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862727 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TSE

Presente perfeito

Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Com base na leitura do texto e os sentidos por ele produzidos, analise as afirmativas a seguir:

I. O presente perfeito é dinheiro vivo.

II. O mundo das relações sociais não é perfeitamente racional.

III. O presente ideal é o que sirva para aliviar culpas.

Assinale
 

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862726 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TSE

Presente perfeito

Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais são que dinheiro com prazo de validade e restrições de onde pode ser gasto. (L. 36-39) No trecho anterior, o pronome destacado, em relação ao texto, exerce papel
 

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862724 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TSE

Presente perfeito

Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

A respeito do uso de “você” em diferentes partes do texto, assinale a alternativa correta.
 

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862723 Ano: 2012
Disciplina: Português
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do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

... ofereça ao presenteado algo de que ele goste... (L. 31-32) Assinale a alternativa em que a alteração do trecho anterior tenha se efetuado consoante a norma culta. Despreze possíveis alterações de sentido.
 

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862722 Ano: 2012
Disciplina: Português
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Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Experimente, porém, sacar a carteira... (L. 18) Assinale a alternativa em que a alteração da estrutura anterior tenha sido feita observando correta relação entre pessoas do discurso e formas verbais.
 

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862716 Ano: 2012
Disciplina: Português
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Orgão: TSE

Presente perfeito

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do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o mesmo fim, torna- se um simples cafajeste. (L. 14-15) Assinale a alternativa em que a alteração da estrutura anterior tenha sido feita em consonância com a norma culta.
 

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862715 Ano: 2012
Disciplina: Português
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do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Assinale a palavra em que o elemento con- (ou co-) NÃO tenha o mesmo valor que o de congêneres (L. 37).
 

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862714 Ano: 2012
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do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Assinale a palavra que, no texto, exerça papel adjetivo.
 

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862712 Ano: 2012
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Presente perfeito

Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Assinale a palavra que, no texto, desempenhe função sintática idêntica à de marca (L. 27).
 

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do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

O que você está lhe dando, na verdade, é uma licença para ser extravagante. (L. 34-35) Acerca do período anterior, analise as afirmativas a seguir:

I. O período contém três orações.

II. O período é composto por coordenação e subordinação.

III. Há uma oração reduzida.

Assinale
 

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