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Acerca da patologia mamária, julgue o item subsecutivo.
Os achados citológicos da mastite granulomatosa idiopática caracterizam-se pela presença de macrófagos epitelioides, células gigantes e neutrófilos.
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Paciente: Mulher com trinta e cinco anos de idade.
QD: Nódulo na mama esquerda há 6 meses.
HDA: Paciente com relato de nódulo palpável na mama esquerda, de crescimento progressivo desde o aparecimento, há 6 meses. Nega dor, prurido ou sinais inflamatórios locais.
HGO: Menarca aos dez anos de idade, eumenorreica, vida sexual ativa sem uso de método contraceptivo, G1 P1c A0. /
Nega comorbidades.
Antecedentes familiares: mãe com diagnóstico de câncer de mama bilateral aos trinta e nove anos de idade.
Exame físico: mamas de pequeno volume. Nódulo endurecido, algo fixo, medindo 5,0 cm × 4,5 cm, no QIM da mama esquerda.
Ausência de quaisquer alterações na pele. Axila esquerda com linfonodo de 1,0 cm, de consistência endurecida e mobilidade restrita. Mama direita sem nódulos palpáveis. Axila direita e fossas supraclaviculares negativas.
USG de mamas e axilas: nódulo sólido, hipoecogênico, irregular e microlobulado, medindo 3,2 cm × 2,1 cm × 2,7 cm no QIM da mama esquerda, distando 0,2 cm da pele.
Axila esquerda: 2 linfonodos hipertrofiados, não conglomerados, com corticais espessadas e obliteração hilar nos níveis axilares I e
II à direita; o maior mede 2,0 cm.
Conclusão: ACR BI RADS®: 4
Paciente foi submetida a core biopsy, que revelou: carcinoma mamário invasivo de tipo não especial, grau histológico: 3, grau nuclear: 3, invasões angiolinfática e perineural: não detectadas.
Componente in situ: não detectado. Imunoistoquímica: RE negativo; RP negativo; HER2 negativo; Ki67 80-90%.
Exames de estadiamento: sem evidência de doença.
Com relação a esse caso clínico, julgue o próximo item.
Tendo em vista que a paciente em questão apresenta diagnóstico de neoplasia maligna de mama, triplo negativa, com mutação em gene BRCA1, está indicada terapia adjuvante com olaparibe – medicamento inibidor de PARP (poli [adenosina difosfato-ribose] polimerase).
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Paciente: Mulher com trinta e cinco anos de idade.
QD: Nódulo na mama esquerda há 6 meses.
HDA: Paciente com relato de nódulo palpável na mama esquerda, de crescimento progressivo desde o aparecimento, há 6 meses. Nega dor, prurido ou sinais inflamatórios locais.
HGO: Menarca aos dez anos de idade, eumenorreica, vida sexual ativa sem uso de método contraceptivo, G1 P1c A0. /
Nega comorbidades.
Antecedentes familiares: mãe com diagnóstico de câncer de mama bilateral aos trinta e nove anos de idade.
Exame físico: mamas de pequeno volume. Nódulo endurecido, algo fixo, medindo 5,0 cm × 4,5 cm, no QIM da mama esquerda.
Ausência de quaisquer alterações na pele. Axila esquerda com linfonodo de 1,0 cm, de consistência endurecida e mobilidade restrita. Mama direita sem nódulos palpáveis. Axila direita e fossas supraclaviculares negativas.
USG de mamas e axilas: nódulo sólido, hipoecogênico, irregular e microlobulado, medindo 3,2 cm × 2,1 cm × 2,7 cm no QIM da mama esquerda, distando 0,2 cm da pele.
Axila esquerda: 2 linfonodos hipertrofiados, não conglomerados, com corticais espessadas e obliteração hilar nos níveis axilares I e
II à direita; o maior mede 2,0 cm.
Conclusão: ACR BI RADS®: 4
Paciente foi submetida a core biopsy, que revelou: carcinoma mamário invasivo de tipo não especial, grau histológico: 3, grau nuclear: 3, invasões angiolinfática e perineural: não detectadas.
Componente in situ: não detectado. Imunoistoquímica: RE negativo; RP negativo; HER2 negativo; Ki67 80-90%.
Exames de estadiamento: sem evidência de doença.
Com relação a esse caso clínico, julgue o próximo item.
Em adição aos dados do caso clínico em apreço, considere que, tendo sido realizado o painel hereditário para câncer de mama e ovário, foi detectada variante patogênica em gene BRCA1. Nessa situação, a indicação do tratamento cirúrgico adequado seria mastectomia radical modificada bilateral associada a salpingooforectomia bilateral, sendo a abordagem mamária à direita a abordagem ginecológica mais indicada para a redução de riscos cirúrgicos.
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Paciente: Mulher com trinta e cinco anos de idade.
QD: Nódulo na mama esquerda há 6 meses.
HDA: Paciente com relato de nódulo palpável na mama esquerda, de crescimento progressivo desde o aparecimento, há 6 meses. Nega dor, prurido ou sinais inflamatórios locais.
HGO: Menarca aos dez anos de idade, eumenorreica, vida sexual ativa sem uso de método contraceptivo, G1 P1c A0. /
Nega comorbidades.
Antecedentes familiares: mãe com diagnóstico de câncer de mama bilateral aos trinta e nove anos de idade.
Exame físico: mamas de pequeno volume. Nódulo endurecido, algo fixo, medindo 5,0 cm × 4,5 cm, no QIM da mama esquerda.
Ausência de quaisquer alterações na pele. Axila esquerda com linfonodo de 1,0 cm, de consistência endurecida e mobilidade restrita. Mama direita sem nódulos palpáveis. Axila direita e fossas supraclaviculares negativas.
USG de mamas e axilas: nódulo sólido, hipoecogênico, irregular e microlobulado, medindo 3,2 cm × 2,1 cm × 2,7 cm no QIM da mama esquerda, distando 0,2 cm da pele.
Axila esquerda: 2 linfonodos hipertrofiados, não conglomerados, com corticais espessadas e obliteração hilar nos níveis axilares I e
II à direita; o maior mede 2,0 cm.
Conclusão: ACR BI RADS®: 4
Paciente foi submetida a core biopsy, que revelou: carcinoma mamário invasivo de tipo não especial, grau histológico: 3, grau nuclear: 3, invasões angiolinfática e perineural: não detectadas.
Componente in situ: não detectado. Imunoistoquímica: RE negativo; RP negativo; HER2 negativo; Ki67 80-90%.
Exames de estadiamento: sem evidência de doença.
Com relação a esse caso clínico, julgue o próximo item.
Caso a paciente tenha sido submetida a quimioterapia neoadjuvante e tenha obtido resposta clínica e radiológica completa, o tratamento cirúrgico adequado deverá ser a mastectomia radical modificada à esquerda.
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Paciente: Mulher com trinta e cinco anos de idade.
QD: Nódulo na mama esquerda há 6 meses.
HDA: Paciente com relato de nódulo palpável na mama esquerda, de crescimento progressivo desde o aparecimento, há 6 meses. Nega dor, prurido ou sinais inflamatórios locais.
HGO: Menarca aos dez anos de idade, eumenorreica, vida sexual ativa sem uso de método contraceptivo, G1 P1c A0. /
Nega comorbidades.
Antecedentes familiares: mãe com diagnóstico de câncer de mama bilateral aos trinta e nove anos de idade.
Exame físico: mamas de pequeno volume. Nódulo endurecido, algo fixo, medindo 5,0 cm × 4,5 cm, no QIM da mama esquerda.
Ausência de quaisquer alterações na pele. Axila esquerda com linfonodo de 1,0 cm, de consistência endurecida e mobilidade restrita. Mama direita sem nódulos palpáveis. Axila direita e fossas supraclaviculares negativas.
USG de mamas e axilas: nódulo sólido, hipoecogênico, irregular e microlobulado, medindo 3,2 cm × 2,1 cm × 2,7 cm no QIM da mama esquerda, distando 0,2 cm da pele.
Axila esquerda: 2 linfonodos hipertrofiados, não conglomerados, com corticais espessadas e obliteração hilar nos níveis axilares I e
II à direita; o maior mede 2,0 cm.
Conclusão: ACR BI RADS®: 4
Paciente foi submetida a core biopsy, que revelou: carcinoma mamário invasivo de tipo não especial, grau histológico: 3, grau nuclear: 3, invasões angiolinfática e perineural: não detectadas.
Componente in situ: não detectado. Imunoistoquímica: RE negativo; RP negativo; HER2 negativo; Ki67 80-90%.
Exames de estadiamento: sem evidência de doença.
Com relação a esse caso clínico, julgue o próximo item.
Caso a paciente tenha sido submetida a quimioterapia neoadjuvante e não tenha obtido resposta patológica completa, estará indicado tratamento adjuvante com capecitabina, cujo benefício foi demonstrado no estudo CREATE X.
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Paciente: Mulher com trinta e cinco anos de idade.
QD: Nódulo na mama esquerda há 6 meses.
HDA: Paciente com relato de nódulo palpável na mama esquerda, de crescimento progressivo desde o aparecimento, há 6 meses. Nega dor, prurido ou sinais inflamatórios locais.
HGO: Menarca aos dez anos de idade, eumenorreica, vida sexual ativa sem uso de método contraceptivo, G1 P1c A0. /
Nega comorbidades.
Antecedentes familiares: mãe com diagnóstico de câncer de mama bilateral aos trinta e nove anos de idade.
Exame físico: mamas de pequeno volume. Nódulo endurecido, algo fixo, medindo 5,0 cm × 4,5 cm, no QIM da mama esquerda.
Ausência de quaisquer alterações na pele. Axila esquerda com linfonodo de 1,0 cm, de consistência endurecida e mobilidade restrita. Mama direita sem nódulos palpáveis. Axila direita e fossas supraclaviculares negativas.
USG de mamas e axilas: nódulo sólido, hipoecogênico, irregular e microlobulado, medindo 3,2 cm × 2,1 cm × 2,7 cm no QIM da mama esquerda, distando 0,2 cm da pele.
Axila esquerda: 2 linfonodos hipertrofiados, não conglomerados, com corticais espessadas e obliteração hilar nos níveis axilares I e
II à direita; o maior mede 2,0 cm.
Conclusão: ACR BI RADS®: 4
Paciente foi submetida a core biopsy, que revelou: carcinoma mamário invasivo de tipo não especial, grau histológico: 3, grau nuclear: 3, invasões angiolinfática e perineural: não detectadas.
Componente in situ: não detectado. Imunoistoquímica: RE negativo; RP negativo; HER2 negativo; Ki67 80-90%.
Exames de estadiamento: sem evidência de doença.
Com relação a esse caso clínico, julgue o próximo item.
A conduta inicial adequada para essa paciente é o tratamento quimioterápico sistêmico neoadjuvante, sendo que o esquema 4x AC dose densa seguido de 12x paclitaxel semanal adicionando carboplatina é uma opção adequada.
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Paciente: Mulher com trinta e cinco anos de idade.
QD: Nódulo na mama esquerda há 6 meses.
HDA: Paciente com relato de nódulo palpável na mama esquerda, de crescimento progressivo desde o aparecimento, há 6 meses. Nega dor, prurido ou sinais inflamatórios locais.
HGO: Menarca aos dez anos de idade, eumenorreica, vida sexual ativa sem uso de método contraceptivo, G1 P1c A0. /
Nega comorbidades.
Antecedentes familiares: mãe com diagnóstico de câncer de mama bilateral aos trinta e nove anos de idade.
Exame físico: mamas de pequeno volume. Nódulo endurecido, algo fixo, medindo 5,0 cm × 4,5 cm, no QIM da mama esquerda.
Ausência de quaisquer alterações na pele. Axila esquerda com linfonodo de 1,0 cm, de consistência endurecida e mobilidade restrita. Mama direita sem nódulos palpáveis. Axila direita e fossas supraclaviculares negativas.
USG de mamas e axilas: nódulo sólido, hipoecogênico, irregular e microlobulado, medindo 3,2 cm × 2,1 cm × 2,7 cm no QIM da mama esquerda, distando 0,2 cm da pele.
Axila esquerda: 2 linfonodos hipertrofiados, não conglomerados, com corticais espessadas e obliteração hilar nos níveis axilares I e
II à direita; o maior mede 2,0 cm.
Conclusão: ACR BI RADS®: 4
Paciente foi submetida a core biopsy, que revelou: carcinoma mamário invasivo de tipo não especial, grau histológico: 3, grau nuclear: 3, invasões angiolinfática e perineural: não detectadas.
Componente in situ: não detectado. Imunoistoquímica: RE negativo; RP negativo; HER2 negativo; Ki67 80-90%.
Exames de estadiamento: sem evidência de doença.
Com relação a esse caso clínico, julgue o próximo item.
O estadiamento TNM para essa paciente no momento do diagnóstico é c T2N1M0 – EC IIA.
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Uma mulher com cinquenta e quatro anos de idade, que apresenta lesão mamária à direita (c T4d N1 M0), com diagnóstico histológico de carcinoma mamário invasor, grau II, receptor de estrogênio positivo, receptor de progesterona negativo, HER2 1+, Ki67 60%, foi submetida a quimioterapia neoadjuvante (4 AC + 12 T) com resposta clínica e radiológica completas.
A respeito desse caso clínico, julgue o item subsequente.
O estadiamento clínico dessa paciente é IIIB.
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Uma mulher com cinquenta e quatro anos de idade, que apresenta lesão mamária à direita (c T4d N1 M0), com diagnóstico histológico de carcinoma mamário invasor, grau II, receptor de estrogênio positivo, receptor de progesterona negativo, HER2 1+, Ki67 60%, foi submetida a quimioterapia neoadjuvante (4 AC + 12 T) com resposta clínica e radiológica completas.
A respeito desse caso clínico, julgue o item subsequente.
Tendo em vista a boa resposta à terapia sistêmica neoadjuvante, a paciente deverá ser submetida a mastectomia e biópsia de linfonodo sentinela à direita.
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HER2 é uma proteína na parte externa das células mamárias que promove o seu crescimento. As células cancerígenas com níveis mais elevados que o normal de HER2 são denominadas HER2+. Esses cânceres tendem a crescer e se disseminar mais rapidamente do que outros tipos de câncer de mama, mas são muito mais propensos a responder ao tratamento com medicamentos específicos que têm como alvo a proteína HER2. Em relação ao tratamento do câncer de mama HER 2 positivo, julgue o item a seguir.
De acordo com os resultados do estudo KATHERINE, em pacientes que atingem resposta patológica completa, a utilização de T-DM1 adjuvante após terapia neoadjuvante é indicada por aumentar a sobrevida livre de doença.
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