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Um grupo de 2 juízes de direito, 2 promotores de justiça e 4 defensores públicos formam uma equipe da justiça itinerante para agilizar processos em andamento. Em cada dia de audiência atuam um juiz, um promotor e um defensor. A escala da equipe, em 4 dias consecutivos de audiência, foi assim organizada: segunda- feira, Paulo, Carla e Sérgio; terça-feira, Carla, Marina e Regina; quarta-feira, Fernando, Regina e Jorge; quinta-feira, Jorge, Paulo e Beatriz. Sabe-se que Carla é promotora e que, nos 4 dias consecutivos de audiência, cada juiz atuou em dois dias, assim como cada promotor, e cada defensor atuou em apenas um dia.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item seguinte.
Dos defensores públicos, três são do sexo feminino.
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Um grupo de 2 juízes de direito, 2 promotores de justiça e 4 defensores públicos formam uma equipe da justiça itinerante para agilizar processos em andamento. Em cada dia de audiência atuam um juiz, um promotor e um defensor. A escala da equipe, em 4 dias consecutivos de audiência, foi assim organizada: segunda- feira, Paulo, Carla e Sérgio; terça-feira, Carla, Marina e Regina; quarta-feira, Fernando, Regina e Jorge; quinta-feira, Jorge, Paulo e Beatriz. Sabe-se que Carla é promotora e que, nos 4 dias consecutivos de audiência, cada juiz atuou em dois dias, assim como cada promotor, e cada defensor atuou em apenas um dia.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item seguinte.
Jorge é promotor de justiça.
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Carlos desafiou Pedro a acertar quantos gols marcou cada um de seus três amigos em um torneio de futebol. Sabe-se que o produto desses três números é igual a 40 e que a soma é igual à idade, em anos, do único filho de Pedro. Pedro sabe a idade de seu filho mas tem dúvida acerca das quantidades de gols marcados pelo amigos.
A respeito dessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
Se Pedro souber que um dos amigos fez menos gols que cada um dos outros dois, então ele acertará o desafio.
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Carlos desafiou Pedro a acertar quantos gols marcou cada um de seus três amigos em um torneio de futebol. Sabe-se que o produto desses três números é igual a 40 e que a soma é igual à idade, em anos, do único filho de Pedro. Pedro sabe a idade de seu filho mas tem dúvida acerca das quantidades de gols marcados pelo amigos.
A respeito dessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
Um dos amigos fez mais gols que cada um dos outros dois.
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Carlos desafiou Pedro a acertar quantos gols marcou cada um de seus três amigos em um torneio de futebol. Sabe-se que o produto desses três números é igual a 40 e que a soma é igual à idade, em anos, do único filho de Pedro. Pedro sabe a idade de seu filho mas tem dúvida acerca das quantidades de gols marcados pelo amigos.
A respeito dessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
O filho de Pedro tem mais de 16 anos.
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Carlos desafiou Pedro a acertar quantos gols marcou cada um de seus três amigos em um torneio de futebol. Sabe-se que o produto desses três números é igual a 40 e que a soma é igual à idade, em anos, do único filho de Pedro. Pedro sabe a idade de seu filho mas tem dúvida acerca das quantidades de gols marcados pelo amigos.
A respeito dessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
Para Pedro o desafio consiste em acertar uma opção entre três.
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Os países com economias pujantes e estáveis e uma distribuição de renda relativamente equitativa entre seus habitantes tendem a ser menos vulneráveis — social e politicamente — que os países pobres, economicamente instáveis e com distribuição interna de riquezas fortemente desigual. O aumento significativo da desigualdade econômica e social dentro dos países ou entre eles reduzirá as possibilidades de paz. Evitar ou controlar a violência armada interna depende ainda mais, contudo, dos poderes e da efetividade do desempenho dos governos nacionais e da sua legitimidade perante a maioria dos habitantes dos respectivos países. Nenhum governo pode, hoje, dar por garantida a existência de uma população civil desarmada ou o grau de ordem pública há tanto tempo vigente em grande parte da Europa. Nenhum governo está, hoje, em condições de ignorar ou eliminar minorias internas armadas. No entanto, o mundo está cada vez mais dividido em países capazes de administrar seus territórios e seus cidadãos — mesmo quando afetados, como estava o Reino Unido, durante décadas, por ações armadas efetuadas por um inimigo interno — e um número crescente de territórios cujo entorno é demarcado por fronteiras oficialmente reconhecidas, com governos nacionais que flutuam entre a debilidade, a corrupção e a não existência. Essas áreas produzem lutas internas sangrentas e conflitos internacionais, como o que temos visto na África central. Não há, apesar de tudo, perspectivas imediatas de melhoras duradouras nessas regiões, e a continuação do enfraquecimento dos governos centrais nos países instáveis assim como o prosseguimento da balcanização do mapa do mundo sem dúvida provocarão um aumento do perigo de conflitos armados.
Um prognóstico possível: no século XXI, as guerras provavelmente não serão tão mortíferas quanto o foram no século XX. Mas a violência armada, gerando sofrimentos e perdas desproporcionais, persistirá, onipresente e endêmica — ocasionalmente epidêmica —, em grande parte do mundo.
A perspectiva de um século de paz é remota.
Eric Hobsbawm. Globalização, democracia e terrorismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 34-5 (com adaptações).
No que se refere à organização das ideias e a aspectos linguísticos e gramaticais do texto acima, julgue o item subsequente.
Subentende-se da argumentação do texto que, no século XX, a violência atingiu de forma indiscriminada países economicamente estáveis e instáveis, mas, no século XXI, ela será agravada e restrita às regiões balcanizadas de países economicamente instáveis.
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Os países com economias pujantes e estáveis e uma distribuição de renda relativamente equitativa entre seus habitantes tendem a ser menos vulneráveis — social e politicamente — que os países pobres, economicamente instáveis e com distribuição interna de riquezas fortemente desigual. O aumento significativo da desigualdade econômica e social dentro dos países ou entre eles reduzirá as possibilidades de paz. Evitar ou controlar a violência armada interna depende ainda mais, contudo, dos poderes e da efetividade do desempenho dos governos nacionais e da sua legitimidade perante a maioria dos habitantes dos respectivos países. Nenhum governo pode, hoje, dar por garantida a existência de uma população civil desarmada ou o grau de ordem pública há tanto tempo vigente em grande parte da Europa. Nenhum governo está, hoje, em condições de ignorar ou eliminar minorias internas armadas. No entanto, o mundo está cada vez mais dividido em países capazes de administrar seus territórios e seus cidadãos — mesmo quando afetados, como estava o Reino Unido, durante décadas, por ações armadas efetuadas por um inimigo interno — e um número crescente de territórios cujo entorno é demarcado por fronteiras oficialmente reconhecidas, com governos nacionais que flutuam entre a debilidade, a corrupção e a não existência. Essas áreas produzem lutas internas sangrentas e conflitos internacionais, como o que temos visto na África central. Não há, apesar de tudo, perspectivas imediatas de melhoras duradouras nessas regiões, e a continuação do enfraquecimento dos governos centrais nos países instáveis assim como o prosseguimento da balcanização do mapa do mundo sem dúvida provocarão um aumento do perigo de conflitos armados.
Um prognóstico possível: no século XXI, as guerras provavelmente não serão tão mortíferas quanto o foram no século XX. Mas a violência armada, gerando sofrimentos e perdas desproporcionais, persistirá, onipresente e endêmica — ocasionalmente epidêmica —, em grande parte do mundo.
A perspectiva de um século de paz é remota.
Eric Hobsbawm. Globalização, democracia e terrorismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 34-5 (com adaptações).
No que se refere à organização das ideias e a aspectos linguísticos e gramaticais do texto acima, julgue o item subsequente.
No trecho “Mas a violência armada, gerando sofrimentos e perdas desproporcionais, persistirá, onipresente e endêmica — ocasionalmente epidêmica —, em grande parte do mundo”, estariam mantidos o sentido e a correção gramatical do texto caso fosse suprimida a vírgula que precede a expressão “em grande parte do mundo”.
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Os países com economias pujantes e estáveis e uma distribuição de renda relativamente equitativa entre seus habitantes tendem a ser menos vulneráveis — social e politicamente — que os países pobres, economicamente instáveis e com distribuição interna de riquezas fortemente desigual. O aumento significativo da desigualdade econômica e social dentro dos países ou entre eles reduzirá as possibilidades de paz. Evitar ou controlar a violência armada interna depende ainda mais, contudo, dos poderes e da efetividade do desempenho dos governos nacionais e da sua legitimidade perante a maioria dos habitantes dos respectivos países. Nenhum governo pode, hoje, dar por garantida a existência de uma população civil desarmada ou o grau de ordem pública há tanto tempo vigente em grande parte da Europa. Nenhum governo está, hoje, em condições de ignorar ou eliminar minorias internas armadas. No entanto, o mundo está cada vez mais dividido em países capazes de administrar seus territórios e seus cidadãos — mesmo quando afetados, como estava o Reino Unido, durante décadas, por ações armadas efetuadas por um inimigo interno — e um número crescente de territórios cujo entorno é demarcado por fronteiras oficialmente reconhecidas, com governos nacionais que flutuam entre a debilidade, a corrupção e a não existência. Essas áreas produzem lutas internas sangrentas e conflitos internacionais, como o que temos visto na África central. Não há, apesar de tudo, perspectivas imediatas de melhoras duradouras nessas regiões, e a continuação do enfraquecimento dos governos centrais nos países instáveis assim como o prosseguimento da balcanização do mapa do mundo sem dúvida provocarão um aumento do perigo de conflitos armados.
Um prognóstico possível: no século XXI, as guerras provavelmente não serão tão mortíferas quanto o foram no século XX. Mas a violência armada, gerando sofrimentos e perdas desproporcionais, persistirá, onipresente e endêmica — ocasionalmente epidêmica —, em grande parte do mundo.
A perspectiva de um século de paz é remota.
Eric Hobsbawm. Globalização, democracia e terrorismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 34-5 (com adaptações).
No que se refere à organização das ideias e a aspectos linguísticos e gramaticais do texto acima, julgue o item subsequente.
O sentido do texto seria mantido caso se substituísse a conjunção “quanto” por como.
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Os países com economias pujantes e estáveis e uma distribuição de renda relativamente equitativa entre seus habitantes tendem a ser menos vulneráveis — social e politicamente — que os países pobres, economicamente instáveis e com distribuição interna de riquezas fortemente desigual. O aumento significativo da desigualdade econômica e social dentro dos países ou entre eles reduzirá as possibilidades de paz. Evitar ou controlar a violência armada interna depende ainda mais, contudo, dos poderes e da efetividade do desempenho dos governos nacionais e da sua legitimidade perante a maioria dos habitantes dos respectivos países. Nenhum governo pode, hoje, dar por garantida a existência de uma população civil desarmada ou o grau de ordem pública há tanto tempo vigente em grande parte da Europa. Nenhum governo está, hoje, em condições de ignorar ou eliminar minorias internas armadas. No entanto, o mundo está cada vez mais dividido em países capazes de administrar seus territórios e seus cidadãos — mesmo quando afetados, como estava o Reino Unido, durante décadas, por ações armadas efetuadas por um inimigo interno — e um número crescente de territórios cujo entorno é demarcado por fronteiras oficialmente reconhecidas, com governos nacionais que flutuam entre a debilidade, a corrupção e a não existência. Essas áreas produzem lutas internas sangrentas e conflitos internacionais, como o que temos visto na África central. Não há, apesar de tudo, perspectivas imediatas de melhoras duradouras nessas regiões, e a continuação do enfraquecimento dos governos centrais nos países instáveis assim como o prosseguimento da balcanização do mapa do mundo sem dúvida provocarão um aumento do perigo de conflitos armados.
Um prognóstico possível: no século XXI, as guerras provavelmente não serão tão mortíferas quanto o foram no século XX. Mas a violência armada, gerando sofrimentos e perdas desproporcionais, persistirá, onipresente e endêmica — ocasionalmente epidêmica —, em grande parte do mundo.
A perspectiva de um século de paz é remota.
Eric Hobsbawm. Globalização, democracia e terrorismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 34-5 (com adaptações).
No que se refere à organização das ideias e a aspectos linguísticos e gramaticais do texto acima, julgue o item subsequente.
Subentende-se, pelas relações de sentido que se estabelecem no texto, que a expressão “Essas áreas” retoma, por coesão, “territórios cujo entorno é demarcado por fronteiras oficialmente reconhecidas, com governos nacionais que flutuam entre a debilidade, a corrupção e a não existência”.
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