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Acerca da fisiologia do coração em condições patológicas, julgue os próximos itens.
A principal alteração hemodinâmica da insuficiência cardíaca crônica é a resposta inadequada do débito cardíaco às necessidades teciduais, sendo também a principal responsável pelos sinais e sintomas da doença. No entanto, existem condições nas quais o débito cardíaco (DC) poderá ser até elevado, como em condições de hipermetabolismo. Nessas circunstâncias, o DC estaria adequado à demanda metabólica tecidual.
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Acerca da fisiologia do coração em condições patológicas, julgue os próximos itens.
A disfunção miocárdica presente no infarto agudo do miocárdio leva a uma espiral fisiopatológica e, se envolver mais de 30% do miocárdio do ventrículo esquerdo, a função de bomba cardíaca será gravemente acometida, causando a redução do débito cardíaco. Como a perfusão miocárdica depende principalmente do volume sistólico e da resistência vascular periférica, o deficit contrátil e a vasoconstrição periférica agravam ainda mais a isquemia, perpetuando a redução do débito cardíaco.
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Acerca da fisiologia do coração em condições patológicas, julgue os próximos itens.
Existem evidências de que a fibrilação atrial (FA) se baseia em reentradas intra-atriais múltiplas e contínuas. O aumento das dimensões atriais promove fibrose intersticial e desconexão elétrica entre os miócitos atriais. Essa remodelação estrutural (dilatação e fibrose) contribui para a elevada incidência de FA na insuficiência cardíaca.
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Uma primigesta de 22 anos de idade relata quadro de dispneia aos esforços maiores que os habituais há três anos, o que era interpretado como falta de condicionamento físico pelo sedentarismo. Há dez dias, já no segundo trimestre da gestação, iniciou tosse improdutiva e dispneia aos mínimos esforços. No exame físico, apresenta pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg, íctus visível e palpável no quinto espaço intercostal à esquerda (EICE), na linha hemiclavicular (LHC), ritmo cardíaco em dois tempos com hiperfonese da primeira bulha, além de estalido de abertura com sopro diastólico prolongado durante toda a diástole de +3/+4 no quinto EICE, na LHC, com irradiação para região axilar, sem alteração significativa com a inspiração profunda.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue os próximos itens.
A duração do sopro é um indicador mais confiável da gravidade do acometimento valvar do que sua intensidade, como apresentado no caso clínico.
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Uma primigesta de 22 anos de idade relata quadro de dispneia aos esforços maiores que os habituais há três anos, o que era interpretado como falta de condicionamento físico pelo sedentarismo. Há dez dias, já no segundo trimestre da gestação, iniciou tosse improdutiva e dispneia aos mínimos esforços. No exame físico, apresenta pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg, íctus visível e palpável no quinto espaço intercostal à esquerda (EICE), na linha hemiclavicular (LHC), ritmo cardíaco em dois tempos com hiperfonese da primeira bulha, além de estalido de abertura com sopro diastólico prolongado durante toda a diástole de +3/+4 no quinto EICE, na LHC, com irradiação para região axilar, sem alteração significativa com a inspiração profunda.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue os próximos itens.
Considerando os sinais e sintomas apresentados, também seria esperada a presença de terceira bulha (B3) no exame físico.
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Uma primigesta de 22 anos de idade relata quadro de dispneia aos esforços maiores que os habituais há três anos, o que era interpretado como falta de condicionamento físico pelo sedentarismo. Há dez dias, já no segundo trimestre da gestação, iniciou tosse improdutiva e dispneia aos mínimos esforços. No exame físico, apresenta pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg, íctus visível e palpável no quinto espaço intercostal à esquerda (EICE), na linha hemiclavicular (LHC), ritmo cardíaco em dois tempos com hiperfonese da primeira bulha, além de estalido de abertura com sopro diastólico prolongado durante toda a diástole de +3/+4 no quinto EICE, na LHC, com irradiação para região axilar, sem alteração significativa com a inspiração profunda.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue os próximos itens.
As presenças do estalido de abertura e da hiperfonese da primeira bulha são indícios confiáveis da rigidez valvar, geralmente correlacionada ao espessamento e a calcificação acentuados.
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Uma primigesta de 22 anos de idade relata quadro de dispneia aos esforços maiores que os habituais há três anos, o que era interpretado como falta de condicionamento físico pelo sedentarismo. Há dez dias, já no segundo trimestre da gestação, iniciou tosse improdutiva e dispneia aos mínimos esforços. No exame físico, apresenta pressão arterial de 110 mmHg × 70 mmHg, íctus visível e palpável no quinto espaço intercostal à esquerda (EICE), na linha hemiclavicular (LHC), ritmo cardíaco em dois tempos com hiperfonese da primeira bulha, além de estalido de abertura com sopro diastólico prolongado durante toda a diástole de +3/+4 no quinto EICE, na LHC, com irradiação para região axilar, sem alteração significativa com a inspiração profunda.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue os próximos itens.
A inversão do padrão de circulação pulmonar com edema intersticial e linhas B de Kerley e a presença de um “quarto arco” à esquerda, abaixo do tronco da artéria pulmonar, duplo contorno cardíaco à direita e deslocamento cranial do brônquio fonte esquerdo são sinais radiológicos compatíveis com o quadro clínico descrito.
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Um paciente de 44 anos de idade relata quadro de tosse produtiva com expectoração amarelada, febre, adinamia e mal-estar há cinco dias. Refere, há dois dias, quadro de dispneia aos mínimos esforços e, hoje, ao repouso. Até o início desse quadro, desconhecia ser portador de patologias prévias e praticava atividade física regularmente. No exame físico, apresenta pressão arterial de 180 mmHg × 60 mmHg, pulsos amplos e rápidos, ritmo cardíaco em três tempos (terceira bulha) além de íctus visível e palpável no 6.º espaço intercostal à esquerda, na linha axilar anterior. Apresentava sopro diastólico +3/+4, mais audível no segundo espaço intercostal, na linha hemiclavicular à direita, sem alteração significativa com a inspiração profunda.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
A seguinte descrição eletrocardiográfica seria compatível com o caso clínico descrito — soma da amplitude da onda R na derivação aVL com a amplitude da onda S de V3 maior que 28mm.
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Um paciente de 44 anos de idade relata quadro de tosse produtiva com expectoração amarelada, febre, adinamia e mal-estar há cinco dias. Refere, há dois dias, quadro de dispneia aos mínimos esforços e, hoje, ao repouso. Até o início desse quadro, desconhecia ser portador de patologias prévias e praticava atividade física regularmente. No exame físico, apresenta pressão arterial de 180 mmHg × 60 mmHg, pulsos amplos e rápidos, ritmo cardíaco em três tempos (terceira bulha) além de íctus visível e palpável no 6.º espaço intercostal à esquerda, na linha axilar anterior. Apresentava sopro diastólico +3/+4, mais audível no segundo espaço intercostal, na linha hemiclavicular à direita, sem alteração significativa com a inspiração profunda.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
Considerando a propedêutica descrita, a presença de um sopro diastólico adicional audível em área mitral permitiria também o diagnóstico de estenose mitral por degeneração valvar com fusão comissural.
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Com relação à genética médica nas enfermidades cardiovasculares, julgue os itens subsequentes.
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