder a questão seguinte, elaboradas a partir dele:
CABEÇA VAZIA
Os doutores nas coisas divinas sentenciaram que “cabeça vazia é oficina do diabo”. E chegaram mesmo a inventar rezas a serem repetidas como realejo, só para encher a cabeça, tão logo ela fique vazia. Pensavam que, por esse modo, enchendo a cabeça com palavras, não ficaria espaço livre em que o diabo se alojasse.
Eu discordo. Quando a minha cabeça fica vazia, eu me vejo transformado em criança. Ponho-me a brincar. Brinco com as palavras. As palavras viram brinquedos.
Assim, em herética e erótica oposição aos juízos teologais, afirmo a minha verdade humana e infantil: “Cabeça vazia é um quarto de brinquedos”. Quando ela fica vazia, sem tarefas ou obrigações a cumprir, minha cabeça vira um menino e se põe a brincar com as palavras. Claro que aqueles que são graves e adultos e desaprenderam a arte de brincar ficam enlouquecidos no meio dos brinquedos – e aí o diabo toma conta de corpo e alma. Pois o diabo não brinca. Ele é sempre grave. Então, você não sabia que palavras são brinquedos…
Brinquedos são objetos curiosos. Não servem para nada. Diferentes das ferramentas e utensílios, que sempre servem para alguma coisa…
Um pião, uma pipa, umas bolinhas de gude, um riscado de amarelinha, umas pedrinhas que se jogam para o alto e se pegam antes que caiam, umas bolas de sabão sopradas de um canudinho: não têm utilidade alguma. Servem só para brincar. Brinquedo é isto: um objeto que não serve para nada e nem é preciso que sirva, pois ele existe só para uma coisa: dar riso e alegria a quem brinca com ele. [...]
ALVES, Rubem. Ao professor, com carinho: a arte de pensar e do afeto. São Paulo: Planeta, 2021, p. 30.
Em relação aos recursos de coesão empregados pelo autor, é CORRETO afirmar que:
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Leia o excerto do texto a seguir, intitulado “Cabeça Vazia”, de autoria de Rubem Alves, antes de responder a questão seguinte, elaboradas a partir dele:
CABEÇA VAZIA
Os doutores nas coisas divinas sentenciaram que “cabeça vazia é oficina do diabo”. E chegaram mesmo a inventar rezas a serem repetidas como realejo, só para encher a cabeça, tão logo ela fique vazia. Pensavam que, por esse modo, enchendo a cabeça com palavras, não ficaria espaço livre em que o diabo se alojasse.
Eu discordo. Quando a minha cabeça fica vazia, eu me vejo transformado em criança. Ponho-me a brincar. Brinco com as palavras. As palavras viram brinquedos.
Assim, em herética e erótica oposição aos juízos teologais, afirmo a minha verdade humana e infantil: “Cabeça vazia é um quarto de brinquedos”. Quando ela fica vazia, sem tarefas ou obrigações a cumprir, minha cabeça vira um menino e se põe a brincar com as palavras. Claro que aqueles que são graves e adultos e desaprenderam a arte de brincar ficam enlouquecidos no meio dos brinquedos – e aí o diabo toma conta de corpo e alma. Pois o diabo não brinca. Ele é sempre grave. Então, você não sabia que palavras são brinquedos…
Brinquedos são objetos curiosos. Não servem para nada. Diferentes das ferramentas e utensílios, que sempre servem para alguma coisa…
Um pião, uma pipa, umas bolinhas de gude, um riscado de amarelinha, umas pedrinhas que se jogam para o alto e se pegam antes que caiam, umas bolas de sabão sopradas de um canudinho: não têm utilidade alguma. Servem só para brincar. Brinquedo é isto: um objeto que não serve para nada e nem é preciso que sirva, pois ele existe só para uma coisa: dar riso e alegria a quem brinca com ele. [...]
ALVES, Rubem. Ao professor, com carinho: a arte de pensar e do afeto. São Paulo: Planeta, 2021, p. 30.
Em relação à palavra grave (e sua variante no plural), é CORRETO afirmar que é um:
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Leia o excerto do texto a seguir, intitulado “Cabeça Vazia”, de autoria de Rubem Alves, antes de responder a questão seguinte, elaboradas a partir dele:
CABEÇA VAZIA
Os doutores nas coisas divinas sentenciaram que “cabeça vazia é oficina do diabo”. E chegaram mesmo a inventar rezas a serem repetidas como realejo, só para encher a cabeça, tão logo ela fique vazia. Pensavam que, por esse modo, enchendo a cabeça com palavras, não ficaria espaço livre em que o diabo se alojasse.
Eu discordo. Quando a minha cabeça fica vazia, eu me vejo transformado em criança. Ponho-me a brincar. Brinco com as palavras. As palavras viram brinquedos.
Assim, em herética e erótica oposição aos juízos teologais, afirmo a minha verdade humana e infantil: “Cabeça vazia é um quarto de brinquedos”. Quando ela fica vazia, sem tarefas ou obrigações a cumprir, minha cabeça vira um menino e se põe a brincar com as palavras. Claro que aqueles que são graves e adultos e desaprenderam a arte de brincar ficam enlouquecidos no meio dos brinquedos – e aí o diabo toma conta de corpo e alma. Pois o diabo não brinca. Ele é sempre grave. Então, você não sabia que palavras são brinquedos…
Brinquedos são objetos curiosos. Não servem para nada. Diferentes das ferramentas e utensílios, que sempre servem para alguma coisa…
Um pião, uma pipa, umas bolinhas de gude, um riscado de amarelinha, umas pedrinhas que se jogam para o alto e se pegam antes que caiam, umas bolas de sabão sopradas de um canudinho: não têm utilidade alguma. Servem só para brincar. Brinquedo é isto: um objeto que não serve para nada e nem é preciso que sirva, pois ele existe só para uma coisa: dar riso e alegria a quem brinca com ele. [...]
ALVES, Rubem. Ao professor, com carinho: a arte de pensar e do afeto. São Paulo: Planeta, 2021, p. 30.
É CORRETO assumir que, ao declarar que os brinquedos "Não servem para nada", o autor:
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Ainda sobre O quinze, podemos afirmar que:
I. As personagens são vítimas de uma situação política desfavorável aos mais pobres, sendo beneficiados aqueles apadrinhados pelos “coronéis”.
II. Os problemas representados no texto vão além das questões naturais, repercutem situações de miséria de pessoas que vão perdendo de posses à dignidade.
III. A família de Chico Bento, pobre, contrapõe-se em suas perdas à família de Vicente, pecuarista, que lucra, em certa medida, com a seca.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Considere as seguintes afirmativas sobre O quinze:
I. Cordulina e Chico Bento, com seus filhos, andam em direção à capital, encontrando, pelo caminho, Fabiano e Sinhá Vitória. Dividem com eles alimento, impedindo-os de comerem um animal com cornos podres.
II. Conceição e Vicente sentem-se atraídos um pelo outro, mas Conceição o repudia quando cortejada, devido a achar sua condição intelectual e social superior à condição dele.
III. Conceição era professora, morava na capital, e só ia para a fazenda da avó, em Quixadá, nas férias.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Sobre O quinze, é CORRETO afirmar que:
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Assinale o que completa de forma inadequada a sentença: Morte e vida Severina e O quinze são textos que:
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Com relação às três fases do Modernismo, podemos afirmar que:
I. A chamada fase heroica é uma fase de ruptura e de profundas inovações técnicas e temáticas.
II. Na segunda fase, os temas políticos, religiosos e sociais ganham destaque.
III. A terceira fase é quando os textos inovam em termos técnicos, estruturais e imagéticos, sem que haja, entretanto, ruptura total com a estrutura discursiva da língua.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Antonio Candido (1918-2017) foi um crítico literário brasileiro que se propunha interpretar o Brasil por meio da literatura, observando-lhe a relação fundamental com a sociedade e, por conseguinte, com a história. Para ele, fatos históricos, condições sociais e elementos políticos constroem uma obra literária, sendo necessário conhecer o contexto para poder apreender o texto. Tendo em mente essas ideias do crítico sobre o Modernismo, assinale a alternativa CORRETA:
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