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Foram encontradas 120 questões.

2538948 Ano: 2016
Disciplina: Arquitetura
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA
Enunciado 3547181-1
As figuras precedentes, extraídas da NBR 9050:2015, que trata de acessibilidade, ilustram, adotando as grandezas em metros, o interior de uma cabine ou boxe sanitário. Uma barra de apoio reta está fixada ao fundo e duas barras retas estão fixadas a 90º na lateral, estando a bacia próxima a uma parede. Considerando essas informações, julgue o item que se segue.
Na figura II, a letra D, distância entre o eixo da bacia e o eixode fixação da barra do fundo — fixação mais próxima à parede lateral — deve ser, de acordo com a norma citada, de 30 cm para adulto.
 

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2538947 Ano: 2016
Disciplina: Arquitetura
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA
Caso um coletor de radiação solar esteja na mesma altura do reservatório térmico de água, ocorrerá o fenômeno da circulação inversa. Durante o dia, a água circula da parte de cima do coletor para a caixa d’água, levando calor para o reservatório. À noite, o coletor reconduz o calor armazenado para o ambiente por irradiação e convecção. Com isso, a água do coletor, que se torna mais fria e mais pesada, desce pelo coletor, puxando a água quente da parte superior do reservatório, reiniciando o processo de perda térmica. Considerando essas informações, julgue o item subsecutivo.
Com base nas figuras seguintes, referentes à válvula de retenção horizontal, é correto afirmar que a vazão com irradiação solar está ilustrada na figura III.
Enunciado 3547176-1
posições da válvula de retenção horizontal - ambiente temossifão
Legenda: 1 – estado de equilíbrio;
2 – filme de plástico;
3 – eixo de fixação do filme.
Internet: <www.sociedadedosol.org.br> (com adaptações).
 

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2538946 Ano: 2016
Disciplina: Arquitetura
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA
Enunciado 3547175-1
Internet: <www.infraestruturaurbana.com> (com adaptações).
projeto de pavimentação: seção transversal de via
Legenda – especificação de materiais
1 – revestimento de blocos pré-moldados de concreto fck/35 Mpa: 8 cm;
2 – camada de areia de assentamento: 5 cm;
3 – base de brita graduada simples: 15 cm;
4 – reforço do subleito de solo com adição de 2% de cimento: 15 cm.
As principais tipologias hierarquizadas do subsistema viário são as vias locais, as coletoras, as arteriais e as expressas. Com base na figura apresentada, julgue o item subsequente, a respeito de subsistema viário, dimensionamento, geometria e pavimentação e subsistema de drenagem pluvial.
Dadas as características apresentadas no projeto, é correto afirmar que ele detalha uma via local.
 

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2538945 Ano: 2016
Disciplina: Arquitetura
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA
Enunciado 3547174-1
Internet: <www.infraestruturaurbana.com> (com adaptações).
projeto de pavimentação: seção transversal de via
Legenda – especificação de materiais
1 – revestimento de blocos pré-moldados de concreto fck/35 Mpa: 8 cm;
2 – camada de areia de assentamento: 5 cm;
3 – base de brita graduada simples: 15 cm;
4 – reforço do subleito de solo com adição de 2% de cimento: 15 cm.
As principais tipologias hierarquizadas do subsistema viário são as vias locais, as coletoras, as arteriais e as expressas. Com base na figura apresentada, julgue o item subsequente, a respeito de subsistema viário, dimensionamento, geometria e pavimentação e subsistema de drenagem pluvial.
No que se refere à drenagem pluvial, verifica-se, na figura, um terreno bastante acidentado; e, na implantação da pista, estão previstos caimentos que conduzirão as águas para as sarjetas, evitando a formação de poças.
 

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2538944 Ano: 2016
Disciplina: Arquitetura
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA
Mobiliário urbano é a designação dada a todos os objetos, elementos e pequenas construções integrantes da paisagem urbana, de natureza utilitária ou não, implantados em espaços públicos e privados. É definido também como o conjunto de objetos presentes nas vias e nos espaços públicos, sobrepostos ou adicionados aos elementos da construção ou da edificação. Em uma definição mais ampla, mobiliário urbano é a coleção de artefatos implantados no espaço público da cidade, de natureza utilitária ou de interesse urbanístico, paisagístico, estético, simbólico, cívico, cultural.
Com base nas definições de mobiliário apresentadas no texto, julgue o item que se segue.
Criados em São Francisco (EUA), os parklets vêm tomando conta de várias cidades brasileiras, como mostram as imagens a seguir. Esse tipo de ambiente é uma extensão da calçada, uma minipraça, com mobiliário e paisagismo que buscam renovar e ampliar a oferta de espaços públicos e de áreas para o uso de bares e restaurantes.
Enunciado 3547173-1
Internet <www.sempresustentavel.com.br>.
 

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2538943 Ano: 2016
Disciplina: Arquitetura
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA
Mobiliário urbano é a designação dada a todos os objetos, elementos e pequenas construções integrantes da paisagem urbana, de natureza utilitária ou não, implantados em espaços públicos e privados. É definido também como o conjunto de objetos presentes nas vias e nos espaços públicos, sobrepostos ou adicionados aos elementos da construção ou da edificação. Em uma definição mais ampla, mobiliário urbano é a coleção de artefatos implantados no espaço público da cidade, de natureza utilitária ou de interesse urbanístico, paisagístico, estético, simbólico, cívico, cultural.
Com base nas definições de mobiliário apresentadas no texto, julgue o item que se segue.
Construída em frente ao edifício da Organização das Nações Unidas, a escultura seguinte corresponde a um mobiliário de natureza simbólica.
Enunciado 3547172-1
Non-violence, escultura, Nova York. Internet: <www.projectattica.org>.
 

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2538942 Ano: 2016
Disciplina: Arquitetura
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA
Mobiliário urbano é a designação dada a todos os objetos, elementos e pequenas construções integrantes da paisagem urbana, de natureza utilitária ou não, implantados em espaços públicos e privados. É definido também como o conjunto de objetos presentes nas vias e nos espaços públicos, sobrepostos ou adicionados aos elementos da construção ou da edificação. Em uma definição mais ampla, mobiliário urbano é a coleção de artefatos implantados no espaço público da cidade, de natureza utilitária ou de interesse urbanístico, paisagístico, estético, simbólico, cívico, cultural.
Com base nas definições de mobiliário apresentadas no texto, julgue o item que se segue.
A estátua a seguir, erguida em homenagem ao poeta Luís de Camões, caracteriza-se como um mobiliário de interesse urbanístico, uma vez que marca o centro da Praça Camões, em Lisboa.
Enunciado 3547171-1
Estátua de Camões, Lisboa. Internet: <www.pbase.com>.
 

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2538941 Ano: 2016
Disciplina: Arquitetura
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-PA
As intervenções em edifícios históricos, tombados individualmente ou pertencentes a um conjunto tombado — cidade, sítio ou fragmento urbano — podem ser de três tipos:
• preservação — manutenção de valores originais;
• restauração — recuperação e reabilitação de valores antigos em que se considera o conteúdo a ser resgatado, nem sempre coincidente com o momento inicial da construção;
•apropriação — captura dos valores originais para sua adaptação a um novo uso ou a uma nova circunstância urbana.
Glauco Campello. Caderno de Arquitetura. São Paulo: ECidade, 2015, p. 114 (com adaptações).
Com base no texto apresentado e nos múltiplos aspectos que ele suscita, julgue o item.
Considerando-se as figuras a seguir, que mostram, sucessivamente, a casa de Getúlio Vargas em São Borja, e a mesma construção, em 2015, após a realização de uma obra para transformá-la em museu, é correto afirmar que esta intervenção no imóvel foi uma ação de preservação, já que a fachada não foi alterada e foram mantidos os materiais e valores do edifício original.
Enunciado 3547168-1
 

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Texto CB5A1BBB

A partir do momento em que o Estado passa a cobrar tributos de seus cidadãos, amealhando para si parte da riqueza nacional, surge a necessidade de destinação de tais quantias à realização das necessidades públicas, pois, não visando ao lucro, o Estado não pode cobrar mais do que os dispêndios que lhe são imputados. Na chamada atividade financeira do Estado, sua principal ferramenta é o orçamento público, pois nele constam as decisões políticas tomadas pelo administrador com o objetivo de satisfação dos interesses coletivos.

Muito mais do que um mero documento de estimação e fixação das receitas e despesas, o orçamento, conforme o texto constitucional vigente, constitui um verdadeiro sistema integrado de planejamento, de sorte que, constituindo um verdadeiro orçamento-programa, o orçamento público passa a constituir etapas do planejamento de desenvolvimentoeconômico e social, isto é, passa a ser conteúdo dos planos e programas nacionais, regionais e setoriais, que devem ser compatibilizados com o plano plurianual.

Extrapolando-se os limites da simples teoria clássica do orçamento, pode-se dizer que o orçamento, em sua feição atual, não deve ser compreendido unicamente como a simples autorização de gastos do Poder Executivo pelo Poder Legislativo. Não se pode olvidar que, a partir do momento em que houve a limitação das antigas monarquias absolutistas, o rei passou a necessitar de autorização de seus vassalos para a realização dos gastos da coroa — como preceituado, por exemplo, na Magna Charta Libertatum, de 1215, e na Petition of Rights, de 1628. Também não se deve desconsiderar que a revolução orçamentária deveu-se, em grande parte, à idealização do Estado liberal burguês, que emana, segundo especialistas da área, de razões políticas, e não financeiras.

Conquanto esses fatos tenham contribuído para a formação do orçamento em sua tessitura tradicional, é preciso, hoje, refletir sobre a real natureza da lei orçamentária atual, se autorizativa ou impositiva.

César Augusto Carra. O orçamento impositivo aos estados e aos municípios. Internet: <libano.tce.mg.gov.br> (com adaptações).

Julgue o item seguinte, com relação aos aspectos linguísticos do texto CB5A1BBB.

A supressão da preposição “em” prejudicaria a correção gramatical do texto.

 

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Texto CB5A1BBB

A partir do momento em que o Estado passa a cobrar tributos de seus cidadãos, amealhando para si parte da riqueza nacional, surge a necessidade de destinação de tais quantias à realização das necessidades públicas, pois, não visando ao lucro, o Estado não pode cobrar mais do que os dispêndios que lhe são imputados. Na chamada atividade financeira do Estado, sua principal ferramenta é o orçamento público, pois nele constam as decisões políticas tomadas pelo administrador com o objetivo de satisfação dos interesses coletivos.

Muito mais do que um mero documento de estimação e fixação das receitas e despesas, o orçamento, conforme o texto constitucional vigente, constitui um verdadeiro sistema integrado de planejamento, de sorte que, constituindo um verdadeiro orçamento-programa, o orçamento público passa a constituir etapas do planejamento de desenvolvimento econômico e social, isto é, passa a ser conteúdo dos planos e programas nacionais, regionais e setoriais, que devem ser compatibilizados com o plano plurianual.

Extrapolando-se os limites da simples teoria clássica do orçamento, pode-se dizer que o orçamento, em sua feição atual, não deve ser compreendido unicamente como a simples autorização de gastos do Poder Executivo pelo Poder Legislativo. Não se pode olvidar que, a partir do momento em que houve a limitação das antigas monarquias absolutistas, o rei passou a necessitar de autorização de seus vassalos para a realização dos gastos da coroa — como preceituado, por exemplo, na Magna Charta Libertatum, de 1215, e na Petition of Rights, de 1628. Também não se deve desconsiderar que a revolução orçamentária deveu-se, em grande parte, à idealização do Estado liberal burguês, que emana, segundo especialistas da área, de razões políticas, e não financeiras.

Conquanto esses fatos tenham contribuído para a formação do orçamento em sua tessitura tradicional, é preciso, hoje, refletir sobre a real natureza da lei orçamentária atual, se autorizativa ou impositiva.

César Augusto Carra. O orçamento impositivo aos estados e aos municípios. Internet: <libano.tce.mg.gov.br> (com adaptações).

Julgue o item seguinte, com relação aos aspectos linguísticos do texto CB5A1BBB.

A substituição do vocábulo “olvidar” por esquecer manteria o sentido e a correção gramatical do texto.

 

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