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“Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.“ — Erico Verissimo, escritor brasileiro (1905 – 1975)
Fonte: https://citacoes.in/citacoes-de-justica/
Segundo esse pequeno texto, a função do escritor no mundo é:
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Texto 2
“Não sou nem otimista, nem pessimista. Os otimistas são ingênuos, e os pessimistas amargos. Sou um realista esperançoso. Sou um homem da esperança. Sei que é para um futuro muito longínquo. Sonho com o dia em que o sol de Deus vai espalhar justiça pelo mundo todo.“ Ariano Suassuna (1927 – 2014).
Fonte: https://citacoes.in/citacoes-de-justica/
No texto de Suassuna (texto 2) há uma série de relações lógicas entre as frases que devem ser inferidas pelo leitor, pois não aparecem verbalizadas em conectivos.
A relação lógica entre os segmentos abaixo – separados por duas barras inclinadas – que está corretamente indicada é:
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Texto 4
“Em oposição aos meus apaixonados sentimentos de justiça e deveres sociais, sempre experimentei a total ausência de me aproximar dos homens e das sociedades humanas. Apraz-me sentir-me só. Nunca me entreguei de corpo e alma a um círculo de amigos, ao Estado, nem à minha própria família. Pelo contrário, sempre senti nesses laços o indefinível sentimento de ser um estranho em seu desejo de solidão.”
Albert Einstein
Considerando o conteúdo global desse segmento (texto 4), podemos definir o pensamento de Einstein como:
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Texto 4
“Em oposição aos meus apaixonados sentimentos de justiça e deveres sociais, sempre experimentei a total ausência de me aproximar dos homens e das sociedades humanas. Apraz-me sentir-me só. Nunca me entreguei de corpo e alma a um círculo de amigos, ao Estado, nem à minha própria família. Pelo contrário, sempre senti nesses laços o indefinível sentimento de ser um estranho em seu desejo de solidão.”
Albert Einstein
O segmento (texto 4) abaixo em que a preposição “de” NÃO é exigida por nenhum termo anterior é:
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Um teólogo russo, V. S. Soloviev, declarou: “Sinto vergonha, logo existo”.
A afirmação INADEQUADA sobre essa frase:
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“É belo ser-se justo. Mas a verdadeira justiça não permanece sentada diante da sua balança, a ver os pratos a oscilar. Ela julga e executa a sentença.”
Romain Rolland
A mudança proposta na estruturação desse segmento textual que se mostra INADEQUADA é:
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A frase abaixo que NÃO mostra uma estrutura comparativa, como as demais, é:
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O poeta italiano Leopardi escreveu: “O sentimento de vingança é tão agradável, que muitas vezes o homem deseja ser ofendido para poder se vingar, e não falo apenas de um inimigo habitual, mas de uma pessoa indiferente, ou até mesmo, sobretudo em alguns momentos de humor negro, de um amigo”.
Esse pensamento mostra uma série de distintos conectivos; a opção em que se indica o valor correto do conectivo sublinhado é:
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Um escritor russo – M. E. Saltykov – escreveu: “A vergonha é a preciosíssima capacidade do homem de relacionar seus comportamentos com as exigências daquela suprema consciência, que nos foi deixada de herança pela história da humanidade”.
Segundo esse pensamento, sente-se envergonhado quem:
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Num julgamento determinado, o advogado de defesa disse o seguinte: “O réu, que aqui está sendo julgado por homicídio, sempre foi, senhores jurados, um ótimo pai de família e chegou a diretor da associação de moradores de seu bairro...”
A argumentação do advogado, nesse caso, mostra um problema de formulação, que é identificado como:
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