Foram encontradas 683 questões.
Analise o Quadro 1 para responder à questão.
Quadro 1
Veja os exames de uma pessoa que, em uma situação hipotética, teve uma sensível piora:
Hemocultura e semeadura: Hemocultura Positiva. Bacterioscopia (Gram) com bactérias esféricas, em formas de cacho e
coloração arroxeada. semeadura em Ágar Chocolate, Ágar Sangue e Ágar MacConkey. Crescimento nos ágares chocolate e
sangue, sem crescimento em MacConkey. Reação da catalase positiva.
Teste de sensibilidade a antimicrobianos:
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Quadro 1
Veja os exames de uma pessoa que, em uma situação hipotética, teve uma sensível piora:
Hemocultura e semeadura: Hemocultura Positiva. Bacterioscopia (Gram) com bactérias esféricas, em formas de cacho e
coloração arroxeada. semeadura em Ágar Chocolate, Ágar Sangue e Ágar MacConkey. Crescimento nos ágares chocolate e
sangue, sem crescimento em MacConkey. Reação da catalase positiva.
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Hemocultura e semeadura: Hemocultura Positiva. Bacterioscopia (Gram) com bactérias esféricas, em formas de cacho e
coloração arroxeada. semeadura em Ágar Chocolate, Ágar Sangue e Ágar MacConkey. Crescimento nos ágares chocolate e
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Quadro 1
Veja os exames de uma pessoa que, em uma situação hipotética, teve uma sensível piora:
Hemocultura e semeadura: Hemocultura Positiva. Bacterioscopia (Gram) com bactérias esféricas, em formas de cacho e
coloração arroxeada. semeadura em Ágar Chocolate, Ágar Sangue e Ágar MacConkey. Crescimento nos ágares chocolate e
sangue, sem crescimento em MacConkey. Reação da catalase positiva.
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Veja os exames de uma pessoa que, em uma situação hipotética, teve uma sensível piora:
Hemocultura e semeadura: Hemocultura Positiva. Bacterioscopia (Gram) com bactérias esféricas, em formas de cacho e
coloração arroxeada. semeadura em Ágar Chocolate, Ágar Sangue e Ágar MacConkey. Crescimento nos ágares chocolate e
sangue, sem crescimento em MacConkey. Reação da catalase positiva.
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Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
O vírus é introduzido por um mosquito na pele, onde se
multiplica. Propaga-se para os linfonodos locais, o fígado, baço,
rins, medula óssea e miocárdio, onde pode persistir por vários
dias. Encontra-se presente no sangue na fase inicial e durante
a infecção. As lesões da febre amarela são decorrentes da
localização e da propagação do vírus em determinado órgão.
Essas infecções podem resultar em lesões necróticas no fígado
e nos rins. Também ocorrem mudanças degenerativas no baço,
nos linfonodos e no coração. A doença grave caracteriza-se por
hemorragia e colapso circulatório. A lesão viral ao miocárdio
pode contribuir para o choque.
BROOKS et al. Microbiologia Médica. Porto Alegre: AMGM, 2014,
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Texto 1
O vírus é introduzido por um mosquito na pele, onde se
multiplica. Propaga-se para os linfonodos locais, o fígado, baço,
rins, medula óssea e miocárdio, onde pode persistir por vários
dias. Encontra-se presente no sangue na fase inicial e durante
a infecção. As lesões da febre amarela são decorrentes da
localização e da propagação do vírus em determinado órgão.
Essas infecções podem resultar em lesões necróticas no fígado
e nos rins. Também ocorrem mudanças degenerativas no baço,
nos linfonodos e no coração. A doença grave caracteriza-se por
hemorragia e colapso circulatório. A lesão viral ao miocárdio
pode contribuir para o choque.
BROOKS et al. Microbiologia Médica. Porto Alegre: AMGM, 2014,
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Texto 1
O vírus é introduzido por um mosquito na pele, onde se
multiplica. Propaga-se para os linfonodos locais, o fígado, baço,
rins, medula óssea e miocárdio, onde pode persistir por vários
dias. Encontra-se presente no sangue na fase inicial e durante
a infecção. As lesões da febre amarela são decorrentes da
localização e da propagação do vírus em determinado órgão.
Essas infecções podem resultar em lesões necróticas no fígado
e nos rins. Também ocorrem mudanças degenerativas no baço,
nos linfonodos e no coração. A doença grave caracteriza-se por
hemorragia e colapso circulatório. A lesão viral ao miocárdio
pode contribuir para o choque.
BROOKS et al. Microbiologia Médica. Porto Alegre: AMGM, 2014,
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Leia o texto a seguir.
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, imunoprevenível, de evolução abrupta e gravidade variável, com elevada letalidade nas suas formas graves. A doença é causada por um vírus transmitido por mosquitos, e possui dois ciclos de transmissão (urbano e silvestre).
No ciclo urbano, a transmissão ocorre a partir de vetores urbanos infectados. No ciclo silvestre, os transmissores são mosquitos com hábitos predominantemente silvestres. No ciclo silvestre, os primatas não humanos (PNHs) são considerados os principais hospedeiros, amplificadores do vírus, e são vítimas da doença assim como o ser humano, que, nesse ciclo, apresenta-se como hospedeiro acidental.
É uma doença de notificação compulsória imediata, ou seja, todo evento suspeito (tanto morte de primatas não-humanos, quanto casos humanos com sintomatologia compatível) deve ser prontamente comunicado/notificado, em até 24 horas após a suspeita inicial, às autoridades locais competentes pela via mais rápida (telefone, email etc.). Às autoridades estaduais de saúde cabe notificar os eventos de febre amarela suspeitos ao Ministério da Saúde.
Importante: No Brasil o ciclo da doença atualmente é silvestre. Os últimos casos de febre amarela urbana foram registrados no Brasil em 1942 e todos os casos confirmados desde então decorrem do ciclo silvestre de transmissão.
Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/f/febreamarela. Acesso em: 08 out. 2025. [Adaptado].
Sobre os ciclos urbano e silvestre de transmissão da febre amarela, há que se considerar que se diferem porque o ciclo
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, imunoprevenível, de evolução abrupta e gravidade variável, com elevada letalidade nas suas formas graves. A doença é causada por um vírus transmitido por mosquitos, e possui dois ciclos de transmissão (urbano e silvestre).
No ciclo urbano, a transmissão ocorre a partir de vetores urbanos infectados. No ciclo silvestre, os transmissores são mosquitos com hábitos predominantemente silvestres. No ciclo silvestre, os primatas não humanos (PNHs) são considerados os principais hospedeiros, amplificadores do vírus, e são vítimas da doença assim como o ser humano, que, nesse ciclo, apresenta-se como hospedeiro acidental.
É uma doença de notificação compulsória imediata, ou seja, todo evento suspeito (tanto morte de primatas não-humanos, quanto casos humanos com sintomatologia compatível) deve ser prontamente comunicado/notificado, em até 24 horas após a suspeita inicial, às autoridades locais competentes pela via mais rápida (telefone, email etc.). Às autoridades estaduais de saúde cabe notificar os eventos de febre amarela suspeitos ao Ministério da Saúde.
Importante: No Brasil o ciclo da doença atualmente é silvestre. Os últimos casos de febre amarela urbana foram registrados no Brasil em 1942 e todos os casos confirmados desde então decorrem do ciclo silvestre de transmissão.
Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/f/febreamarela. Acesso em: 08 out. 2025. [Adaptado].
Sobre os ciclos urbano e silvestre de transmissão da febre amarela, há que se considerar que se diferem porque o ciclo
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Leia o texto a seguir.
A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) emitiu um alerta epidemiológico para todos os municípios goianos em relação à identificação da febre amarela em um macaco encontrado morto em Abadia de Goiás. A morte do animal foi notificada no dia 25 de agosto e a confirmação laboratorial ocorreu nesta semana. Outros dois casos estão sendo investigados em Guapó e Aragoiânia.
A SES-GO informa que não há casos ou óbitos confirmados por febre amarela em humanos no ano de 2025, sendo o último caso registrado em 2017. As principais medidas de prevenção para humanos incluem a vacinação, o uso de repelentes e roupas que minimizem a exposição da pele. A vacina da febre amarela faz parte do calendário básico de vacinação das crianças de 9 meses a menores de 5 anos, sendo uma dose aos 9 meses de idade e uma dose de reforço aos 4 anos, além de dose única na população de 5 a 59 anos de idade nãovacinada. Em Goiás, a cobertura vacinal para a febre amarela está atualmente em 71,57%, abaixo da meta prevista pelo Ministério da Saúde, que é de 95%.
Disponível em: https://goias.gov.br/saude/goias-confirma-circulacao-do-virusda-febre-amarela-em-abadia-de-goias/. Acesso em: 08 out. 2025. [Adaptado].
Sobre a febre amarela, pode-se dizer que se trata de uma infecção viral, com vírus pertencente à família
A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) emitiu um alerta epidemiológico para todos os municípios goianos em relação à identificação da febre amarela em um macaco encontrado morto em Abadia de Goiás. A morte do animal foi notificada no dia 25 de agosto e a confirmação laboratorial ocorreu nesta semana. Outros dois casos estão sendo investigados em Guapó e Aragoiânia.
A SES-GO informa que não há casos ou óbitos confirmados por febre amarela em humanos no ano de 2025, sendo o último caso registrado em 2017. As principais medidas de prevenção para humanos incluem a vacinação, o uso de repelentes e roupas que minimizem a exposição da pele. A vacina da febre amarela faz parte do calendário básico de vacinação das crianças de 9 meses a menores de 5 anos, sendo uma dose aos 9 meses de idade e uma dose de reforço aos 4 anos, além de dose única na população de 5 a 59 anos de idade nãovacinada. Em Goiás, a cobertura vacinal para a febre amarela está atualmente em 71,57%, abaixo da meta prevista pelo Ministério da Saúde, que é de 95%.
Disponível em: https://goias.gov.br/saude/goias-confirma-circulacao-do-virusda-febre-amarela-em-abadia-de-goias/. Acesso em: 08 out. 2025. [Adaptado].
Sobre a febre amarela, pode-se dizer que se trata de uma infecção viral, com vírus pertencente à família
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