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Foram encontradas 70 questões.

Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Creio que, pelo gosto de Gastão Cruls, a modernização do Rio se teria feito, desde os dias do Engenheiro Passos, com muito menor sacrifício do caráter e das tradições da cidade à mística do Progresso com P maiúsculo. Mas nunca se esquece ele de que, sob as descaracterizações e inovações brutais e tantas vezes desnecessárias por que vem passando a mais bela das cidades do Brasil, continua a haver um Rio de Janeiro do tempo dos Franceses, dos Vice-reis, de Dom João VI, dos Jesuítas, dos Beneditinos, dos começos da Santa Casa [...]
Por mais que tudo isso venha desaparecendo dos nossos olhos e se dissolvendo em passado, em antiguidade, em raridade de museu, continua a ser parte do espírito do Rio de Janeiro. Pois as cidades são como as pessoas, em cujo espírito nada do que se passou deixa inteiramente de ser. O Rio descaracterizado de hoje guarda no seu íntimo para os que, como Gastão Cruls, sabem vê-lo histórica e sentimentalmente, uma riqueza de característicos irredutíveis ou indestrutíveis, que as páginas de Aparência do Rio de Janeiro nos fazem ver ou sentir. E este é o maior encanto do guia da cidade que o autor de A Amazônia que eu vi acaba de escrever: dar-nos, através da aparência do Rio de Janeiro, traços essenciais do passado e do caráter da gente carioca. Comunicar-nos do Rio de Janeiro que Gastão Cruls conhece desde seus dias de menino de morro ilustre – menino nascido à sombra do Observatório – alguma coisa de essencial. Alguma coisa do que a cidade parece ter de eterno e que vem de certa harmonia misteriosa a que tendem o branco, o preto, o roxo e o moreno – principalmente o moreno – da cor da pele dos seus homens e das suas mulheres, com o azul e o verde quente de suas águas e de suas matas.
(Rio, setembro, 1948)
Obs.: Texto transcrito de acordo com as atuais normas ortográficas.
(Gilberto Freyre, Trecho do Prefácio. In: Cruls, Gastão. Aparência
do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: José Olympio, Coleção
documentos brasileiros, 2. ed., v. 1, 1952. p. 15-17)
Com as alterações propostas entre parênteses para o segmento grifado nas frases abaixo, o verbo que se mantém corretamente no singular é:
 

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Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Creio que, pelo gosto de Gastão Cruls, a modernização do Rio se teria feito, desde os dias do Engenheiro Passos, com muito menor sacrifício do caráter e das tradições da cidade à mística do Progresso com P maiúsculo. Mas nunca se esquece ele de que, sob as descaracterizações e inovações brutais e tantas vezes desnecessárias por que vem passando a mais bela das cidades do Brasil, continua a haver um Rio de Janeiro do tempo dos Franceses, dos Vice-reis, de Dom João VI, dos Jesuítas, dos Beneditinos, dos começos da Santa Casa [...]
Por mais que tudo isso venha desaparecendo dos nossos olhos e se dissolvendo em passado, em antiguidade, em raridade de museu, continua a ser parte do espírito do Rio de Janeiro. Pois as cidades são como as pessoas, em cujo espírito nada do que se passou deixa inteiramente de ser. O Rio descaracterizado de hoje guarda no seu íntimo para os que, como Gastão Cruls, sabem vê-lo histórica e sentimentalmente, uma riqueza de característicos irredutíveis ou indestrutíveis, que as páginas de Aparência do Rio de Janeiro nos fazem ver ou sentir. E este é o maior encanto do guia da cidade que o autor de A Amazônia que eu vi acaba de escrever: dar-nos, através da aparência do Rio de Janeiro, traços essenciais do passado e do caráter da gente carioca. Comunicar-nos do Rio de Janeiro que Gastão Cruls conhece desde seus dias de menino de morro ilustre – menino nascido à sombra do Observatório – alguma coisa de essencial. Alguma coisa do que a cidade parece ter de eterno e que vem de certa harmonia misteriosa a que tendem o branco, o preto, o roxo e o moreno – principalmente o moreno – da cor da pele dos seus homens e das suas mulheres, com o azul e o verde quente de suas águas e de suas matas.
(Rio, setembro, 1948)
Obs.: Texto transcrito de acordo com as atuais normas ortográficas.
(Gilberto Freyre, Trecho do Prefácio. In: Cruls, Gastão. Aparência
do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: José Olympio, Coleção
documentos brasileiros, 2. ed., v. 1, 1952. p. 15-17)
Os dois-pontos que aparecem no 2º parágrafo denotam
 

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Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Creio que, pelo gosto de Gastão Cruls, a modernização do Rio se teria feito, desde os dias do Engenheiro Passos, com muito menor sacrifício do caráter e das tradições da cidade à mística do Progresso com P maiúsculo. Mas nunca se esquece ele de que, sob as descaracterizações e inovações brutais e tantas vezes desnecessárias por que vem passando a mais bela das cidades do Brasil, continua a haver um Rio de Janeiro do tempo dos Franceses, dos Vice-reis, de Dom João VI, dos Jesuítas, dos Beneditinos, dos começos da Santa Casa [...]
Por mais que tudo isso venha desaparecendo dos nossos olhos e se dissolvendo em passado, em antiguidade, em raridade de museu, continua a ser parte do espírito do Rio de Janeiro. Pois as cidades são como as pessoas, em cujo espírito nada do que se passou deixa inteiramente de ser. O Rio descaracterizado de hoje guarda no seu íntimo para os que, como Gastão Cruls, sabem vê-lo histórica e sentimentalmente, uma riqueza de característicos irredutíveis ou indestrutíveis, que as páginas de Aparência do Rio de Janeiro nos fazem ver ou sentir. E este é o maior encanto do guia da cidade que o autor de A Amazônia que eu vi acaba de escrever: dar-nos, através da aparência do Rio de Janeiro, traços essenciais do passado e do caráter da gente carioca. Comunicar-nos do Rio de Janeiro que Gastão Cruls conhece desde seus dias de menino de morro ilustre – menino nascido à sombra do Observatório – alguma coisa de essencial. Alguma coisa do que a cidade parece ter de eterno e que vem de certa harmonia misteriosa a que tendem o branco, o preto, o roxo e o moreno – principalmente o moreno – da cor da pele dos seus homens e das suas mulheres, com o azul e o verde quente de suas águas e de suas matas.
(Rio, setembro, 1948)
Obs.: Texto transcrito de acordo com as atuais normas ortográficas.
(Gilberto Freyre, Trecho do Prefácio. In: Cruls, Gastão. Aparência
do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: José Olympio, Coleção
documentos brasileiros, 2. ed., v. 1, 1952. p. 15-17)
O texto deixa claro, principalmente, que a cidade do Rio de Janeiro
 

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2656526 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Na construção da notação 34:331 – Direito do trabalho, usando-se a Classificação Decimal Universal, foi utilizado o sinal de
 

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1245556 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ

Para que o Serviço de Referência On Line seja bem sucedido, é necessário que

 

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1245555 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ

Existem duas abordagens aplicadas aos estudos de usuários, os

 

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1245554 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ

Padrões são

 

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1245553 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ

Avalie as afirmações abaixo, relativas ao planejamento.

I. O planejamento faz acontecer – torna possível a ocorrência de eventos que, caso contrário, não ocorreriam.

II. O planejamento reduz riscos, ao mesmo tempo em que tira proveito das oportunidades.

III. As decisões do planejamento, por serem baseadas em informação e obedecerem a critérios objetivos, tendem a ser mais independentes de humores ou outras variáveis subjetivas.

Ocorre que

 

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1245552 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ

A Lei nº 9.674, de 25 de junho de 1998,

 

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1245551 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ

Analise as afirmações abaixo, relativas à administração de recursos humanos.

I. As unidades de informação não estão incluídas no contexto da prestação de serviços, o que leva à conclusão de que a gestão de pessoas nelas tem impacto menos decisivo do que em outras áreas.

II. Em uma economia cada vez mais baseada em serviços, a gestão de pessoas torna-se um aspecto essencial à bem sucedida concretização dos objetivos e metas da instituição.

III. A gestão de pessoas é decisiva como instrumento de controle organizacional, contribuindo para o aumento da competitividade e o engajamento dos funcionários.

Está correto o que se afirma APENAS em

 

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