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Entre os sinais que marcam um país como subdesenvolvido, ninguém mais discute, há muito tempo, que o baixo nível da educação está na linha de frente. Não dá para disfarçar; é uma ferida bem no meio da testa. Há muitas outras marcas desse tipo, claro, todas visíveis quando se presta um mínimo de atenção à paisagem pública, e nenhuma delas está em falta no Brasil que se pode ver à nossa volta. São coisas muito simples. Todo país subdesenvolvido, por exemplo, tem mosca; não há exceções. Os aeroportos, em vez de terem à sua volta hotéis operados pelas grandes cadeias internacionais, são cercados por favelas. Homicidas confessos podem começar o cumprimento de suas penas onze anos após o crime que cometeram, quando não são "cidadãos comuns". É uma estrada que vai longe. A cada realidade dessas, é como se uma placa de sinalização avisasse: "Atenção: você está num país subdesenvolvido". Não adianta, aí, ter um PIB que passa dos 2 trilhões de dólares, assistir ao lançamento de imóveis com preços de Manhattan ou anotar o que diz a máquina de propaganda do governo. O atraso continua do mesmo tamanho, indiferente a tudo isso - e não vai mudar, por mais que se avance aqui ou ali, enquanto esses sinais estiverem presentes. Não vai mudar, para começo de conversa, enquanto a educação pública no Brasil for o que é hoje.

(J. R. Guzzo. O ministro não conta. Veja, 8 de junho de 2011)

Observe o emprego das palavras destacadas nas passagens transcritas:

Não cito alguns aparelhos senão por se ligarem a certo ofício. ... e aí ficavam dois pecados extintos, e a sobriedade e a honestidade certas.

Nos contextos em que se encontram, essas palavras equivalem, correta e respectivamente, a
 

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Entre os sinais que marcam um país como subdesenvolvido, ninguém mais discute, há muito tempo, que o baixo nível da educação está na linha de frente. Não dá para disfarçar; é uma ferida bem no meio da testa. Há muitas outras marcas desse tipo, claro, todas visíveis quando se presta um mínimo de atenção à paisagem pública, e nenhuma delas está em falta no Brasil que se pode ver à nossa volta. São coisas muito simples. Todo país subdesenvolvido, por exemplo, tem mosca; não há exceções. Os aeroportos, em vez de terem à sua volta hotéis operados pelas grandes cadeias internacionais, são cercados por favelas. Homicidas confessos podem começar o cumprimento de suas penas onze anos após o crime que cometeram, quando não são "cidadãos comuns". É uma estrada que vai longe. A cada realidade dessas, é como se uma placa de sinalização avisasse: "Atenção: você está num país subdesenvolvido". Não adianta, aí, ter um PIB que passa dos 2 trilhões de dólares, assistir ao lançamento de imóveis com preços de Manhattan ou anotar o que diz a máquina de propaganda do governo. O atraso continua do mesmo tamanho, indiferente a tudo isso - e não vai mudar, por mais que se avance aqui ou ali, enquanto esses sinais estiverem presentes. Não vai mudar, para começo de conversa, enquanto a educação pública no Brasil for o que é hoje.

(J. R. Guzzo. O ministro não conta. Veja, 8 de junho de 2011)

Considere as seguintes passagens do texto:

I. Não dá para disfarçar; é uma ferida bem no meio da testa.

II. ... quando se presta um mínimo de atenção à paisagem pública...

III. ... hotéis operados pelas grandes cadeias internacionais...

Caracteriza-se o emprego de palavras em sentido figurado nas passagens transcritas em
 

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Entre os sinais que marcam um país como subdesenvolvido, ninguém mais discute, há muito tempo, que o baixo nível da educação está na linha de frente. Não dá para disfarçar; é uma ferida bem no meio da testa. Há muitas outras marcas desse tipo, claro, todas visíveis quando se presta um mínimo de atenção à paisagem pública, e nenhuma delas está em falta no Brasil que se pode ver à nossa volta. São coisas muito simples. Todo país subdesenvolvido, por exemplo, tem mosca; não há exceções. Os aeroportos, em vez de terem à sua volta hotéis operados pelas grandes cadeias internacionais, são cercados por favelas. Homicidas confessos podem começar o cumprimento de suas penas onze anos após o crime que cometeram, quando não são "cidadãos comuns". É uma estrada que vai longe. A cada realidade dessas, é como se uma placa de sinalização avisasse: "Atenção: você está num país subdesenvolvido". Não adianta, aí, ter um PIB que passa dos 2 trilhões de dólares, assistir ao lançamento de imóveis com preços de Manhattan ou anotar o que diz a máquina de propaganda do governo. O atraso continua do mesmo tamanho, indiferente a tudo isso - e não vai mudar, por mais que se avance aqui ou ali, enquanto esses sinais estiverem presentes. Não vai mudar, para começo de conversa, enquanto a educação pública no Brasil for o que é hoje.

(J. R. Guzzo. O ministro não conta. Veja, 8 de junho de 2011)

Assinale a alternativa em que a palavra destacada imprime ao contexto o sentido de causa.
 

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Entre os sinais que marcam um país como subdesenvolvido, ninguém mais discute, há muito tempo, que o baixo nível da educação está na linha de frente. Não dá para disfarçar; é uma ferida bem no meio da testa. Há muitas outras marcas desse tipo, claro, todas visíveis quando se presta um mínimo de atenção à paisagem pública, e nenhuma delas está em falta no Brasil que se pode ver à nossa volta. São coisas muito simples. Todo país subdesenvolvido, por exemplo, tem mosca; não há exceções. Os aeroportos, em vez de terem à sua volta hotéis operados pelas grandes cadeias internacionais, são cercados por favelas. Homicidas confessos podem começar o cumprimento de suas penas onze anos após o crime que cometeram, quando não são "cidadãos comuns". É uma estrada que vai longe. A cada realidade dessas, é como se uma placa de sinalização avisasse: "Atenção: você está num país subdesenvolvido". Não adianta, aí, ter um PIB que passa dos 2 trilhões de dólares, assistir ao lançamento de imóveis com preços de Manhattan ou anotar o que diz a máquina de propaganda do governo. O atraso continua do mesmo tamanho, indiferente a tudo isso - e não vai mudar, por mais que se avance aqui ou ali, enquanto esses sinais estiverem presentes. Não vai mudar, para começo de conversa, enquanto a educação pública no Brasil for o que é hoje.

(J. R. Guzzo. O ministro não conta. Veja, 8 de junho de 2011)

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque tem o sentido de posse, como tem a expressão destacada na frase - A máscara fazia perder o vício da embriaguez aos escravos, por lhes tapar a boca.
 

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(J. R. Guzzo. O ministro não conta. Veja, 8 de junho de 2011)

Assinale a alternativa contendo afirmação correta acerca deste trecho:

Homicidas confessos podem começar o cumprimento de suas penas onze anos após o crime que cometeram, quando não são "cidadãos comuns".
 

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Enunciado 180555-1
A palavra "educação", na tira, tem sentidos diferentes para as personagens. É correto afirmar que o adulto a emprega com o sentido de
 

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(J. R. Guzzo. O ministro não conta. Veja, 8 de junho de 2011)

Assinale a alternativa em que a passagem do texto, reescrita, apresenta emprego de pronomes de acordo com a norma padrão da língua escrita.
 

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(J. R. Guzzo. O ministro não conta. Veja, 8 de junho de 2011)

É correto afirmar que o juízo do autor acerca dos fatos que comenta mostra
 

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Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, de 09 de junho de 2011, "a Suíça deu ontem o primeiro passo concreto para abandonar a energia nuclear com a aprovação, pelos deputados do país, de um projeto de lei do governo nesse sentido". A mudança da política energética da Suíça tem origem no desastre com a central nuclear de Fukushima, no Japão, e acompanha a decisão já anunciada pela
 

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No dia 04 de junho, os jornais brasileiros anunciavam que o Brasil havia ficado nos últimos lugares em termos de crescimento no primeiro trimestre de 2011, na comparação com os BRICS, o grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e
 

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