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Paciente do sexo masculino, de 54 anos, cirrótico (Child-Pugh: C, MELD: 26), é admitido após episódio de hematêmese volumosa e melena na enfermaria. Apresenta-se confuso, hipotenso (PA: 88 × 50 mmHg) e taquicárdico (FC: 118 bpm). Exames laboratoriais: Hb: 7,4 g/dL; plaquetas: 62.000/mm3; INR: 1,9. Após reposição inicial de volume, permanece instável.

Qual é o manejo inicial adequado?
 

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Homem, 23 anos, procura o médico por aumento da bolsa escrotal, percebido há duas semanas. Atribui o aumento a trauma na região após jogo de futebol. Ao exame físico, encontra-se hígido, em bom estado geral, sem linfonodomegalias, exame de tórax e abdome normais. A palpação da bolsa escrotal revela aumento do testículo direito. Ultrasonografia revela massa testicular sólida.

Nesse caso, a hipótese diagnóstica e os exames para diagnóstico são:
 

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O câncer colorretal é o segundo mais incidente em homens e mulheres, no Brasil, excluindo-se o de pele não melanoma. Medidas de rastreamento são importantes para redução da incidência dessa neoplasia.

No Brasil, a recomendação para rastreamento pelo Ministério da Saúde é:
 

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O médico é chamado para avaliar o resultado crítico de um paciente, cujo K sérico foi de 6,1 mEq/L. O paciente refere mal-estar generalizado. Segundo os dados do prontuário, está no terceiro dia de quimioterapia sistêmica para linfoma difuso de grandes células B. Na revisão dos exames colhidos durante o dia, o médico verifica que o pacientetem Hb: 10 g/dL, leucócitos: 3.200/mm3 , plaquetas: 120.000/mm3 , Ph: 7,4 mg/dL, Ca: 6 mg/dL, ácido úrico: 9 mg/dL, C: 1,7 mg/dL.

Frente a esses resultados, qual a hipótese diagnóstica mais provável e o tratamento adequado?
 

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Mulher, 35 anos, procura o atendimento para consulta de rotina. Está sem sintomas, pratica atividade física regular e tem exame físico e ginecológico normais. Viúva há um ano, refere um único parceiro ao longo de toda a sua vida. Recentemente, realizou um teste para HPV, e o resultado foi negativo para DNA-HPV oncogênico.

Nesse caso, deve-se
 

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Recém-nascido, sexo feminino, 12 horas de vida, nascida a termo (39 semanas), parto cesáreo eletivo. Apgar 9/9. Nas primeiras horas de vida, apresentou cianose central persistente (SatO2 80% em ar ambiente), sem gemência ou retrações. Após oxigênio a 100%, por 10 minutos, a saturação manteve-se em 82%. Ausculta cardíaca: bulhas normofonéticas, sem sopros. Pulsos periféricos presentes, simétricos. Saturação pré-ductal: 83%; pós-ductal: 81%. Radiografia de tórax: campos pulmonares normais, área cardíaca normal. Gasometria arterial: pO2 : 45 mmHg (referência > 60 mmHg).

Diante do exposto, o diagnóstico provável e a conduta inicial indicada são:
 

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Recém-nascido, sexo masculino, 5 dias de vida, nascido a termo (39 semanas), parto vaginal, bolsa rota há 24 horas. A mãe apresentou febre intraparto (38,5 °C) e foi tratada parcialmente com antibiótico. O lactente recebeu alta do alojamento conjunto com 48 horas de vida, mas retorna ao hospital com: irritabilidade, hipoatividade, sucção fraca e temperatura de 35 °C.
Ao exame físico: frequência respiratória: 68 irpm, taquicardia, enchimento capilar 5 segundos, extremidades frias e leve distensão abdominal. Glicemia capilar: 40 mg/dL; Leucograma: leucócitos 9.000/mm3 (com 15% bastões); PCR: 22 mg/L; Hemocultura coletada.

Com base nos dados apresentados, é correto afirmar que o diagnóstico provável e a conduta inicial indicada são:
 

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Recém-nascido, sexo masculino, 34 semanas de idade gestacional, parto cesáreo por pré-eclâmpsia materna. Logo após o nascimento, apresentou respiração rápida e gemência. Ao exame com 2 horas de vida: FR: 76 irpm, gemência expiratória, batimento de asa nasal, tiragem intercostal leve. Saturação de O2 : 86% em ar ambiente. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular diminuído bilateralmente, sem ruídos adventícios. Ausculta cardíaca: sem sopros, pulsos periféricos palpáveis. Radiografia de tórax: infiltrado retículo-granular difuso, broncogramas aéreos e diminuição do volume pulmonar.

Frente ao exposto, qual o diagnóstico provável e a conduta inicial recomendada?
 

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Criança de 7 anos é trazida ao pronto-socorro após colapso súbito durante uma partida de futebol. Chega inconsciente, sem respiração e sem pulso palpável. Monitor cardíaco é conectado e mostra ritmo de taquicardia ventricular sem pulso (TVSP). Enquanto a equipe ventila com bolsa-válvula-máscara e oxigênio a 100%, a compressão torácica é iniciada. Após 2 minutos de reanimação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade, o ritmo continua sendo taquicardia ventricular sem pulso.

Nesse momento, segundo as Diretrizes de Reanimação Cardiopulmonar Pediátrica da Sociedade Brasileira de Pediatria, qual a próxima conduta indicada?
 

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Recém-nascido, sexo feminino, idade gestacional de 39 semanas, parto cesáreo por sofrimento fetal agudo. Ao nascimento, o recém-nascido está flácido, não respira e apresenta coloração cianótica. É posicionada sob fonte de calor, seca e estimulada, sem melhora. Iniciada ventilação com pressão positiva (VPP) em ar ambiente (FiO2 21%) com máscara bem ajustada. Após 30 segundos de VPP eficaz, observa-se: frequência cardíaca: 50 bpm; saturação pré-ductal: 68%; expansão torácica visível.

Considerando o quadro clínico apresentado e as Diretrizes de Reanimação Neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria, a próxima conduta a ser realizada é
 

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