Foram encontradas 60 questões.
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| I. Agnosia | 1. aparecimento de uma percepção ao acordar sem um objeto real. |
| II. Alucinações Hipnopômpicas | 2. percepções fantásticas em um objeto real. |
| III. Cacosmia | 3. mudança de perfume/odor agradável para odor fétido. |
| IV. Sinestesia | 4. indivíduo não consegue identificar as impressões sensoriais que recebe. |
| V. Pareidolias | 5. percepções deformadas do objeto real momentaneamente aceita pelo juízo de realidade. |
| VI. Parageusia | 6. aparecimento de uma percepção ao adormecer sem um objeto real. |
| VII. Ilusões | 7. troca do paladar habitual de alimentos saudáveis para paladar fétido. |
| VIII. Alucinações Hipnagógicas | 8. troca da qualidade sensorial por outra; ver sons ou ouvir cores. |
A correlação correta entre a alteração e seu respectivo sintoma ocorre em:
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| Síndrome | Características |
| 1. Smith-Magenis | a. Retardo mental aos 2 anos; atraso de fala; perda de fala aos 8 ou 10 anos; agressividade; desatenção; anormalidades do sono; apatia e sedentarismo com a progressão da doença. |
| 2. Rubinstein-Taybi | b. Distraibilidade; dificuldades de linguagem expressiva; QI de desempenho > QI verbal; amoroso; responsivo à música; comportamento auto-estimulador. |
| 3. Cornelia de Lange | c. Ansiedade; hiperatividade; medo; extroversão; sociabilidade; habilidades verbais > habilidades visuoespaciais. |
| 4. Hunter | d. Retardo mental grave; hiperatividade; automutilação grave, incluindo morder as mãos, arrancar as unhas; agressividade; auto-abraço estereotipado; transtornos do sono (REM diminuído). |
| 5. Williams | e. Automutilação; fala limitada em casos graves; atrasos de linguagem; evitação dos contatos físicos; movimentos estereotipados; rodopia; retardo mental grave a profundo. |
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Atenção: A questão refere-se ao texto que segue.
Tecnologia e totalitarismo
A tecnologia e a televisão – que dela faz parte – são altas criações do espírito humano, mas não encerram, em si mesmas, nenhum valor ético. A técnica é meio, nunca fim. Ela pode trabalhar a favor do homem e de sua liberdade, na medida em que se subordina aos valores humanos. A técnica pode melhorar e enriquecer extraordinariamente a vida humana, contanto que o organismo social em que se insere faça dessa meta o alvo de sua atividade global. Manipulada por uma sociedade dividida e alienante, hipertroficamente utilitária e predatória, passa a ser instrumento de opressão e alienação. Nesse caso, o homem, por meio da técnica, constrói um mundo que o coisifica e o devora como pessoa, destruindo-o no seu centro – a liberdade.
Ao totalitarismo, e à propaganda que o serve, aborrecem a liberdade, a peculiaridade, a originalidade, a criatividade, a pluralidade dos seres, enfim, tudo aquilo que significa o esforço do homem para realizar-se e conquistar-se em sua dignidade. É esse o grave, o terrível perigo da tecnologia posta a serviço de uma ordem de coisas desumana. É também o perigo da televisão, na medida em que trabalha para que todos, crianças e adultos, percamos nossa integridade originária e nos transformemos em números anônimos, em consumidores de mercadorias num mundo todo ele transformado em mercado.
(Hélio Pellegrino, Lucidez embriagada. S. Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2004, pp. 162/63)
Justificam-se ambos os usos do sinal de crase em:
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Atenção: A questão refere-se ao texto que segue.
Tecnologia e totalitarismo
A tecnologia e a televisão – que dela faz parte – são altas criações do espírito humano, mas não encerram, em si mesmas, nenhum valor ético. A técnica é meio, nunca fim. Ela pode trabalhar a favor do homem e de sua liberdade, na medida em que se subordina aos valores humanos. A técnica pode melhorar e enriquecer extraordinariamente a vida humana, contanto que o organismo social em que se insere faça dessa meta o alvo de sua atividade global. Manipulada por uma sociedade dividida e alienante, hipertroficamente utilitária e predatória, passa a ser instrumento de opressão e alienação. Nesse caso, o homem, por meio da técnica, constrói um mundo que o coisifica e o devora como pessoa, destruindo-o no seu centro – a liberdade.
Ao totalitarismo, e à propaganda que o serve, aborrecem a liberdade, a peculiaridade, a originalidade, a criatividade, a pluralidade dos seres, enfim, tudo aquilo que significa o esforço do homem para realizar-se e conquistar-se em sua dignidade. É esse o grave, o terrível perigo da tecnologia posta a serviço de uma ordem de coisas desumana. É também o perigo da televisão, na medida em que trabalha para que todos, crianças e adultos, percamos nossa integridade originária e nos transformemos em números anônimos, em consumidores de mercadorias num mundo todo ele transformado em mercado.
(Hélio Pellegrino, Lucidez embriagada. S. Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2004, pp. 162/63)
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do singular para preencher corretamente a lacuna da frase:
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Atenção: A questão refere-se ao texto que segue.
Tecnologia e totalitarismo
A tecnologia e a televisão – que dela faz parte – são altas criações do espírito humano, mas não encerram, em si mesmas, nenhum valor ético. A técnica é meio, nunca fim. Ela pode trabalhar a favor do homem e de sua liberdade, na medida em que se subordina aos valores humanos. A técnica pode melhorar e enriquecer extraordinariamente a vida humana, contanto que o organismo social em que se insere faça dessa meta o alvo de sua atividade global. Manipulada por uma sociedade dividida e alienante, hipertroficamente utilitária e predatória, passa a ser instrumento de opressão e alienação. Nesse caso, o homem, por meio da técnica, constrói um mundo que o coisifica e o devora como pessoa, destruindo-o no seu centro – a liberdade.
Ao totalitarismo, e à propaganda que o serve, aborrecem a liberdade, a peculiaridade, a originalidade, a criatividade, a pluralidade dos seres, enfim, tudo aquilo que significa o esforço do homem para realizar-se e conquistar-se em sua dignidade. É esse o grave, o terrível perigo da tecnologia posta a serviço de uma ordem de coisas desumana. É também o perigo da televisão, na medida em que trabalha para que todos, crianças e adultos, percamos nossa integridade originária e nos transformemos em números anônimos, em consumidores de mercadorias num mundo todo ele transformado em mercado.
(Hélio Pellegrino, Lucidez embriagada. S. Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2004, pp. 162/63)
A tecnologia, servindo ao homem, liberta-o; mas se o homem endeusar a tecnologia, pondo a tecnologia acima de sua liberdade, tornará a tecnologia um instrumento de opressão social.
Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo- se os elementos sublinhados, respectivamente, por:
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