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Em relação ao angioedema hereditário, assinale a alternativa INCORRETA.
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Um jovem com quadro de febre prolongada, perda de peso, hiporexia, hepatoesplenomegalia e pancitopenia é transferido do interior para a enfermaria de clínica médica por suspeita diagnóstica de leishmaniose visceral. Durante o internamento, o paciente apresenta piora do padrão da febre, queda do estado geral, taquidispneia, sangramento digestivo com diarreia, epistaxe e hipotensão. É transferido para Unidade de Terapia Intensiva onde é realizado expansão volêmica, hemotransfusão, início de noradrenalina e antibióticos. Após estabilização clínica, é realizado um mielograma que mostra a presença de formas amastigotas de parasitas em macrófagos, além da descrição de hemofagocitose. Os exames laboratoriais coletados na UTI mostraram ferritina elevada, hipertrigliceridemia, DLH elevado e pancitopenia no hemograma.
Diante desse caso, qual diagnóstico deve ser realizado?
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Com relação à terapia antimicrobiana, assinale a alternativa CORRETA.
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Os serviços de hemoterapia do Brasil são obrigados por Lei a realizar testes para infecções transmissíveis pelo sangue, a fim de reduzir riscos de transmissão de doenças e em prol da qualidade do sangue doado.
Entre as infecções transmissíveis pelo sangue e pesquisadas a cada doação, obrigatoriamente, incluem-se todas as citadas abaixo, EXCETO:
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Com relação à nova definição, critérios diagnósticos e abordagem terapêutica da sepse, assinale a alternativa CORRETA.
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Um adolescente se apresenta num serviço de pronto-atendimento com história de febre com calafrios, cefaleia, mialgia e vômitos há 3 dias, associada à presença de sufusões em tronco e membros há 24 horas. É realizado hemograma, bioquímica e radiografia de tórax que mostram:
Hemograma: 19.800 leucócitos (4% bastões, 86% segmentados, 6% linfócitos e 4% monócitos), hemoglobina 12,1g/dl; plaquetas de 210.000; Ureia de 98mg/dl, creatinina de 1,9 mg/dl, AST 99 UI/L, ALT 82UI/L, CPK de 380 UI/L. Radiografia de tórax com hipotransparência em base pulmonar direita com apagamento de seio costo-frênico homolateral, sugerindo derrame pleural.
Ao exame físico, o paciente está taquicárdico, febril, taquidispneico, sonolento, com lentificação de enchimento capilar, diurese reduzida. Ausculta pulmonar apresenta apenas diminuição do murmúrio vesicular em base de hemitórax direito. Ausculta cardíaca tem ritmo cardíaco regular, bulhas um pouco hipofonéticas, com sopro sistodiastólico 2+/4+, PA: 110 x 70 mmHg e FC: 128 bpm.
Qual o diagnóstico mais provável para esse paciente?
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Paciente de 65 anos, diabético e hipertenso, é submetido à cirurgia de revascularização de membro inferior esquerdo por isquemia crítica em pé. Poucos dias depois, apresenta isquemia e infecção do pé e necessita realizar amputação deste. No 4º dia de pós-operatório, evolui com queixa de cefaleia, disfagia e rigidez de nuca. Foi diagnosticado com tétano, sendo transferido para uma unidade de terapia intensiva (UTI).
Na UTI, é iniciado protocolo com abordagem da ferida operatória, administração de imunoglobulina e antibiótico, porém evoluiu com espasmos e necessidade de traqueostomia de urgência e ventilação mecânica 24 horas após a admissão. A doença progride rapidamente, sendo necessário sedação com diazepam em intervalos mais curtos, além de clorpromazina. No quarto dia de internamento na UTI, apresenta taquicardia, oscilação importante da pressão arterial e sudorese. É diagnosticado com disautonomia pelo tétano.
Nessa situação, qual conduta deve ser tomada?
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No início de 2019, Pernambuco voltou a registar o aumento do número de casos de arboviroses. Considerando que estivéssemos no período epidemiológico, analise o caso abaixo:
Um paciente jovem, 22 anos, previamente hígido, dá entrada no serviço de urgência, com história de febre, cefaleia, dores pelo corpo, vômitos e rash cutâneo difuso (hiperemia) em tronco e membros, há 3 dias. Ao exame físico, apresentava-se desidratado, taquipneico, com frequência cardíaca de 128 bpm, frequência respiratória de 32 ipm, saturando 91% e com crepitação em bases. Realizou exames que mostraram um hemograma com 16.320 leucócitos (92% segmentados, 5% linfócitos, 03% monócitos), hemoglobina 12,4, plaquetas de 47.000; ureia: 98 mg/dl, creatinina: 2,1 mg/dl, AST: 98 UI/L, ALT: 89 UI/L, CPK: 2.900 UI/L.
Diante desse caso, qual a melhor conduta a ser tomada e o diagnóstico provável?
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Paciente do sexo feminino, de 49 anos de idade, portador de asma brônquica desde a infância e que apresenta quadro de febre, mialgia, cefaleia, tosse e dispneia há pouco mais de 24h, dá entrada na emergência com quadro de exacerbação da doença de base. Apresenta-se dispneica, fazendo uso de musculatura acessória; é incapaz de falar e encontra-se bastante agitada. Os sinais vitais são: pressão arterial de 100/65 mmHg, frequência cardíaca de 138bpm, frequência respiratória de 42 ipm, temperatura de 37,9 °C e saturação periférica de O2 de 78%. ausculta pulmonar, revela apenas murmúrio vesicular diminuído globalmente, mas sem ruídos adventícios. Hemograma: 12.100 leucócitos (65% segmentados, 30% linfócitos, 5% monócitos), Hb: 15,2 g/dl, plaquetas de 360.000. pH: 7,37, PCO2: 57mmHg, PO2: 69 mmHg, HCO3: 27mmol/L, lactato: 1,8 mg/dl.
Assinale a alternativa que aponta a conduta imediata mais apropriada nesse caso.
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Um paciente do sexo masculino, 32 anos, morador de rua, etilista e usuário de drogas injetável e inalatória, dá entrada no serviço de emergência, com quadro de crises convulsivas tônico-clônicas generalizadas. Estava sem acompanhante e foi levado para sala vermelha onde foi medicado com soro fisiológico e glicosado, diazepam e hidantal, com melhora das crises convulsivas. Na reavaliação médica, ainda estava sonolento, reagindo à dor apenas com o membro superior direito, gemente e com abertura ocular à pressão de leito ungueal. Ao exame, apresentava manchas hipercrômicas em região torácica esquerda que se estendiam da região escapular ao mamilo esquerdo, lesões papulosas em membros inferiores e tinea corporis em região de abdome inferior. Em cavidade oral, tinha dentição em péssimo estado de conservação e monilíase oral extensa. ausculta pulmonar e cardíaca, não apresentavam alterações significativas, exceto por roncos de transmissão e frequência cardíaca de 110 bpm, respectivamente. A pressão arterial era de 130 x 80 mmHg. Realizou teste rápido para HIV que foi positivo. O hemograma tinha 2.700 leucócitos (76% segmentados, 14% linfócitos, 10% monócitos), Hb: 9,9g/dl, plaquetas de 167.000.
Considerando que o serviço de emergência não dispõe de tomografia e que a ambulância da unidade está quebrada, qual o diagnóstico mais provável e a melhor conduta a ser tomada na unidade?
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