Foram encontradas 638 questões.
Atenção: As questões de números 10 a 15 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
Mudança industrial
Entre janeiro e julho, a produção industrial brasileira registrou um crescimento de 7,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com o IBGE. Os setores que mais contribuíram para esse bom resultado foram os de automóveis, máquinas e equipamentos, material eletrônico e de comunicação.
O ciclo de investimentos das empresas montadoras e da indústria de autopeças na segunda metade dos anos 90 vai emitindo seus sinais positivos, após as duas maxidesvalorizações da moeda. A meta da Anfavea de produzir neste ano 2,1 milhões de veículos não exige o uso pleno da capacidade instalada. A folga permitiria a produção de mais 1,1 milhão de unidades.
Exportar tornou-se estratégico para ocupar essa capacidade ociosa. Nesse processo, a indústria de autopeças se modernizou e, com mão-de-obra qualificada e ganhos de escala (automóveis pequenos), o setor começou a conquistar o mercado externo. Na verdade, esse movimento ilustra uma situação observada em outros setores industriais.
Empresas transnacionais estão mudando suas diretrizes e passando a exportar parcela de sua produção também para melhor se proteger contra as flutuações cambiais. Obter receitas em moeda estrangeira, por meio de exportações, é fundamental para garantir o fluxo de importações de insumos, reduzir o endividamento externo e "blindar" o patrimônio. É um fenômeno novo no setor produtivo e exportador, que precisa ser preservado para consolidar a solvência externa do país.
(Folha de S. Paulo, 11 de setembro de 2004, A2)
O pronome que substitui a expressão grifada está INCORRETO na alternativa:
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Atenção: As questões de números 10 a 15 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
Mudança industrial
Entre janeiro e julho, a produção industrial brasileira registrou um crescimento de 7,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com o IBGE. Os setores que mais contribuíram para esse bom resultado foram os de automóveis, máquinas e equipamentos, material eletrônico e de comunicação.
O ciclo de investimentos das empresas montadoras e da indústria de autopeças na segunda metade dos anos 90 vai emitindo seus sinais positivos, após as duas maxidesvalorizações da moeda. A meta da Anfavea de produzir neste ano 2,1 milhões de veículos não exige o uso pleno da capacidade instalada. A folga permitiria a produção de mais 1,1 milhão de unidades.
Exportar tornou-se estratégico para ocupar essa capacidade ociosa. Nesse processo, a indústria de autopeças se modernizou e, com mão-de-obra qualificada e ganhos de escala (automóveis pequenos), o setor começou a conquistar o mercado externo. Na verdade, esse movimento ilustra uma situação observada em outros setores industriais.
Empresas transnacionais estão mudando suas diretrizes e passando a exportar parcela de sua produção também para melhor se proteger contra as flutuações cambiais. Obter receitas em moeda estrangeira, por meio de exportações, é fundamental para garantir o fluxo de importações de insumos, reduzir o endividamento externo e "blindar" o patrimônio. É um fenômeno novo no setor produtivo e exportador, que precisa ser preservado para consolidar a solvência externa do país.
(Folha de S. Paulo, 11 de setembro de 2004, A2)
Analise as afirmativas feitas a respeito do uso da expressão (automóveis pequenos), no meio do 3o parágrafo do texto:
I. O segmento especifica o sentido da expressão ganhos de escala, anterior a ela.
II. É correta a substituição dos parênteses por travessões - automóveis pequenos -, sem alteração do sentido original.
III. A expressão aparece entre parênteses porque seu sentido está deslocado do contexto.
Está correto o que se afirma em
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Atenção: As questões de números 10 a 15 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
Mudança industrial
Entre janeiro e julho, a produção industrial brasileira registrou um crescimento de 7,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com o IBGE. Os setores que mais contribuíram para esse bom resultado foram os de automóveis, máquinas e equipamentos, material eletrônico e de comunicação.
O ciclo de investimentos das empresas montadoras e da indústria de autopeças na segunda metade dos anos 90 vai emitindo seus sinais positivos, após as duas maxidesvalorizações da moeda. A meta da Anfavea de produzir neste ano 2,1 milhões de veículos não exige o uso pleno da capacidade instalada. A folga permitiria a produção de mais 1,1 milhão de unidades.
Exportar tornou-se estratégico para ocupar essa capacidade ociosa. Nesse processo, a indústria de autopeças se modernizou e, com mão-de-obra qualificada e ganhos de escala (automóveis pequenos), o setor começou a conquistar o mercado externo. Na verdade, esse movimento ilustra uma situação observada em outros setores industriais.
Empresas transnacionais estão mudando suas diretrizes e passando a exportar parcela de sua produção também para melhor se proteger contra as flutuações cambiais. Obter receitas em moeda estrangeira, por meio de exportações, é fundamental para garantir o fluxo de importações de insumos, reduzir o endividamento externo e "blindar" o patrimônio. É um fenômeno novo no setor produtivo e exportador, que precisa ser preservado para consolidar a solvência externa do país.
(Folha de S. Paulo, 11 de setembro de 2004, A2)
A mudança a que se refere o título do texto encontra-se
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Atenção: As questões de números 10 a 15 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
Mudança industrial
Entre janeiro e julho, a produção industrial brasileira registrou um crescimento de 7,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com o IBGE. Os setores que mais contribuíram para esse bom resultado foram os de automóveis, máquinas e equipamentos, material eletrônico e de comunicação.
O ciclo de investimentos das empresas montadoras e da indústria de autopeças na segunda metade dos anos 90 vai emitindo seus sinais positivos, após as duas maxidesvalorizações da moeda. A meta da Anfavea de produzir neste ano 2,1 milhões de veículos não exige o uso pleno da capacidade instalada. A folga permitiria a produção de mais 1,1 milhão de unidades.
Exportar tornou-se estratégico para ocupar essa capacidade ociosa. Nesse processo, a indústria de autopeças se modernizou e, com mão-de-obra qualificada e ganhos de escala (automóveis pequenos), o setor começou a conquistar o mercado externo. Na verdade, esse movimento ilustra uma situação observada em outros setores industriais.
Empresas transnacionais estão mudando suas diretrizes e passando a exportar parcela de sua produção também para melhor se proteger contra as flutuações cambiais. Obter receitas em moeda estrangeira, por meio de exportações, é fundamental para garantir o fluxo de importações de insumos, reduzir o endividamento externo e "blindar" o patrimônio. É um fenômeno novo no setor produtivo e exportador, que precisa ser preservado para consolidar a solvência externa do país.
(Folha de S. Paulo, 11 de setembro de 2004, A2)
Exportar tornou-se estratégico para ocupar essa capacidade ociosa. (início do 3o parágrafo)
A expressão grifada acima refere-se, no texto,
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Atenção: As questões de números 10 a 15 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
Mudança industrial
Entre janeiro e julho, a produção industrial brasileira registrou um crescimento de 7,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com o IBGE. Os setores que mais contribuíram para esse bom resultado foram os de automóveis, máquinas e equipamentos, material eletrônico e de comunicação.
O ciclo de investimentos das empresas montadoras e da indústria de autopeças na segunda metade dos anos 90 vai emitindo seus sinais positivos, após as duas maxidesvalorizações da moeda. A meta da Anfavea de produzir neste ano 2,1 milhões de veículos não exige o uso pleno da capacidade instalada. A folga permitiria a produção de mais 1,1 milhão de unidades.
Exportar tornou-se estratégico para ocupar essa capacidade ociosa. Nesse processo, a indústria de autopeças se modernizou e, com mão-de-obra qualificada e ganhos de escala (automóveis pequenos), o setor começou a conquistar o mercado externo. Na verdade, esse movimento ilustra uma situação observada em outros setores industriais.
Empresas transnacionais estão mudando suas diretrizes e passando a exportar parcela de sua produção também para melhor se proteger contra as flutuações cambiais. Obter receitas em moeda estrangeira, por meio de exportações, é fundamental para garantir o fluxo de importações de insumos, reduzir o endividamento externo e "blindar" o patrimônio. É um fenômeno novo no setor produtivo e exportador, que precisa ser preservado para consolidar a solvência externa do país.
(Folha de S. Paulo, 11 de setembro de 2004, A2)
É correto concluir do texto que
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Todas as palavras estão escritas corretamente na frase:
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A concordância está inteiramente correta na frase:
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A frase em que o verbo grifado está flexionado de maneira INCORRETA é:
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Atenção: As questões de números 1 a 6 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
Alerta verde
A extinção de grandes áreas de vegetação nativa e a destruição de rios importantes são algumas das principais ameaças de desastres ecológicos no Brasil. Por trás disso tudo está, claro, a ação humana. "Estamos alterando ciclos importantes do planeta. E isso acontece no Brasil em função das atividades econômicas, como em todo país desenvolvido", diz o coordenador de qualidade ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama).
A construção de hidrelétricas já afetou bastante um dos principais rios brasileiros, o São Francisco. A vegetação em volta dele desapareceu e, segundo a Conservação Internacional, isso tem provocado o assoreamento - a obstrução por sedimentos - de alguns trechos, pois até mesmo chuvas simples causam deslizamentos das margens. Outro problema é a introdução, no rio, de peixes de hábitats diferentes, o que já provocou um sério desequilíbrio ecológico e a extinção de várias espécies que o habitavam.
Os efeitos de alguns desses problemas - como a destruição das florestas, da fauna e da flora - poderão só ser sentidos num futuro distante. Mas há também as conseqüências que podem estourar a qualquer momento, deixando uma região em situação crítica após, por exemplo, um vazamento de um oleoduto ou de uma usina nuclear. As ameaças de acidentes ecológicos são tão sérias que mobilizam várias organizações não-governamentais (ONGs), todas desenvolvendo projetos para contornar os problemas e tentar abrir os olhos dos governantes enquanto há tempo. Esse tipo de fiscalização é fundamental e dá resultados.
(Adaptado de Mundo estranho, agosto de 2004, p. 34)
"Estamos alterando ciclos importantes do planeta. E isso acontece no Brasil em função das atividades econômicas, como em todo país desenvolvido."
A opinião do coordenador do Ibama está reproduzida em outras palavras, sem alteração do sentido original, com clareza e correção, da seguinte forma:
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Atenção: As questões de números 1 a 6 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
Alerta verde
A extinção de grandes áreas de vegetação nativa e a destruição de rios importantes são algumas das principais ameaças de desastres ecológicos no Brasil. Por trás disso tudo está, claro, a ação humana. "Estamos alterando ciclos importantes do planeta. E isso acontece no Brasil em função das atividades econômicas, como em todo país desenvolvido", diz o coordenador de qualidade ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama).
A construção de hidrelétricas já afetou bastante um dos principais rios brasileiros, o São Francisco. A vegetação em volta dele desapareceu e, segundo a Conservação Internacional, isso tem provocado o assoreamento - a obstrução por sedimentos - de alguns trechos, pois até mesmo chuvas simples causam deslizamentos das margens. Outro problema é a introdução, no rio, de peixes de hábitats diferentes, o que já provocou um sério desequilíbrio ecológico e a extinção de várias espécies que o habitavam.
Os efeitos de alguns desses problemas - como a destruição das florestas, da fauna e da flora - poderão só ser sentidos num futuro distante. Mas há também as conseqüências que podem estourar a qualquer momento, deixando uma região em situação crítica após, por exemplo, um vazamento de um oleoduto ou de uma usina nuclear. As ameaças de acidentes ecológicos são tão sérias que mobilizam várias organizações não-governamentais (ONGs), todas desenvolvendo projetos para contornar os problemas e tentar abrir os olhos dos governantes enquanto há tempo. Esse tipo de fiscalização é fundamental e dá resultados.
(Adaptado de Mundo estranho, agosto de 2004, p. 34)
... pois até mesmo chuvas simples causam deslizamentos das margens. (meio do 2O parágrafo)
O mesmo tipo de complemento exigido pelo verbo grifado acima está na frase:
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