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O Pará é terra de muita magia e lendas, onde o 1 folclore está presente na maioria das festas. Tanto em Belém como em outras cidades é possível assistir e participar de eventos que mesclam as tradições 4 indígenas, africanas e portuguesas com ritmos populares, tais como o carimbó, síria, lundu e folguedos de época, como o boi bumbá, os cordões de 7 pássaros e de bichos.
Internet: <http://www.ecoviagem.com.br/viagensdoeco/belem>.
Com referência ao texto acima, é correto substituir
“é possível” por pode-se.
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O Pará é terra de muita magia e lendas, onde o 1 folclore está presente na maioria das festas. Tanto em Belém como em outras cidades é possível assistir e participar de eventos que mesclam as tradições 4 indígenas, africanas e portuguesas com ritmos populares, tais como o carimbó, síria, lundu e folguedos de época, como o boi bumbá, os cordões de 7 pássaros e de bichos.
Internet: <http://www.ecoviagem.com.br/viagensdoeco/belem>.
Com referência ao texto acima, é correto substituir
“Tanto em Belém como” por Tanto em Belém quanto.
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O Pará é terra de muita magia e lendas, onde o 1 folclore está presente na maioria das festas. Tanto em Belém como em outras cidades é possível assistir e participar de eventos que mesclam as tradições 4 indígenas, africanas e portuguesas com ritmos populares, tais como o carimbó, síria, lundu e folguedos de época, como o boi bumbá, os cordões de 7 pássaros e de bichos.
Internet: <http://www.ecoviagem.com.br/viagensdoeco/belem>.
Com referência ao texto acima, é correto substituir
“onde” por na qual.
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Antigamente, nas fazendas do interior, era costume oferecer aos hóspedes uma bacia com água morna para lavar os pés antes de dormir.
O compadre Jovino chegou a uma delas, convidado por um rico fazendeiro muito avarento. Já era tarde da noite e, como havia viajado muito, estava morto de fome. Ficou feliz, ouvindo o tilintar de pratos e talheres que vinha lá da cozinha. O tempo foi passando e nada de a comida chegar. E o barulhinho foi sumindo até desaparecer completamente.
Entra um empregado do fazendeiro e avisa o Jovino solenemente:
— Meu senhor, a sua bacia com água está no quarto.
Jovino, com ar comovido, dirige-se ao fazendeiro:
— Nem sei como agradecer tanta gentileza.
Mas será que não faz mal lavar os pés em jejum?
Almanaque Brasil de Cultura Popular, ano 1, n.º 8, nov./1999.
Em relação ao texto acima, julgue o item a seguir.
Jovino usou uma forma indireta de dizer que estava com fome.
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Antigamente, nas fazendas do interior, era costume oferecer aos hóspedes uma bacia com água morna para lavar os pés antes de dormir.
O compadre Jovino chegou a uma delas, convidado por um rico fazendeiro muito avarento. Já era tarde da noite e, como havia viajado muito, estava morto de fome. Ficou feliz, ouvindo o tilintar de pratos e talheres que vinha lá da cozinha. O tempo foi passando e nada de a comida chegar. E o barulhinho foi sumindo até desaparecer completamente.
Entra um empregado do fazendeiro e avisa o Jovino solenemente:
— Meu senhor, a sua bacia com água está no quarto.
Jovino, com ar comovido, dirige-se ao fazendeiro:
— Nem sei como agradecer tanta gentileza.
Mas será que não faz mal lavar os pés em jejum?
Almanaque Brasil de Cultura Popular, ano 1, n.º 8, nov./1999.
Em relação ao texto acima, julgue o item a seguir.
Tudo indicava a Jovino que na cozinha estavam preparando e servindo uma refeição para ele.
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Antigamente, nas fazendas do interior, era costume oferecer aos hóspedes uma bacia com água morna para lavar os pés antes de dormir.
O compadre Jovino chegou a uma delas, convidado por um rico fazendeiro muito avarento. Já era tarde da noite e, como havia viajado muito, estava morto de fome. Ficou feliz, ouvindo o tilintar de pratos e talheres que vinha lá da cozinha. O tempo foi passando e nada de a comida chegar. E o barulhinho foi sumindo até desaparecer completamente.
Entra um empregado do fazendeiro e avisa o Jovino solenemente:
— Meu senhor, a sua bacia com água está no quarto.
Jovino, com ar comovido, dirige-se ao fazendeiro:
— Nem sei como agradecer tanta gentileza.
Mas será que não faz mal lavar os pés em jejum?
Almanaque Brasil de Cultura Popular, ano 1, n.º 8, nov./1999.
Em relação ao texto acima, julgue o item a seguir.
O fazendeiro era sovina, pão-duro, e, por isso, não gostava de compartilhar sua comida.
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Antigamente, nas fazendas do interior, era costume oferecer aos hóspedes uma bacia com água morna para lavar os pés antes de dormir.
O compadre Jovino chegou a uma delas, convidado por um rico fazendeiro muito avarento. Já era tarde da noite e, como havia viajado muito, estava morto de fome. Ficou feliz, ouvindo o tilintar de pratos e talheres que vinha lá da cozinha. O tempo foi passando e nada de a comida chegar. E o barulhinho foi sumindo até desaparecer completamente.
Entra um empregado do fazendeiro e avisa o Jovino solenemente:
— Meu senhor, a sua bacia com água está no quarto.
Jovino, com ar comovido, dirige-se ao fazendeiro:
— Nem sei como agradecer tanta gentileza.
Mas será que não faz mal lavar os pés em jejum?
Almanaque Brasil de Cultura Popular, ano 1, n.º 8, nov./1999.
Em relação ao texto acima, julgue o item a seguir.
Jovino era hóspede da fazenda por ser parente do dono da casa.
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