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Quanto à morfofisiologia do processo digestivo podemos afirmar:
I. A região da cárdia do estômago é onde observamos a maior concentração de células parietais.
II. A maioria das células gástricas secretoras de muco e lizozima encontram-se na região do piloro.
III. O estresse, fatores psicossomáticos e certas substâncias, como o café e a aspirina, podem causar irritação gástrica, agravadas muitas vezes pela ação crônica da pepsina e do ácido clorídrico.
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No que tange à histologia do sistema digestivo podemos afirmar:
I. Na face superior da língua, a região posterior é separada por uma linha em V que tem atrás de si um número discreto de pequenos grupos de nódulos linfáticos.
II. As papilas filiformes são as papilas linguais mais freqüentes que recobrem a superfície inferior da língua e que contêm grande quantidade de corpúsculos gustativos.
III. A cavidade oral é revestida por epitélio estratificado pavimentoso não queratinizado.
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Quanto à morfofisiologia do sistema circulatório podemos afirmar:
I. A angiotensina II contribui para a regulação da pressão sanguínea.
II. Os aneurismas são dilatações exageradas da camada média das artérias, após processos de enfraquecimento da mesma por defeitos embrionários ou lesão da parede das artérias.
III. A obstrução parcial das artérias coronarianas causa deficiência no suprimento de oxigênio ao miocárdio.
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No que tange à histologia do sistema circulatório podemos afirmar:
I. As células endoteliais desempenham diversas funções metabólicas de importância fisiológica como, por exemplo, a produção de fatores vasoativos e antitrombogênicos.
II. Os capilares sinusóides apresentam, como algumas de suas características, trajeto tortuoso, calibre gradualmente aumentado e camada interna de células endoteliais descontínuas, separadas por amplos espaços, abundante quantidade de poros sem diafragma nas paredes das células endoteliais e presença de macrófagos na parede e envolta de sua estrutura.
III. Os corpos carotídeos são pequenos quimiorreceptores sensíveis a variações nas concentrações de CO2 e O2 presentes na artéria carótida.
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Quanto à morfofisiologia do sistema urinário podemos afirmar:
I. Os rins regulam a composição química do meio interno por um processo múltiplo que envolve apenas filtração e secreção de substâncias.
II. O filtrado glomerular ou capsular tem composição semelhante à do plasma sanguíneo, entretanto, com baixíssimas ou quase nenhuma proteína.
III. O sódio e o controle da regulação do pH no meio interior do nosso organismo são regulados pelos túbulos contorcidos proximais.
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No que tange à histologia do sistema urinário podemos afirmar:
I. Os cálices (menores e maiores), a pelve renal, o ureter e a bexiga têm a mesma estrutura básica, embora a parede se torne gradualmente mais espessa no sentido da bexiga.
II. O corpúsculo renal ou de Malpighi é formado por um tufo de capilares (glomérulo) envolvido pela cápsula de Bowman, que possui dois folhetos, um interno, junto aos capilares, e outro externo, formando os limites do corpúsculo renal.
III. A histofisiologia das células mesangiais é pouco conhecida, porém, acredita-se que as mesmas sejam elementos de sustentação dos capilares dos glomérulos renais.
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Considerando-se os efeitos do chumbo sobre o organismo humano podemos afirmar:
I. Uma vez absorvido pelo organismo humano, o chumbo é distribuído para o sangue, onde tem meiavida de 27 anos nos ossos.
II. O chumbo metálico compromete vários sistemas fisiológicos. Clinicamente os mais sensíveis são o sistema nervoso central, o hematopoiético, o renal, o gastrointestinal, o cardiovascular, o musculoesquelético e o reprodutor.
III. Os sintomas iniciais são freqüentemente sutis e inespecíficos envolvendo o sistema nervoso e estão associados a fadiga, irritabilidade, distúrbios do sono, cefaléia, dificuldades de concentração e redução da libido.
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Considerando-se os efeitos do metilmercúrio sobre o organismo humano, podemos afirmar:
I. O sistema nervoso central é o alvo principal do metilmercúrio, onde afeta, principalmente, cerebelo e lobos temporais.
II. O metilmercúrio é reconhecidamente um agente teratogênico.
III. A respeito dos efeitos do metilmercúrio sobre linfócitos humanos é correto afirmar que essas células passam a apresentar um aumento significativo em termos de suas capacidades proliferativas, de produção de citocinas e de secreção de imunoglobulinas.
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Na Amazônia, o uso indiscriminado do mercúrio em garimpos é um potente risco à saúde pública. Considerando as alternativas podemos afirmar:
I. A biotransformação do mercúrio inorgânico em metilmercúrio representa um sério risco ambiental visto que ele se acumula na cadeia alimentar aquática por um fenômeno chamado bioamplificação, isto é, a concentração do metal aumenta à medida que ele avança nos níveis tróficos.
II. O mercúrio sob forma líquida é muito pouco absorvido pelo trato gastrointestinal. Portanto, ele não é considerado nocivo se ingerido em pequenos volumes. Por outro lado, seus vapores, quando inalados, podem facilmente atravessar a membrana alveolar até atingir a circulação sanguínea.
III. No sangue, fígado e rins, o mercúrio é oxidado à forma divalente (mercúrio iônico) pelo complexo chamado hidrogênio peróxido catalase.
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