Foram encontradas 60 questões.
Eis um campo de batalha. Os retângulos são soldados dispostos em lados opostos (acima e abaixo do eixo horizontal), cada um em seu exército. Há três níveis crescentes de poder dos soldados em cada exército. A primeira linha, próxima ao eixo, determina poder 4 para cada soldado de cada exército; na linha intermediária, o nível de poder é 2 para cada soldado de cada exército; e, na terceira linha, a mais afastada, o poder é 1 para cada soldado de cada exército.
Esta representação mostra a soberania de um exército em relação ao outro.

Uma representação equivalente a essa é
Provas
I. nenhum jogador de futebol gosta de música clássica;
II. entre os cantores de pagode, há jogadores de futebol;
III. as pessoas que toleram ouvir pagode são jogadores de futebol;
IV. os jogadores de futebol que cantam música evangélica apenas toleram ouvir pagode.
Com relação a esses itens, pode-se afirmar que
Provas
4; 6; 2; 8; 9; 3; 10; 12; 5; 14; 15; 7; 16; 18; 11; 20; 21; 13;; 22; 24; 17;; e segue ilimitadamente segundo a lei de formação.
O primeiro número, em negrito,maior que todos os anteriores da sequência até a sua posição é
Provas

Considere as sequências a seguir com exatamente a mesma lei de formação das sequências I e II:

Os valores de M, N, P e Q são, respectivamente,
Provas
Provas



pode ser obtido com a sobreposição de três, quatro, cinco e até nove figuras distintas da sequência inicial. No caso de ser um desenho obtido de quatro figuras distintas sobrepostas, a maior soma dos números das posições das quatro figuras utilizadas na sobreposição éProvas
Entre os sinais que marcam um país como subdesenvolvido, ninguém mais discute, há muito tempo, que o baixo nível da educação está na linha de frente. Não dá para disfarçar; é uma ferida bem no meio da testa. Há muitas outras marcas desse tipo, claro, todas visíveis quando se presta um mínimo de atenção à paisagem pública, e nenhuma delas está em falta no Brasil que se pode ver à nossa volta. São coisas muito simples. Todo país subdesenvolvido, por exemplo, tem mosca; não há exceções. Os aeroportos, em vez de terem à sua volta hotéis operados pelas grandes cadeias internacionais, são cercados por favelas. Homicidas confessos podem começar o cumprimento de suas penas onze anos após o crime que cometeram, quando não são "cidadãos comuns". É uma estrada que vai longe. A cada realidade dessas, é como se uma placa de sinalização avisasse: "Atenção: você está num país subdesenvolvido". Não adianta, aí, ter um PIB que passa dos 2 trilhões de dólares, assistir ao lançamento de imóveis com preços de Manhattan ou anotar o que diz a máquina de propaganda do governo. O atraso continua do mesmo tamanho, indiferente a tudo isso - e não vai mudar, por mais que se avance aqui ou ali, enquanto esses sinais estiverem presentes. Não vai mudar, para começo de conversa, enquanto a educação pública no Brasil for o que é hoje.
(J. R. Guzzo. O ministro não conta. Veja, 8 de junho de 2011)
Não cito alguns aparelhos senão por se ligarem a certo ofício. ... e aí ficavam dois pecados extintos, e a sobriedade e a honestidade certas.
Nos contextos em que se encontram, essas palavras equivalem, correta e respectivamente, a
Provas
Entre os sinais que marcam um país como subdesenvolvido, ninguém mais discute, há muito tempo, que o baixo nível da educação está na linha de frente. Não dá para disfarçar; é uma ferida bem no meio da testa. Há muitas outras marcas desse tipo, claro, todas visíveis quando se presta um mínimo de atenção à paisagem pública, e nenhuma delas está em falta no Brasil que se pode ver à nossa volta. São coisas muito simples. Todo país subdesenvolvido, por exemplo, tem mosca; não há exceções. Os aeroportos, em vez de terem à sua volta hotéis operados pelas grandes cadeias internacionais, são cercados por favelas. Homicidas confessos podem começar o cumprimento de suas penas onze anos após o crime que cometeram, quando não são "cidadãos comuns". É uma estrada que vai longe. A cada realidade dessas, é como se uma placa de sinalização avisasse: "Atenção: você está num país subdesenvolvido". Não adianta, aí, ter um PIB que passa dos 2 trilhões de dólares, assistir ao lançamento de imóveis com preços de Manhattan ou anotar o que diz a máquina de propaganda do governo. O atraso continua do mesmo tamanho, indiferente a tudo isso - e não vai mudar, por mais que se avance aqui ou ali, enquanto esses sinais estiverem presentes. Não vai mudar, para começo de conversa, enquanto a educação pública no Brasil for o que é hoje.
(J. R. Guzzo. O ministro não conta. Veja, 8 de junho de 2011)
I. Não dá para disfarçar; é uma ferida bem no meio da testa.
II. ... quando se presta um mínimo de atenção à paisagem pública...
III. ... hotéis operados pelas grandes cadeias internacionais...
Caracteriza-se o emprego de palavras em sentido figurado nas passagens transcritas em
Provas
Entre os sinais que marcam um país como subdesenvolvido, ninguém mais discute, há muito tempo, que o baixo nível da educação está na linha de frente. Não dá para disfarçar; é uma ferida bem no meio da testa. Há muitas outras marcas desse tipo, claro, todas visíveis quando se presta um mínimo de atenção à paisagem pública, e nenhuma delas está em falta no Brasil que se pode ver à nossa volta. São coisas muito simples. Todo país subdesenvolvido, por exemplo, tem mosca; não há exceções. Os aeroportos, em vez de terem à sua volta hotéis operados pelas grandes cadeias internacionais, são cercados por favelas. Homicidas confessos podem começar o cumprimento de suas penas onze anos após o crime que cometeram, quando não são "cidadãos comuns". É uma estrada que vai longe. A cada realidade dessas, é como se uma placa de sinalização avisasse: "Atenção: você está num país subdesenvolvido". Não adianta, aí, ter um PIB que passa dos 2 trilhões de dólares, assistir ao lançamento de imóveis com preços de Manhattan ou anotar o que diz a máquina de propaganda do governo. O atraso continua do mesmo tamanho, indiferente a tudo isso - e não vai mudar, por mais que se avance aqui ou ali, enquanto esses sinais estiverem presentes. Não vai mudar, para começo de conversa, enquanto a educação pública no Brasil for o que é hoje.
(J. R. Guzzo. O ministro não conta. Veja, 8 de junho de 2011)
Provas
Entre os sinais que marcam um país como subdesenvolvido, ninguém mais discute, há muito tempo, que o baixo nível da educação está na linha de frente. Não dá para disfarçar; é uma ferida bem no meio da testa. Há muitas outras marcas desse tipo, claro, todas visíveis quando se presta um mínimo de atenção à paisagem pública, e nenhuma delas está em falta no Brasil que se pode ver à nossa volta. São coisas muito simples. Todo país subdesenvolvido, por exemplo, tem mosca; não há exceções. Os aeroportos, em vez de terem à sua volta hotéis operados pelas grandes cadeias internacionais, são cercados por favelas. Homicidas confessos podem começar o cumprimento de suas penas onze anos após o crime que cometeram, quando não são "cidadãos comuns". É uma estrada que vai longe. A cada realidade dessas, é como se uma placa de sinalização avisasse: "Atenção: você está num país subdesenvolvido". Não adianta, aí, ter um PIB que passa dos 2 trilhões de dólares, assistir ao lançamento de imóveis com preços de Manhattan ou anotar o que diz a máquina de propaganda do governo. O atraso continua do mesmo tamanho, indiferente a tudo isso - e não vai mudar, por mais que se avance aqui ou ali, enquanto esses sinais estiverem presentes. Não vai mudar, para começo de conversa, enquanto a educação pública no Brasil for o que é hoje.
(J. R. Guzzo. O ministro não conta. Veja, 8 de junho de 2011)
Provas
Caderno Container