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Julgue os itens subsecutivos, referentes a uma paciente diabética de 38 anos de idade que tinha diagnóstico de colecistite enfisematosa e que está em jejum no primeiro dia pós-operatório de colecistectomia videolaparoscópica.
Durante a colecistectomia, a artéria cística, ramo da artéria gastroduodenal, é seccionada.
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Julgue os itens subsecutivos, referentes a uma paciente diabética de 38 anos de idade que tinha diagnóstico de colecistite enfisematosa e que está em jejum no primeiro dia pós-operatório de colecistectomia videolaparoscópica.
O diagnóstico de colecistite enfisematosa na paciente considerada pode ter sido fechado após a observação de gás no interior da vesícula em radiografia do abdome.
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Julgue os itens subsecutivos, referentes a uma paciente diabética de 38 anos de idade que tinha diagnóstico de colecistite enfisematosa e que está em jejum no primeiro dia pós-operatório de colecistectomia videolaparoscópica.
Durante a operação dessa paciente, a realização do pneumoperitônio para a videolaparoscopia associa-se à diminuição da pré-carga de trabalho do coração.
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Julgue os itens subsecutivos, referentes a uma paciente diabética de 38 anos de idade que tinha diagnóstico de colecistite enfisematosa e que está em jejum no primeiro dia pós-operatório de colecistectomia videolaparoscópica.
Por se tratar de paciente diabética, a infusão de solução glicosada no pós-operatório está contraindicada.
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Julgue os itens subsecutivos, referentes a uma paciente diabética de 38 anos de idade que tinha diagnóstico de colecistite enfisematosa e que está em jejum no primeiro dia pós-operatório de colecistectomia videolaparoscópica.
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Julgue os itens subsecutivos, referentes a uma paciente diabética de 38 anos de idade que tinha diagnóstico de colecistite enfisematosa e que está em jejum no primeiro dia pós-operatório de colecistectomia videolaparoscópica.
O antibiótico de escolha no caso em apreço deve oferecer cobertura para Clostridium sp.
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Uma senhora com 50 anos de idade, no primeiro dia pósoperatório de uma lobectomia tireoidiana esquerda e istmectomia, relatou não estar tendo apetite e ter apresentado vômitos nas últimas horas. A cirurgia deveu-se ao fato de que a paciente apresentava um nódulo tireoidiano de 5 cm de diâmetro, com crescimento progressivo.
Com relação a esse quadro clínico, julgue os seguintes itens.
A ultrassonografia pré-operatória da paciente permite avaliar a consistência cística ou sólida do nódulo tireoidiano.
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Uma senhora com 50 anos de idade, no primeiro dia pósoperatório de uma lobectomia tireoidiana esquerda e istmectomia, relatou não estar tendo apetite e ter apresentado vômitos nas últimas horas. A cirurgia deveu-se ao fato de que a paciente apresentava um nódulo tireoidiano de 5 cm de diâmetro, com crescimento progressivo.
Com relação a esse quadro clínico, julgue os seguintes itens.
Durante avaliação inicial no pré-operatório da paciente, o exame mais útil é a cintilografia tireoidiana.
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Uma senhora com 50 anos de idade, no primeiro dia pósoperatório de uma lobectomia tireoidiana esquerda e istmectomia, relatou não estar tendo apetite e ter apresentado vômitos nas últimas horas. A cirurgia deveu-se ao fato de que a paciente apresentava um nódulo tireoidiano de 5 cm de diâmetro, com crescimento progressivo.
Com relação a esse quadro clínico, julgue os seguintes itens.
O íleo pós-operatório é uma complicação cirúrgica que deve ser considerada na situação clínica atual.
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Uma senhora com 50 anos de idade, no primeiro dia pósoperatório de uma lobectomia tireoidiana esquerda e istmectomia, relatou não estar tendo apetite e ter apresentado vômitos nas últimas horas. A cirurgia deveu-se ao fato de que a paciente apresentava um nódulo tireoidiano de 5 cm de diâmetro, com crescimento progressivo.
Com relação a esse quadro clínico, julgue os seguintes itens.
Caso tivesse havido confirmação de tratar-se de um carcinoma papilar, a melhor opção cirúrgica teria sido a tireoidectomia total.
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