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Atenção: Leia o texto abaixo para responder à questão.
A idolatria do PIB. - O PIB é invenção recente. A ideia de medir a variação do valor monetário dos bens e
serviços produzidos a cada ano surgiu no período entreguerras, mas foi só em meados do século passado que
os órgãos oficiais passaram a calcular e publicar dados de PIB para os diferentes países. Nenhum dos grandes
economistas clássicos - Smith, Ricardo, Malthus, Marx ou Mill - jamais foi instado a prever o PIB do ano ou
trimestre seguintes. O culto do PIB como métrica de sucesso das nações tomou-se uma espécie de religião do
nosso tempo. O crescimento é a meta suprema em nome da qual governos são eleitos ou rejeitados nas urnas,
e um antropólogo marciano poderia supor que o acrônimo PIB nomeia a nossa divindade-mor na vida pública
enquanto o afã de consumo preenche o vazio da existência na esfera privada. - Mas o que exatamente está
sendo medido? Imagine uma comunidade na qual a água potável é um bem livre e desfrutado por todos com a
mesma facilidade com que obtemos o ar que respiramos, suponha, no entanto, que as fontes de água foram
poluídas e agora se tornou necessário purificá-la, engarrafá-la e distribuí-la, de modo que todos precisam
trabalhar um pouco mais a fim de comprá-la no mercado - o que acontece com o PIB dessa comunidade? O
erro não é de magnitude, mas de sinal: as pessoas empobreceram, ao passo que o PIB total e o PIB per capita
subiram. Daí que: se eu moro perto do meu local de trabalho e posso caminhar até ele, o PIB nada registra;
mas, se preciso tomar uma condução e pagar o bilhete (sem falar no tempo encalacrado no trânsito), ele sobe.
Se eu gosto do que faço, embora ganhando menos do que poderia, e passo a trabalhar sem a menor alegria
para um mundo caduco, mas recebendo um aumento por isso, o PIB sobe. O PIB, em suma, mede o valor
monetário dos bens e serviços que transitam pelo sistema de preços - e nada mais. E, quando se tomar
inevitável portar garrafinhas de oxigênio na cintura a fim de seguir respirando, o PIB subirá de novo.
(GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos: uma perspectiva brasileira da crise civilizatória. São Paulo:
Companhia das Letras, 2016. pp. 51-52)
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serviços produzidos a cada ano surgiu no período entreguerras, mas foi só em meados do século passado que
os órgãos oficiais passaram a calcular e publicar dados de PIB para os diferentes países. Nenhum dos grandes
economistas clássicos - Smith, Ricardo, Malthus, Marx ou Mill - jamais foi instado a prever o PIB do ano ou
trimestre seguintes. O culto do PIB como métrica de sucesso das nações tomou-se uma espécie de religião do
nosso tempo. O crescimento é a meta suprema em nome da qual governos são eleitos ou rejeitados nas urnas,
e um antropólogo marciano poderia supor que o acrônimo PIB nomeia a nossa divindade-mor na vida pública
enquanto o afã de consumo preenche o vazio da existência na esfera privada. - Mas o que exatamente está
sendo medido? Imagine uma comunidade na qual a água potável é um bem livre e desfrutado por todos com a
mesma facilidade com que obtemos o ar que respiramos, suponha, no entanto, que as fontes de água foram
poluídas e agora se tornou necessário purificá-la, engarrafá-la e distribuí-la, de modo que todos precisam
trabalhar um pouco mais a fim de comprá-la no mercado - o que acontece com o PIB dessa comunidade? O
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subiram. Daí que: se eu moro perto do meu local de trabalho e posso caminhar até ele, o PIB nada registra;
mas, se preciso tomar uma condução e pagar o bilhete (sem falar no tempo encalacrado no trânsito), ele sobe.
Se eu gosto do que faço, embora ganhando menos do que poderia, e passo a trabalhar sem a menor alegria
para um mundo caduco, mas recebendo um aumento por isso, o PIB sobe. O PIB, em suma, mede o valor
monetário dos bens e serviços que transitam pelo sistema de preços - e nada mais. E, quando se tomar
inevitável portar garrafinhas de oxigênio na cintura a fim de seguir respirando, o PIB subirá de novo.
(GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos: uma perspectiva brasileira da crise civilizatória. São Paulo:
Companhia das Letras, 2016. pp. 51-52)
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A idolatria do PIB. - O PIB é invenção recente. A ideia de medir a variação do valor monetário dos bens e
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os órgãos oficiais passaram a calcular e publicar dados de PIB para os diferentes países. Nenhum dos grandes
economistas clássicos - Smith, Ricardo, Malthus, Marx ou Mill - jamais foi instado a prever o PIB do ano ou
trimestre seguintes. O culto do PIB como métrica de sucesso das nações tomou-se uma espécie de religião do
nosso tempo. O crescimento é a meta suprema em nome da qual governos são eleitos ou rejeitados nas urnas,
e um antropólogo marciano poderia supor que o acrônimo PIB nomeia a nossa divindade-mor na vida pública
enquanto o afã de consumo preenche o vazio da existência na esfera privada. - Mas o que exatamente está
sendo medido? Imagine uma comunidade na qual a água potável é um bem livre e desfrutado por todos com a
mesma facilidade com que obtemos o ar que respiramos, suponha, no entanto, que as fontes de água foram
poluídas e agora se tornou necessário purificá-la, engarrafá-la e distribuí-la, de modo que todos precisam
trabalhar um pouco mais a fim de comprá-la no mercado - o que acontece com o PIB dessa comunidade? O
erro não é de magnitude, mas de sinal: as pessoas empobreceram, ao passo que o PIB total e o PIB per capita
subiram. Daí que: se eu moro perto do meu local de trabalho e posso caminhar até ele, o PIB nada registra;
mas, se preciso tomar uma condução e pagar o bilhete (sem falar no tempo encalacrado no trânsito), ele sobe.
Se eu gosto do que faço, embora ganhando menos do que poderia, e passo a trabalhar sem a menor alegria
para um mundo caduco, mas recebendo um aumento por isso, o PIB sobe. O PIB, em suma, mede o valor
monetário dos bens e serviços que transitam pelo sistema de preços - e nada mais. E, quando se tomar
inevitável portar garrafinhas de oxigênio na cintura a fim de seguir respirando, o PIB subirá de novo.
(GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos: uma perspectiva brasileira da crise civilizatória. São Paulo:
Companhia das Letras, 2016. pp. 51-52)
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A idolatria do PIB. - O PIB é invenção recente. A ideia de medir a variação do valor monetário dos bens e
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os órgãos oficiais passaram a calcular e publicar dados de PIB para os diferentes países. Nenhum dos grandes
economistas clássicos - Smith, Ricardo, Malthus, Marx ou Mill - jamais foi instado a prever o PIB do ano ou
trimestre seguintes. O culto do PIB como métrica de sucesso das nações tomou-se uma espécie de religião do
nosso tempo. O crescimento é a meta suprema em nome da qual governos são eleitos ou rejeitados nas urnas,
e um antropólogo marciano poderia supor que o acrônimo PIB nomeia a nossa divindade-mor na vida pública
enquanto o afã de consumo preenche o vazio da existência na esfera privada. - Mas o que exatamente está
sendo medido? Imagine uma comunidade na qual a água potável é um bem livre e desfrutado por todos com a
mesma facilidade com que obtemos o ar que respiramos, suponha, no entanto, que as fontes de água foram
poluídas e agora se tornou necessário purificá-la, engarrafá-la e distribuí-la, de modo que todos precisam
trabalhar um pouco mais a fim de comprá-la no mercado - o que acontece com o PIB dessa comunidade? O
erro não é de magnitude, mas de sinal: as pessoas empobreceram, ao passo que o PIB total e o PIB per capita
subiram. Daí que: se eu moro perto do meu local de trabalho e posso caminhar até ele, o PIB nada registra;
mas, se preciso tomar uma condução e pagar o bilhete (sem falar no tempo encalacrado no trânsito), ele sobe.
Se eu gosto do que faço, embora ganhando menos do que poderia, e passo a trabalhar sem a menor alegria
para um mundo caduco, mas recebendo um aumento por isso, o PIB sobe. O PIB, em suma, mede o valor
monetário dos bens e serviços que transitam pelo sistema de preços - e nada mais. E, quando se tomar
inevitável portar garrafinhas de oxigênio na cintura a fim de seguir respirando, o PIB subirá de novo.
(GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos: uma perspectiva brasileira da crise civilizatória. São Paulo:
Companhia das Letras, 2016. pp. 51-52)
O imposto, a conta, o bazar barato / O relógio aponta o momento exato / Da morte incerta, a gravata enforca / O sapato aperta, O pais exporta / E na minha porta ninguém quer ver / Uma sombra morta, pois é, pra quê?.
O trecho de “A idolatria do PIB" que confirma a crítica expressa na canção “Pais é, pra quê” é:
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A idolatria do PIB. - O PIB é invenção recente. A ideia de medir a variação do valor monetário dos bens e
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os órgãos oficiais passaram a calcular e publicar dados de PIB para os diferentes países. Nenhum dos grandes
economistas clássicos - Smith, Ricardo, Malthus, Marx ou Mill - jamais foi instado a prever o PIB do ano ou
trimestre seguintes. O culto do PIB como métrica de sucesso das nações tomou-se uma espécie de religião do
nosso tempo. O crescimento é a meta suprema em nome da qual governos são eleitos ou rejeitados nas urnas,
e um antropólogo marciano poderia supor que o acrônimo PIB nomeia a nossa divindade-mor na vida pública
enquanto o afã de consumo preenche o vazio da existência na esfera privada. - Mas o que exatamente está
sendo medido? Imagine uma comunidade na qual a água potável é um bem livre e desfrutado por todos com a
mesma facilidade com que obtemos o ar que respiramos, suponha, no entanto, que as fontes de água foram
poluídas e agora se tornou necessário purificá-la, engarrafá-la e distribuí-la, de modo que todos precisam
trabalhar um pouco mais a fim de comprá-la no mercado - o que acontece com o PIB dessa comunidade? O
erro não é de magnitude, mas de sinal: as pessoas empobreceram, ao passo que o PIB total e o PIB per capita
subiram. Daí que: se eu moro perto do meu local de trabalho e posso caminhar até ele, o PIB nada registra;
mas, se preciso tomar uma condução e pagar o bilhete (sem falar no tempo encalacrado no trânsito), ele sobe.
Se eu gosto do que faço, embora ganhando menos do que poderia, e passo a trabalhar sem a menor alegria
para um mundo caduco, mas recebendo um aumento por isso, o PIB sobe. O PIB, em suma, mede o valor
monetário dos bens e serviços que transitam pelo sistema de preços - e nada mais. E, quando se tomar
inevitável portar garrafinhas de oxigênio na cintura a fim de seguir respirando, o PIB subirá de novo.
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Companhia das Letras, 2016. pp. 51-52)
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Considerando a gramática normativa ou prescritiva, está correta a seguinte oração:
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Estatuto do Amor
1. Não esperes aquele ano em que, por obra de lua violência, a tua família seja dizimada, para só então
descobrires a gravidade indizível de tua infâmia. Para saberes que gozo terias sentido se, em vez de matá-la, a
tivesses levado ao peito enquanto vivia.
2. Mergulha, sim, na liturgia do amor e renuncia à tua descabida ira. O amor é e será sempre teu melhor
gesto na terra. O único capaz de projetar luz sobre esta precária existência humana.
3. Não permitas que, sob o jugo de tua ira, mulher e filhos fiquem ao desabrigo da sorte, ingrata e
imprevidente.
4. Defende o teu lar de ti mesmo. Da tua ferocidade, da tua paixão desenfreada, da ânsia de golpear, de
mutilar, de maltratar, como se te coubesse este desapiedado e falso exercício da justiça.
5. Mas se, no futuro, o amor à mulher se esgote, não é razão para deixar em seu lugar os traços do
desamor, o estigma da maldade. Nenhum pedaço de carne humana merece ser golpeado pela indiferença,
pela violência, pela injustiça. Portanto, não abatas a tiro, a tapas, a arranhões, o corpo da mulher.
6. Não lhe negues, então, o olhar compassivo, as lágrimas conspurcadas por uma realidade que traiu
teus sonhos. Quem quer que esteja no recinto sagrado do lar é, ao mesmo tempo, o sucessor do teu horror e
da lua capacidade de maravilhar-se.
7. Aprenda que o outro é o teu lar. É o teu corpo, o teu nome, o teu outro rosto. É o verso e o reverso de
tuas entranhas. É o espelho de tua irrenunciável humanidade.
(Adaptado de: PIÑON, Nélida. Uma furtiva lágrima. Rio de Janeiro: Record, 2019. pp. 15-18)
No trecho acima
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Estatuto do Amor
1. Não esperes aquele ano em que, por obra de lua violência, a tua família seja dizimada, para só então
descobrires a gravidade indizível de tua infâmia. Para saberes que gozo terias sentido se, em vez de matá-la, a
tivesses levado ao peito enquanto vivia.
2. Mergulha, sim, na liturgia do amor e renuncia à tua descabida ira. O amor é e será sempre teu melhor
gesto na terra. O único capaz de projetar luz sobre esta precária existência humana.
3. Não permitas que, sob o jugo de tua ira, mulher e filhos fiquem ao desabrigo da sorte, ingrata e
imprevidente.
4. Defende o teu lar de ti mesmo. Da tua ferocidade, da tua paixão desenfreada, da ânsia de golpear, de
mutilar, de maltratar, como se te coubesse este desapiedado e falso exercício da justiça.
5. Mas se, no futuro, o amor à mulher se esgote, não é razão para deixar em seu lugar os traços do
desamor, o estigma da maldade. Nenhum pedaço de carne humana merece ser golpeado pela indiferença,
pela violência, pela injustiça. Portanto, não abatas a tiro, a tapas, a arranhões, o corpo da mulher.
6. Não lhe negues, então, o olhar compassivo, as lágrimas conspurcadas por uma realidade que traiu
teus sonhos. Quem quer que esteja no recinto sagrado do lar é, ao mesmo tempo, o sucessor do teu horror e
da lua capacidade de maravilhar-se.
7. Aprenda que o outro é o teu lar. É o teu corpo, o teu nome, o teu outro rosto. É o verso e o reverso de
tuas entranhas. É o espelho de tua irrenunciável humanidade.
(Adaptado de: PIÑON, Nélida. Uma furtiva lágrima. Rio de Janeiro: Record, 2019. pp. 15-18)
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Estatuto do Amor
1. Não esperes aquele ano em que, por obra de lua violência, a tua família seja dizimada, para só então
descobrires a gravidade indizível de tua infâmia. Para saberes que gozo terias sentido se, em vez de matá-la, a
tivesses levado ao peito enquanto vivia.
2. Mergulha, sim, na liturgia do amor e renuncia à tua descabida ira. O amor é e será sempre teu melhor
gesto na terra. O único capaz de projetar luz sobre esta precária existência humana.
3. Não permitas que, sob o jugo de tua ira, mulher e filhos fiquem ao desabrigo da sorte, ingrata e
imprevidente.
4. Defende o teu lar de ti mesmo. Da tua ferocidade, da tua paixão desenfreada, da ânsia de golpear, de
mutilar, de maltratar, como se te coubesse este desapiedado e falso exercício da justiça.
5. Mas se, no futuro, o amor à mulher se esgote, não é razão para deixar em seu lugar os traços do
desamor, o estigma da maldade. Nenhum pedaço de carne humana merece ser golpeado pela indiferença,
pela violência, pela injustiça. Portanto, não abatas a tiro, a tapas, a arranhões, o corpo da mulher.
6. Não lhe negues, então, o olhar compassivo, as lágrimas conspurcadas por uma realidade que traiu
teus sonhos. Quem quer que esteja no recinto sagrado do lar é, ao mesmo tempo, o sucessor do teu horror e
da lua capacidade de maravilhar-se.
7. Aprenda que o outro é o teu lar. É o teu corpo, o teu nome, o teu outro rosto. É o verso e o reverso de
tuas entranhas. É o espelho de tua irrenunciável humanidade.
(Adaptado de: PIÑON, Nélida. Uma furtiva lágrima. Rio de Janeiro: Record, 2019. pp. 15-18)
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Estatuto do Amor
1. Não esperes aquele ano em que, por obra de lua violência, a tua família seja dizimada, para só então
descobrires a gravidade indizível de tua infâmia. Para saberes que gozo terias sentido se, em vez de matá-la, a
tivesses levado ao peito enquanto vivia.
2. Mergulha, sim, na liturgia do amor e renuncia à tua descabida ira. O amor é e será sempre teu melhor
gesto na terra. O único capaz de projetar luz sobre esta precária existência humana.
3. Não permitas que, sob o jugo de tua ira, mulher e filhos fiquem ao desabrigo da sorte, ingrata e
imprevidente.
4. Defende o teu lar de ti mesmo. Da tua ferocidade, da tua paixão desenfreada, da ânsia de golpear, de
mutilar, de maltratar, como se te coubesse este desapiedado e falso exercício da justiça.
5. Mas se, no futuro, o amor à mulher se esgote, não é razão para deixar em seu lugar os traços do
desamor, o estigma da maldade. Nenhum pedaço de carne humana merece ser golpeado pela indiferença,
pela violência, pela injustiça. Portanto, não abatas a tiro, a tapas, a arranhões, o corpo da mulher.
6. Não lhe negues, então, o olhar compassivo, as lágrimas conspurcadas por uma realidade que traiu
teus sonhos. Quem quer que esteja no recinto sagrado do lar é, ao mesmo tempo, o sucessor do teu horror e
da lua capacidade de maravilhar-se.
7. Aprenda que o outro é o teu lar. É o teu corpo, o teu nome, o teu outro rosto. É o verso e o reverso de
tuas entranhas. É o espelho de tua irrenunciável humanidade.
(Adaptado de: PIÑON, Nélida. Uma furtiva lágrima. Rio de Janeiro: Record, 2019. pp. 15-18)
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